Que nos sirva de exemplo!

ganhou a persistência sindical e a solidariedade entre os trabalhadores das diferentes cidades. 

VIVA, VIVA OS ESTIVADORES!

Neste gélido tempo neoliberal, o acordo alcançado pelos valentes e clarividentes estivadores de Setúbal aquece e enche o coração:

PARABÉNS, VIVA A SOLIDARIEDADE!

Teilhard de Chardin

Por Desconhecido – Archives des jésuites de France, CC BY-SA 3.0

“A menor molécula de carbono é função, em natureza e em posição, do processo sideral total; e o menor protozoário está tão estruturalmente ligado à urdidura da Vida que a sua existência não poderia ser anulada, por hipótese, sem que se desfizesse a rede inteira da Biosfera. A distribuição, a sucessão e a solidariedade dos seres nascem da sua concrescência numa génese comum. O Tempo e o Espaço juntam-se organicamente para tecer, em conjunto, a Base do Universo. Eis onde nos encontramos, eis do que hoje nos apercebemos…”

Teilhard de Chardin

“Em 1926, os Superiores dos Jesuítas ordenam a Teilhard que termine o seu ensino no Instituto Católico. Em 1927, Roma recusa o imprimatur para o livro Le milieu divin. Em 1933, Roma ordena ao Padre Teilhard que recuse toda e qualquer função em Paris. Em 1938, proíbem-lhe a publicação de L’energie humaine. Em Abril de 1941, manda para Roma a sua obra-chave, Les phénomène humain. Em 6 de Agosto de 1944 tem conhecimento de que esta obra foi recusada pela censura. Não virá a aparecer Les phénomènes humains senão depois da sua morte. Em Setembro de 1947 é convidado a deixar de escrever filosofia. Em 1948 é-lhe interdito aceitar a cátedra oferecida pelo Colégio de França. Em Junho de 1950 a censura recusa Le group zoologique humain. Em 1955 proíbem-lhe participar no Congresso Internacional de Paleontologia. A hierarquia não deixa, durante toda a sua vida, de o privar de meios de expressão. Até a sua morte, fora alguns artigos técnicos, a sua obra é apenas conhecida em fragmentos feitos ao duplicador que circulam clandestinamente.
(Garaudy, 200).”

in
Teilhard de Chardin
de Ernest Kahane
Colecção Estudo e Ensaio, Editora Delfos
Tradução de Ricardo Madeira Romão

Sem saber ler nem escrever

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Trumpalhada, poupem-me de merdas: um presidente não tem que ter 10 mestrados e 4 doutoramentos. Mas ler e escrever são requisitos mínimos. Até para um nacionalista (principalmente para um nacionalista?), a quem o novo politicamente correcto me obriga a chamar conservador. Como o gajo da Arábia Saudita, que manda fatiar jornalistas, mais o Orbán e o Bolsonaro. São todos conservadores e até bastante liberais. Já agora, que raio de nacionalistas são estes, que não respeitam o valor da língua materna? Que falam de tradições e raízes, mas não se dão ao trabalho de escrever correctamente? [Read more…]

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