Jesus Cristo Mc Donald

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É em Braga, claro. A Cidade Autenticamente única.
Dificilmente poderia ser noutro lado: a poucos dias das Inaugurações, continuam as Eleições com a presença de vários membros do poder secular local e, precisamente por se tratar de Braga, a benção da Santa Madre Igreja de Braga.
Sabemos que JC era apreciador de bom vinho, não ía lá com qualquer zurrapa. Mas não faço eu ideia se seria apreciador de um hamburguer regado com água benta.
Foto devida sacada do FB do vereador do Ambiente que não responde a emails, o Altino Bessa.

As considerações de uma caranguejola a caminho do desastre eleitoral

Foto: Alberto Frias@Expresso

Passos Coelho afirmou ontem que não considera Assunção Cristas “uma adversária”. Já Cristas não parece sequer considerar Teresa Leal Coelho, pelo menos a julgar pelo comício desta Quinta-feira, no qual considerou ser “a única alternativa” a Fernando Medina, a quem a sondagem do Expresso, jornal a considerar para quem quer saber o que se passa no país, atribui maioria absoluta.

Perante este conjunto de considerações, penso ser legítimo considerar que Assunção Cristas se está nas tintas para os Coelhos laranjas, até porque se prepara para os ultrapassar pela direita na capital, apesar do táxi que vai a reboque deles na esmagadora maioria dos municípios portugueses. Irá o desastre eleitoral que se avizinha colocar um ponto final na caranguejola? É algo a ter em consideração.

Laranjas à batatada na capital

e outros “exercícios cósmicos, para não dizer repugnantes“.

Quem tudo quer, tudo perde…

Não é o primeiro nem será o último artista francês a fugir do esbulho fiscal.

A promessa do Hermenegildo do Ramalhal, candidato da caranguejola local

É a promessa do costume – porco no espeto – mas desta vez – pasmem-se – não é a junta que paga. Isto para não falar na “animação com vários motivos de interesse”, planeados para o Dia do Trabalhador. Está prometido, camarada Hermenegildo. O Ramalhal é seu!

via Bocage 2.0

Supremo brasileiro proíbe Aécio Neves de ir para os copos

É uma conclusão legítima, quando nos deparamos com o título em cima. E como o Expresso é o jornal a comprar quando um tipo quer saber o que se passa, já dizia el-Rei no exílio, D. Pedro Passos Coelho, o Profeta, a malta assume logo que é verdade.

Vai-se a ver o conteúdo e percebe-se que afinal é uma espécie de recolher obrigatório, a que se junta o afastamento de todas as actividades parlamentares do líder do PSDB, que foi a maneira que a justiça brasileira encontrou para punir Aécio Neves, apanhado numa escuta a pedir um suborno de 2 milhões de reais ao empresário Joesley Batista. Onde anda o juíz Moro quando o Brasil precisa dele?

Prender políticos corruptos, aqui como no Brasil, é tarefa complicada. Principalmente quando são de direita, como é o caso do presidente Temer. Por falar em direita, onde anda aquela direita tuga anti-Dilma, que passou meses a espumar-se com o impeachment? Hibernou?

Popularuchistas

As televisões – todas elas – têm, como sabemos, os seus candidatos em todas as eleições. Promovem-nos de formas subtis e subliminares – quando se trata de interesses das forças sociais dominantes, isto é, quando é a sério – algumas vezes e, outras tantas, de modo chungoso e popularucho, com efeitos imediatos e mais ou menos exuberantes. Estes últimos aparecem nos programas da tarde e nos mais conspirativos da noite, ostentando competências ora jurídicas, ora jornalisticas, ora psicossociais, ora de leitura de horóscopos e outras e desvairadas artes. Já vimos vários destes cometas políticos aparecer e fenecer com a mesma velocidade. O traço que os une é o populismo – ou popularuchismo – mais básico, dirigido a sectores particulares da população ou, no caso dos mais ambiciosos, ao “povo em geral”. Utilizam com frequência partidos “barrigas de aluguer” e não apresentam especial apego a princípios e outros luxos éticos. Há vários em gestação neste momento. E, apesar de candidatos autárquicos, nenhum teve a inclinação para mais pequeno escrúpulo, suspendendo as sua actividades comentatórias. O caso mas obsceno em acção é o tal André Ventura – comentador de futebol, de política, de criminologia e tudo o mais que lhe vier à mão. É artista da CMTV e há muito que espalha as suas obscenas teses, tornadas agora mais conspícuas com a sua promoção de sonda populista-rasca do PSD em Loures. Mas o meu ponto não são estas criaturas, já que quem (se) importa sabe ao que vêm. É que para chocar o ovo da serpente é preciso o calor da cumplicidade. E o que se lamenta é ver quem acompanha e dá legitimidade e um verniz de respeitabilidade a esta gente. O criminologista, escritor e ex-presidente da Câmara Moita Flores, o ex-ministro do PS Rui Pereira e outros que tais. A paga deve ser boa. E, lá diz o diabo do outro, a alma é de cada um. Mas temos o dever da denúncia. De dizer não, não me enganam.

PSD “esmagado” no Porto e em Lisboa

diz o Expresso, o jornal que Passos Coelho considera necessário comprar, para saber o que se passa no país.