Condenar a ocupação

Setenta anos disto. Setenta. Vamos condenar a ocupação israelita na Palestina? Era bom aproveitar a boleia da invasão russa à Ucrânia, para começarmos a estar, finalmente, do lado de todos os ocupados. Sem pruridos nem vergonha. Façamo-lo agora, antes que todo um povo seja exterminado.

Liberdade para a Palestina.

Comments

  1. estevesayres says:

    Nem mais…

  2. JgMenos says:

    Este vigário sempre pretende fazer esquecer:
    1) A ONU deliberou em 1948 que a Palestina seria dividida em dois estados Israel e Palestina.
    2) as ocupções de Israel derivam de acções de defesa contra ataques de estados árabes.
    3) ainda hoje não há uma representação política única do que seria o estado palestino.
    4) mantem-se activo um largo movimento visando a destruição do estado de Israel.

    Para a cambada, o suicídio do Estado de Israel era a media ajustada à satisfação da sua cretinice.

    • João L Maio says:

      Então? Não conheces o conceito de “ocupado” e “ocupante”, ó Vladimiro Putino?

      • esteves ayres says:

        Vladimir Putin terá de ser julgado por crimes de guerra, é inequívoco. Mas se quisermos fazer uma análise independente, realmente independente, então teremos de dizer que também George W. Bush terá de ser julgado por crimes de guerra, Tony Blair, etc, por causa da guerra no Iraque… e até em Portugal haverá quem possa ser julgado, por colaboração com os EUA.”
        Anabela Alves, especialista em Direito Internacional, foi a primeira advogada a participar em julgamentos de crime de guerra no TPI, em entrevista ao Jornal de Notícias. Retirado; https://aventar.eu/2022/04/10/sem-pesos-nem-medidas/#respond

    • João L Maio says:

      De resto, ando preocupado com a tua saúde mental, Coisinho. Precisas do contacto de algum profissional que te ajude a recuperar a sanidade (visto que a noção já ninguém ta consegue restaurar)?

    • Paulo Marques says:

      É, só por acaso a ocupação é ao terreno fértil e aos leitos de água, e por acaso também suportada por um dos maiores exércitos do mundo com acesso a armas nucleares.
      Mas, coitadinhos, apanham com pedras.

      • JgMenos says:

        És outro vigarista!
        São só pedras?
        Quem é ameaçado tem de organizar a sua defesa pelo melhor meio; se daí resulta vantagem adicional ou oportunismo, será condenável mas…é a vida.

        O que vem ao caso é que se há um direito internacional, quem com ele não se conforma corre riscos.

        • POIS! says:

          Pois é!

          E estou a pensar no Putin, coitadinho.

          Está a correr sérios riscos. Isto de matar dá cabo dos nervos. Oxalá esteja rodeado de bons cardiologistas.

        • João L Maio says:

          “Quem é ameaçado tem de organizar a sua defesa pelo melhor meio; se daí resulta vantagem adicional ou oportunismo, será condenável mas…é a vida.”

          Okay, Lavrov.

      • JgMenos says:

        Mas certo mesmo, é que os vigários nunca cuidam de contra argumentos; vão há cartilha e desatam a debitar as cretinices que são de uso.

        • POIS! says:

          Pois é!

          Os vigários são assim! Então o da minha freguesia…

          Fala o vigário JgMenos da sua brilhante e ampla experiência a pregar cerejescos sermões nas mais diversas paróquias salazarescas.

          O nosso obrigado pela partilha, mas dispensamos!

          Força Vigário Menos! Há cartilha! Há cartilha!

    • POIS! says:

      Pois citando JgMenos…

      “As ocupações de Israel derivam(…)”.

      Pois “derivam”! E deviam mesmo “derivar”, ou as guerras são como as cerejas?

      A agressão dos filhos da Putin também “deriva” de alguma coisa! Está justificada?

      Pois eu até arrisco: a anexação da Crimeia, cuja proteção pode ser invocada para a “deriva” putinesca é, em abstrato, mais defensável face ao Direito Internacional do que as sucessivas “derivas” do Estado de Israel, a começar pelas “derivas” de colonatos por todo o lado.

      Para que fique claro: acho que a anexação da Crimeia é ilegítima. Mas apenas porque aquando da “desunião soviética” de 1991 a Ucrânia foi reconhecida pela Federação Russa, não tendo sido posta em causa a sua soberania sobre a Crimeia.

  3. JgMenos says:

    O tema central do nacional-imperialista Putin, é o facto de a queda da URSS ter colocado 25 milhões de russos a viver no estrangeiro.
    Nunca a esquerdalhada associou o termo descolonização a este processo, e reserva-o para as democracias europeias onde tal fenómeno nunca ocorreu em tamanha dimensão, nem foi nunca invocado como oposição aos limites territoriais das novas nacionalidades.

    Sempre manipulada e manipuladora, a cambada esquerdalha é o escarro intelectual do mundo moderno!

    • POIS! says:

      Pois tá bem!

      Para Angola rapidamente e em força! Ficaram lá portugueses a viver no estrangeiro!

      A que horas parte o “Vera Cruz”?

      Vosselência, como terceiro-cabo na reserva, já tem lugar guardado no porão ou fica só no cais a abanar o lencinho?

      • JgMenos says:

        És um vigarista como o resto da cambada.
        Não tens um pingo de vergonha nas trombas.

        • POIS! says:

          Pois não!

          Não tenho trombas.

          Bem sei que Vosselência pensa os outros à sua própria imagem, mas não vale a pena.

          Não se esqueça é de lavar a tromba antes de sair de casa. Nesta sociedade em que o culto da beleza corporal se tornou um valor social importante, uma tromba bem lavada vale por duas.

  4. Paulo Marques says:

    Então os polícias da língua do poiso já dormem? “Uma operação do exército” e “um palestiniano morreu” já não merece comentário?
    Pois.

  5. Caçador de Otários says:

    O Joãozinho não conta é que o palestiniano tinha, horas antes, desatado aos tiros.num bar onde matou 3 israelitas…

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