
Parece que há acordo para um cessar-fogo imediato em Gaza. Trump está mesmo a dar tudo pelo Nobel da Paz.
E se for esse o preço a pagar para parar o genocídio, que seja.
Não seria o primeiro execrável a vencê-lo. Se um war monger como Henry Kissinger pode ganhar um prémio dedicado à paz, qualquer incendiário é elegível.
Mas o cessar-fogo não chega.
É preciso auxiliar milhares de pessoas.
É preciso reconstruir Gaza.
É preciso acabar com a fome.
É preciso libertar todos os reféns.
E é fundamental que o cessar-fogo dure para lá dessa libertação.
Também é preciso libertar a Palestina, não apenas Gaza, mas toda a Cisjordânia ocupada por colonatos ilegais. Libertar a Palestina de colonos terroristas e de terroristas do Hamas, e de outras organizações de fundamentalistas islâmicos que por ali andam. Deixar aquelas pessoas respirar e ter uma vida minimamente normal.
Será desta?
Espero que sim.
Mas, à cautela, vou festejar moderadamente. Com estes protagonistas, convém refrear as expectativas.






Meu caro , se não fose o Hamas, hoje não sabíamos que o Povo Palestiniano estava a ser dizimado! Há anos!
A verdade, é que cessar-fogo não chega!
E mesmo que venham a cessar fogo (tal Paz), o povo palestiniano, vai continuar a ser torturado e morto, pela calada da noite, até ao último palestinianos, por culpa da responsabilidade, politica, económica e militar dos EUA /UA, e não só! Isto aconteceu com o povo Judeu, e não só, em vários países, dou como exemplo ; Alemanha, Polônia, Holanda….
Portanto, um território sem controlo das fronteiras, sem controlo da moeda, sem controlo do comércio, sem controlo das leis também não deve ter forças de defesa contra uma colónia genocida que não respeita cessar-fogos e considera os árabes menos que animais, porque o homem branco liberal não gostem que sejam fundamentalistas islâmicos, seja lá o que isso for.
A entidade colonial até treme de só poder continuar a acelerada colonização da Cisjordânia, continuar a ocupação da Síria, e ir a nova ronda contra o Líbano e Irão, e quem sabe, terraplanar o Iémene juntamente com o prémio nobel da treta. Não faz mal, são todos fundamentalistas islâmicos por se quererem defender, ao contrário dos nossos amigos wahabistas na mão da Arábia Saudita ou dos filhos da Al-Qaeda.
A eurolândia com certeza que conseguir pedinchar com sucesso uns trocos pelo seu papel no apoio, sem quaisquer consequências internas ou externas.
Mas lembrem-se, a Rússia é que é um império que quer um mundo unipolar, cujas torradeiras voadoras estão quase a acabar.
“considera os árabes menos que animais”
Para a religião do “povo eleito”, todos os outros habitantes da Terra são animais. Cada um tire as conclusões que quiser.
Há cerca 3.500 anos quando foram expulsos do Egipto onde se tinham refugiado, por um faraó que os acusou de ingerência nos assuntos nacionais do país, quando chegaram onde é agora a Palestina, cometeram os mesmos crime que agora estão a cometer, e que evidentemente eles negam.
Há 500 anos D. Manuel I também os mandou embora
Ninguém gosta do “povo eleito”, coitadinhos.
Não é o povo eleito nem a sua religião, a começar pelos ortodoxos.
Atenção Humanidade! O Nobel já tem dono! É do Trampa, sem sombra de dúvidas!
Já telefonou para a Noruega e disse-lhes que, se fossem bonzinhos e lhe dessem o Nobel, fazia grandes descontos nas bombas que lhes vai vender para eles arranjarem mais uma guerra para ele terminar (*).
Se não forem bonzinhos e levarem o prémio para algum fã de palestinianos, os noruegueses arriscam-se mesmo a levar com uma bomba em cima. E a ficar sem a Gronelândia, já que a Noruega é, como se sabe lá na Casa Omolavadamais Branca, uma província da Dinamarca, mais coisa menos coisa.
(*) Vai bater o recorde de guerras terminadas! Já lhe chamam o Ronaldo da Bomba Desarmada!
Só falta dizer que é preciso pôr o Alá a reconhecer o Estado de Israel!
Pois!
E também, talvez, o contrário,,,
Outra vez? Quantas vezes são precisas?
Sim, para a religião judaica todos nos somos gentios, portanto animais ou menos que isso.
O inenarrável ministro das Finanças de Israel veio dizer com as letras todas que o Direito Internacional não se aplica ao povo judeu porque eles são o povo eleito de Deus.
Se fossemos nós a ser vizinhos dessa gente ou fosse esta terra que eles elegessem como terra prometida seríamos nós a ser tratados com esse grau de desumanidade e seríamos nós a ser chamados de fundamentalistas, no caso cristãos.
Antes de chamar nomes a residência palestiniana convinha pensar a sério nisto.
Quanto ao Estado de Israel comete genocídio e crimes hediondos há décadas, que remédio se não reconhecer que existe mas direito a existir não tem nenhum.
Sao fanáticos religiosos, crueis, querendo fazer o que segundo o seu mito fundador fizeram quando levaram um pontapé no traseiro ministrado pelos egípcios que os tinham pelos cabelos.
Por isso tenho a certeza de que o cessar fogo dura até os prisioneiros israelitas serem libertados ou o Tiranossauro ganhar o Nobel, o que acontecer primeiro.
Porque nunca o povo eleito achou que devia cumprir qualquer acordo firmado com os gentios. Consideram se acima do direito e acima do bem e do mal.
E venham me ca dizer quem e que não era “radical” se estivesse a contas com tal gente que não presta para nada.
E não, não houve na história nenhum farao egípcio a morrer afogado no Mar Vermelho.
E vao chamar antissemita ao diabo que os carregue pois que as suas vítimas árabes também são semitas.
Senhores do povo eleito, vão ver se o mar da cardumes de tubarões brancos famintos. Pode ser que Deus proteja os escolhidos.
Esta cretinagem descreve o Estado de Israel nos mesmos termos em que descreveria, com acerto, o Estado Islâmico.
Fundamentalistas há-os por todo o lado e cabe a este blogue aturar os fundamentalistas da cretinagem!
O Estado Islâmico que apoiamos, e até aceitamos que tenham o estado na Síria
Pois cá está!
O Grande Mestre Professor Menos, com poderes ancestrais dos reinos de Gabú, Senegal e Pixeleira, acaba de adivinhar mais um acontecimento, usando a ancestral técnica da leitura de borras no fundo de um garrafão de 5 litros (após ter ingerido, com grande sacrifício, o respetivo conteúdo de uma só vez!).
Na sua suprema clarividência, previu que os seus seguidores seriam capazes de descrever, com acerto, o Daesh!
E ainda agradece a este blogue pela sua função, pelo Menos, aturadora de fundamentalistas!
Longa Vida ao Supremo Líder JgMenos!
Culpar todos os judeus é o objectivo do governo da colónia e todos os seus comparsas pelo mundo fora, mas são os primeiros a mostrar-nos o que aquilo é e como exportam a lavagem cerebral dos seus. Nem sequer são o maior número de defensores do cancro.
Alguem que, em acto de guerra, faz cerca de 200 reféns entre os quais 30 crianças, tem o dever de os manter vivos ou pode devolver esse reféns mortinhos da silva ? E se os devolve mortinhos, merece a nossa solidariedade e apoio ?
Os civis, tem, dentro dos meios que lhe são permitidos ter. Os militares, quase todos, pode fazer o que lhe apetecer, mas a religião obriga a tratá-los da mesma forma.
Quem faz quase 12000 é que não tem obrigação nenhuma a não ser auto-intitular-se de democracia.
pois, aquilo não é uma democracia, a Palestina é que é. A democracia da Madrassa e da Sharia, desde os 5 anos de idade e o maravilhoso sonho de ser mártir e ter 7 putas, no céu, á espera do heroi. Alah, abre o bar
Isso são os nossos amigos na Síria, no sul do Iémene, e outros camaradas da querida Arábia Saudita.
Um regime de apartheid colonial que declara guerras para o primeiro-ministro não ser julgado não é uma democracia.
Não tem o nobel, mas tem melhor, mais uma desculpa esfarrapada para uma guerra para controlo de petróleo pelo Millei Venezuelano, com o apoio de todos os “democratas” que se recusam a aprender alguma coisa. Terá, certamente, o apoio popular, militar, e regional para uma vitória rápida no território facilmente controlável, numa altura em que a economia promete crescer. /s