O Polígrafo, o sítio do costume e o contato escondido com rabo de fora

Pai, agora eu decolei, guardei meu celular, já tô no ar, mas não me desliguei

Gabriel, o Pensador

E se eu partir o telemóvel
Eu só parto aquilo que é meu

Conan Osíris

***

O Polígrafo volta a desiludir-nos, o Polígrafo continua a decepcionar-nos. Apesar de avisado, insiste em prevaricar:

Como sabemos, desde Janeiro de 2012, é muito mais fácil encontrar um contato no Diário da República do que um gato no meio de corujas.

Descobriram o gato? Sim? Não? Então, experimentem agora encontrar o contato:

Exactamente. Muito bem. De facto, está ali:

Na senda da decepção ortográfica do Polígrafo, procuremos agora o p do grafema (dígrafo) <ep> de decepção, no Diário da Assembleia da República (sexta-feira, 15 de Junho de 2018, I Série, N.º 94):

Encontraram? Não? Nem eu.

Então, experimentem agora [Read more…]

Apelo: Ajudem o Presidente a descongelar

O homem que fala a propósito de nada e de tudo, que ligou para programas de televisão para fazer conversa cor-de-rosa e que até do estrangeiro mandou recados para o rectângulo, passou a semana da “crise” inventada por Costa sem dar sinais de vida.

Só pode ter congelado.

Pede-se, com urgência, que o BE, PCP, Verdes, PSD e CDS apresentem um projecto-lei de descongelamento do Marcelo. É possível que leve o voto contra do PS e que o PSD-CDS repitam a pirueta de inversão de voto, mas faça-no mesmo assim. E que não seja o Centeno a fazer a fazer as contas do descongelamento. O Ronaldo das finanças não é, ao que parece, grande coisa em aritmética.

O país precisa de um abraço.

Obrigado.

Dêem a maioria absoluta a António Costa…

A Banca diminuiu balcões e funcionários em todo o país porque toda a gente pagava com Multibanco.
Agora que cobram pelo levantamento ao balcão em dinheiro, também querem passar a cobrar a quem levanta através de Multibanco. Ao mesmo tempo que já cobram aos comerciantes pelas transacções feitas por Multibanco.
Tudo isto enquanto conseguem lucros gigantescos num negócio feito com o dinheiro dos outros. Outros esses que pagam para que o seu dinheiro esteja seguro e que são cobrados por tudo e mais alguma coisa. Outros esses que pagam ainda, através dos seus impostos, quando as coisas correm mal.
O negócio da Banca é um negócio cujo risco é de 0%. É fácil gerir assim um negócio. Os lucros são só seus, os prejuízos são sempre dos outros.
Não há dinheiro para ninguém, mesmo quando são despesas que nem sequer mexem com a actual legislatura. Mas para meter no cu dos banqueiros, 400, 500, 600 milhões por anos – todos os anos – dá sempre para acomodar.
Eram menos 400 milhões para os professores. E quantos milhões são, todos os anos e de forma permanente, para as rendas e subsídios e benefícios fiscais aos grandes grupos económicos?
Com os políticos que temos, vai continuar a ser assim. Mas com a maioria absoluta de um partido corrupto como é o PS, vai ser pior ainda.
Dêem a maioria absoluta a António Costa, dêem…

A santa aliança entre Banca e políticos…

Esta semana, uma vez mais os principais banqueiros do rectângulo pretenderam cobrar comissões por transações nas ATM, história reciclada que nada tem de novo, a pretensão é antiga, mas que permitirá ao governo de esquerda, todo modernaço, dizer que não, defendendo o povo e fazendo frente aos tubarões da alta finança. O embuste do costume para enganar papalvos, como é timbre da equipa de mestres da ilusão que governa o país. Há favores por pagar e todos os banqueiros sabem quanto e quando têm de pagar a quem os auxilia sempre que estendem a mão. [Read more…]

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