Mais depressa se apanha um Centeno que um coxo

Professores. Recuperação integral do tempo de serviço custa menos um terço do anunciado por Centeno

Comments

  1. Julio Rolo Santos says:

    Os partidos da direita roeram a corda ou estão em vias de a roer e Centeno é que paga as favas, é o costume. Centeno fez as contas e divulgou-as e os partidos da direita nem isso fizeram, limitam-se a mandar palpites para baralhar as hostes em quem depositaram tanta fé e esperança. O Governo não é o culpado pelas vossas mágoas mas continua a ser o cepo das marradas, até quando? Recomponham-se e sigam em frente e, como dizia o outro, mais vale um pássaro na mão do que dois a voar e ninguém. está em condições de vos dar mais. Aceitem e agradeçam, respeitosamente.

    • António Fernando Nabais says:

      Júlio, não hesite, porque já é permitido (e ainda bem, que o amor é lindo): peça o Centeno em casamento e seja feliz para sempre. Se ele o enganar, ajoelhe, aceite e agradeça, respeitosamente. Pela minha parte, usarei os meus cornos para marrar com todos os me enganarem, porque prefiro exibi-los orgulhosamente a ser capacho de gente que anda a destruir a Escola e a Educação. Vá para dentro, que o Centeno está a chamar.

  2. composição do árbitro: says:

    composição do árbitro:
    PS – 2
    PSD 1
    CDS 1
    PCP 1
    BE 1

  3. Julio Rolo Santos says:

    É interessante não o ver insurgir-se contra os partidos da direita que vos andaram a prometer mundos e fundos e agora deixam-vos com as calças na mão e a vomitar ódio contra o único governo que vos deu atenção às vossas reivindicações e fez alguma coisa por elas. Não estou interessado em casar com o Centeno porque uso calças, ao contrário de outros, que só as usam de vez enquando, só para disfarçar.

    • António Fernando Nabais says:

      Está interessado em casar com o Centeno, está, não vale a pena disfarçar. Não tenha vergonha de assumir o amor. É claro que o único problema do amor é ser cego.
      O único governo que deu atenção às nossas reivindicações? Faça-me cócegas, a ver se me rio.
      Entretanto, se encontrar “enquando” num dicionário, avise, sim? Vá lá fazer o jantar do Centeno, que ele está com fominha.

  4. Fernando Manuel Rodrigues says:

    O problema não está nas contas, que estão, e sempre estiveram, bem feitas. O problema está em considerar custos LÍQUIDOS, em vez de BRUTOS. Qualquer contabilista, diria mesmo QUALQUER MERCEEIRO sabe isso.

    Dou um exmplo: Quando uma empresa tem de comprar uma máquina, ela vai pagar IVA sobre o preço da máquina. A empresa sabe que, a prazo, vai recuperar o IVA pago, mas a verdade é quem quando tiver de pagar a máquina, vai desembolsar a totalidade do valor INCLUINDO O IVA.

    Se tiver de pedir um financiamento, obviamente que terá de pedir para cobrir o valor do IVA também MESMO SABENDO QUE VAI RECEBÊ-LO DE VOLTA.Muito simplesmente, faz isso porque tem de o pagar.

    Logo, a despesa a inscrever no orçamento com a recuperação do tempo de serviço dos professores teria de ser a despesa BRUTA. Além disso, as verbas que depois seriam pagas para a Segurança Social e a CGA pelos mesmo não podem (NEM DEVEM) ser desviadas para qualquer investimento, ou para o SNS, ou o que quer que seja.

    O orçamento não é um saco para onde se atira o dinheiro, e depois tira-se de lá para onde se quer. As verbas que a Seguirança Social e a CGA recebem têm destino, e não poidem ser aplicadas onde apetecer ao Governo.

    Sejamos sérios pois. Um despesa é uma despesas. Eventuais receitas ou acréscimo delas são outra coisa bem diferente. É pena que, mas uma vez, os senhores jornalistas não investuguem um bocadinho mais,. Bastaria falar com qualqier contabilista, e ter-lhes-ia sido explicado isso, e por que razão não se podem considrar valores líquidos. Podemos fazer essas contas, mas apenas como mero exercício indicativo.

    • Paulo Marques says:

      Uma coisa é uma linha de despesa, outra é o custo para o estado. Se bem que a entrada vai para outro livro de contas (uma das poucas protecções anti-neoliberais), o custo para o estado está errado, ponto. E de nada vale assumir que a separação entre as contas é intransponível, porque quem manda é Bruxelas e o BCE e não seria a primeira nem a última vez que as regras seriam alteradas.

  5. Julio Rolo Santos says:

    Sr. Antônio Fernando não entendo como é que, com a formação que diz ter, não consiga encontrar os verdadeiros responsáveis pela v/situação e se atire sistematicamente ao partido que está presentemente no poder quando, qualquer leigo na matéria, não tem dúvidas em apontar os responsáveis, coisa que o senhor se recusa a fazê-lo, porquê? Se quer que lhe diga não posso conceber que os professores tenham um estatuto especial que lhes permitam progredir na carreira, apenas com base no tempo de serviço, quando na generalidade dos quadros da administração pública o façam com base na avaliação curricular discutido perante um júri nomeado para o efeito. Com esta dualidade de critérios quem, em seu entender, sai beneficiado? Quanto á minha simpatia que me cola a Mário Centeno e o faz prejurativamente, atrevo-me a recomendar-lhe que medite neste soneto que se pode ajustar às suas dúvidas e que diz o seguinte: “mais vale julga-lo que experimenta-lo, mas experimente-o quem não pode julga-lo”.

    • António Fernando Nabais says:

      O Júlio não passa de um ignorante atrevido, tal como muitos que falam nas televisões, opinam nos jornais ou arrotam umas barbaridades em qualquer tasca. O Júlio não entende nem quer entender, como se confirma, mais uma vez: ainda há tempos, o aconselhei a ler um artigo que lhe explicava, entre outros aspectose de modo resumido, de que modo se faz a progressão na carreira docente, mas o Júlio prefere continuar agarrado aos seus preconceitos, à pretensa sabedoria dos que não querem aprender.
      Há um ditado inglês, salvo erro, que diz o seguinte: “Podemos levar um cavalo até à água, mas não podemos obrigá-lo a beber.” O Júlio nem à água quer ir, quer ensinar-me a mim, que ando há mais de trinta anos a dar aulas, como é que é a minha vida profissional, como é que funcionam as escolas e como é que é a minha carreira, tal como muitos portuguesinhos que, ainda por cima, apoiam os sócrates, as marias de lurdes, os passos, os cratos, os costas e outros que andam a dar cabo da Educação e das Escolas há anos, sempre com o aval de gente que se julga informada por palitar os dentes entre amigos, enquanto bebe umas minis. Também palito os dentes entre amigos e bebo umas minis, mas não tenho a pretensão de explicar a um polícia o que é ser polícia ou a um trolha o que é ser trolha.
      Finalmente, como um professor está sempre a trabalhar, aproveito para lhe dar duas lições: escreve-se “pejorativamente” (vem de “pejo”, Júlio); a sua citação está errada e, ainda por cima, não faz parte de nenhum soneto e sim do canto IX d’Os Lusíadas: “Melhor é experimentá-lo que julgá-lo;/Mas julgue-o quem não pode experimentá-lo.” (a grafia está actualizada, porque, mesmo assim, não é fácil)-
      E o Centeno não é o meu tipo de homem: gosto deles sérios. O Júlio tem outras preferências, mas tem tanto direito à vida como qualquer outro. Se voltar a responder a comentários seus, não será para o esclarecer, porque não está interessado nisso: se fosse meu aluno, tentaria, apesar de tudo; como não é, era o que me faltava voltar a gastar o meu latim consigo. O Centeno manda beijinhos.

    • Paulo Marques says:

      Já lhe passou pela cabeça que não faltam responsáveis e que não é uma questão clubística? É como a situação das rendas, não falta quem mexa, mas só para chutar para a frente.
      Mas pronto, Portugal não é a Grécia.

      • António Fernando Nabais says:

        Não, para o Júlio é tudo muito simples: estava tudo mal, chegou o Costa e ficou tudo bem.

  6. Carlos Sebastião says:

    eu não voto em contabilistas mas sim em políticos, qualquer dia será uma app a fazer as contas, a visão é outra coisa…

  7. Julio Rolo Santos says:

    A votação final no parlamento foi a esperada e estou muito contente com. o resultado porque me vi livre de mais um imposto para acomodar o aumento de despesa que se iria gerar com a intransigência dos professores que não se queriam contentar com o possível. Os economistas sabem que, para haver uma despesa tem de se gerar uma receita equivalente e, para uma despesa da dimensão prevista, o governo, este ou qualquer outro, teria de recorrer, parafraseando Vítor Gaspar, ” a um enorme aumento de impostos”. Qualquer puto sabe isto.

    • António Fernando Nabais says:

      Sai mais um fardo de palha para o Júlio, que pago eu. O Centeno manda-lhe mais beijinhos.

    • Paulo Marques says:

      «Qualquer puto sabe isto.»

      Não é por uma mentira ser muitas vezes repetida que passa a ser verdade. Lá por isso estar no PEC que passa a ser uma regra com sentido, ou não fosse a recuperação europeia a coisa mais anémica que alguma vez alguém viu.

  8. Julio Rolo Santos says:

    Se a estupidez fosse música o Sr. seria um grande saxofone. Pelo seu linguajar a sua formação deixa muito a desejar.

    • António Fernando Nabais says:

      Da minha estupidez nunca duvidei, porque me conheço há anos. A sua confirma-se quando se congratula com a destruição do sistema educativo, com o ataque a uma classe profissional fundamental e com a reprodução de disparates e mentiras. E tem razão: um fardo de palha é pouco – leve dois.


    • ………..tb acho, Júlio !
      coitadinhas das criancinhas da escola pública !

  9. Julio Rolo Santos says:

    Para mim, o assunto dos professores está encerrado, a bem dos contribuintes. Voltar ao tema,torna-se fastidioso e, pelo meu lado, está fora de questão.

    • António Fernando Nabais says:

      Oh, que pena, Júlio! Uma pessoa tão bem informada e com tanta vontade de aprender! Estou inconsolável! O Júlio, pelo menos, tem o Centeno, mas eu fico para aqui abandonado.

  10. Julio Rolo Santos says:

    O Sr, pelos vistos, tem mau perder e já não é a primeira vez que emite insinuações estúpidas que não acho piada nenhuma mas, já que tanto insiste ,eu pergunto-lhe: Será que o Sr não tenha ciúmes que o seu parceiro me mande beijos por seu intermédio? Olhe que, na minha terra, chamam a esses tipos “corno manso”. E, para concluir, devolvo-lhe os fardos de palha que me tem querido oferecer porque lhe podem fazer falta na sua dispensa.

    • António Fernando Nabais says:

      Ó Júlio, eu já lhe disse que até sou um privilegiado, quando comparado com muitos colegas meus, que poderão ser tão bons ou melhores professores do que eu e que, graças aos seus amados, ficarão impedidos de progredir na carreira e serão roubados no seu tempo de serviço em nome de mentiras. É o país que perde, ao desrespeitar os professores. Eu, que estou no penúltimo escalão, vou, muito provavelmente, chegar ao topo da carreira, onde me reformarei.
      Quanto ao resto, já lhe disse que o amor deve ser assumido, sem preconceitos. Vivo muitíssimo bem com os meus cornos, não sou nada ciumento, sou, portanto, muito manso. Pode ficar descansado: o Centeno não é o meu tipo de homem, porque gosto deles sérios, honrados, não gosto de gente que prejudica a vida de outros. O Júlio também não faz o meu género: fala muito do que não sabe, iria envergonhar-me em público, a nossa relação não iria resultar.
      Como fardos de palha todos os dias, porque sou burro suficiente para lhe dar troco. Como o Júlio tem passado muito tempo a zurrar nesta sua caixa de comentários, tive medo que lhe faltasse energia, o que me leva a oferecer-lhe mais um.
      Já que gosta tanto de receber lições de professores (espero que o Centeno não seja ciumento), cá vai mais uma: o Júlio queria referir-se, decerto, à despensa. A dispensa é outra coisa. Um grande hi-hon para si!

  11. Julio Rolo Santos says:

    despensa, sim e não dispensa, faça a correção, é a sua obrigação, já que lhe pagam para isso.

    • António Fernando Nabais says:

      Não me pagam para andar a corrigir comentadores de blogues, mas faço-o com todo o gosto, até por razões sentimentais: já viu se o Centeno lhe pede para dactilografar um documento oficial e lhe sai um erro destes? Parece que não, mas isso pode corroer uma relação.

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