
Fernando Ulrich, banqueiro de uma longa linhagem de banqueiros e donos de Portugal, afirma não alinhar “na conversa de que temos maus políticos”. Compreende-se. É malta que nunca lhe falhou.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Fernando Ulrich, banqueiro de uma longa linhagem de banqueiros e donos de Portugal, afirma não alinhar “na conversa de que temos maus políticos”. Compreende-se. É malta que nunca lhe falhou.

João Rendeiro foi encontrado morto na cela que partilhava com 50 reclusos, em Westville, na cidade sul-africana de Durban.
Voou alto, mas, como Ícaro, a ambição levou-o a aproximar-se em demasia do sol, e as asas de cera acabaram por derreter.
Das capas de jornais e revistas, sempre apresentado como um génio da banca, Rendeiro caiu a pique e acabou pendurado numa cela de um país de terceiro mundo. Um fim inesperado, para quem ainda “ontem” se passeava pelo mundo em jactos privados.
[Read more…]O caudal e o tom das declarações políticas de Fernando Ulrich, vice do BPI, sempre em defesa do PSD, tornaram-se em repugnante rotina. Trata-se de mais uma originalidade portuguesa.
Com o célebre “Ai aguenta, aguenta”, o político Ulrich, banqueiro a tempo parcial, passou a encarnar o papel de “picareta falante”, outrora desempenhado por Guterres. A despeito da evasão extemporânea, tinha outra fluência e qualidade no discurso.
Ulrich sofre de incontinência verbal e não se liberta de um sectarismo partidário (PSD), a meu ver nocivo para o próprio BPI. Nem todos os clientes do banco apoiam o governo.
O derradeiro disparate de Ulrich relaciona-se com a eventualidade de Portugal recorrer ou não ao programa cautelar. Confia plenamente no primeiro-ministro, na ministra das finanças e no governador do BdP para decidir sobre o citado programa – se a inspiração vem da Irlanda, o também economista, que jamais se licenciou, teria de ler e analisar com atenção esta entrevista.
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa na sua limousine quando viu dois homens à beira da estrada comendo erva. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
– Porque é que estais a comer erva…?
– Não temos dinheiro para comida, disse o pobre homem e por isso temos que comer erva.
– Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro.
– Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
– Que venham também – disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
– Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
– Mas, senhor, eu também tenho mulher e seis filhos comigo!
– Pois que venham também – respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
– O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos.
O banqueiro respondeu:
– Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Ireis ficar encantados com a minha casa… A erva está com mais de 20 cm de altura!
“Quando achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa um pouco antes de aceitares qualquer acordo…”
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
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