Em Portugal, a direita representada por Iniciativa Liberal, CDS-PP e Chega, torceu para que Bolsonaro vencesse. Do filho de Paulo Blanco, passando pelo Ventura original e acabando no Ventura do Chega, os reaccionários sempre desejaram que isto acontecesse.
Tanto em 2018, quando Jair Bolsonaro venceu as eleições a Fernando Haddad, como agora em 2022, alguns representantes da direita portuguesa, dos liberais aos democratas-cristãos, tinham muita dificuldade em “escolher um lado”, para não assumirem, claramente, que votariam em Bolsonaro; já a extrema-direita, representada por André Ventura, nunca escondeu: Bolsonaro ou a guerra civil.
O resultado está à vista e sabemos a intenção futura: importar este tipo de caos para Portugal. É preciso chamar os bois pelos nomes: são neo-fascistas, mais ou menos assumidos. E não passarão, se nos impusermos já.

Imagem de: Tomás Nery







“Meta vai bloquear conteúdo pró-invasão em Brasília das redes sociais”
Deve-se aos pró-fascistas e neofascistas, de utilizar o facebook para promoverem manifestações, como foi o caso dos «é-u-á» – em Portugal, já algum tempo estão a ser organizadas manifestações , no sentido de tomarem o poder politico, já estão alguns no Parlamento, e fico por aqui!
Depois não se esqueçam que não foram avisados..
Ui, fiemo-nos no braço armado da CIA que depois é que é.
Quem é que contribuiu para que Lula e Dilma saíssem para esta gentalha entrar? É, pá, não sejam putinistas.
Não percebo o raciocínio indutivo que o João Maio faz.
Do facto de alguns membros da IL terem (supostamente, não sei se é verdade, mas dou de barato que sim) apoiado Bolsonaro, não se pode deduzir nem que todos os membros da IL o tenham apoiado, nem que a IL (o partido) o tenha apoiado.
E do facto de esses membros da IL terem apoiado Bolsonaro numas eleições transactas, não se pode deduzir que o apoiassem em tudo o que ele fez e faz, no passado e no presente, inclusivé no presente golpe de Estado (que não foi perpetrado por Bolsonaro, mas sim por alguns, não todos, apoiantes dele).
Enfim, toda uma série de confusões entre a parte e o todo que o João Maio faz.
Nenhum liberal, por palavras ou convicção, pode dizer-se apoiante da extrema-direita, face a um candidato que representa a democracia liberal.
Esses não são liberais, por muito que façam parte de partidos chamados liberais.
Mais: o deputado Blanco apelava ao voto no NOVO. Ora, a maioria dos que votaram NOVO na primeira volta em 2022, votaram Bolsonaro na segunda volta. Não é difícil imaginar que a generalidade dos iniciáticos liberais tomariam a mesma posição.
É favor lavar mais blanco.
Apoiar não apoiam, de facto, que não só é ilegal, como o que querem é irrelevante.
Agora que desejavam, e desejam, correr com tudo o que é obstáculo às pessoas de bem, onde se imaginam a conquistar um lugar a lamber botas, lá isso desejam.
De facto, entre um burro de fato e um ser humano vai, de facto, muita diferença, Dr. Lavouras!