Putin tem muito que aprender com Israel

A investigação da ONU, ao atentando que resultou no homicídio da jornalista Shireen Abu Akleh, concluiu que foi o exército israelita quem disparou na direcção de Shireen, Ali Samoudi e dois outros jornalistas no local.

Esta é igualmente a conclusão a que chegaram a Associated Press, o New York Times e a CNN, entre outros. Tratou-se, portanto, de uma execução. De um fuzilamento. De mais um episódio de brutalidade inqualificável, com a chancela do IDF, que passou entre os pingos da chuva.

Putin devia pôr os olhinhos em Israel. É possível oprimir um povo durante décadas, ocupar e anexar o seu território, fuzilar activistas e jornalistas, matar indiscriminadamente e, ainda assim, contar com a submissão dos valores ocidentais à sua agenda. Em bom rigor, se Putin fosse mais obediente, talvez não estivesse na enrascada em que se enfiou. E, com jeitinho, ainda era capaz de ter a Ucrânia debaixo da pata, sem que o Ocidente desse por isso.

A cor do petróleo

O da Venezuela é vermelho. Não exactamente do vermelho que inundou as capas dos jornais, que era um vermelho-telemóvel embora haja quem o tenha imaginado vermelho-chávez.

Qual é a cor do petróleo saudita?

Um tribunal da Arábia Saudita condenou dois activistas políticos, fundadores da Associação Saudita dos Direitos Cívicos e Políticos, uma organização proibida pela monarquia saudita, a penas de dez anos de prisão.

Execução na Arábia Saudita (a 2ª é texana)

Cinema na Casa Branca

40 minutos nem dá um episódio do 24 Horas.  No 24 Horas não espreitavam assim, da porta, mas tirando isso está parecido. É uma excelente foto do fotógrafo oficial da Casa Branca, com um Obama pequenino mas iluminado ao fundo, a mãozinha na boca da secretária de estado a dar o toquezinho de ansiedade, uma moldura de homens de braços cruzados, e ficamos a querer ver o que eles estavam a ver.

Estamos todos à espera da estreia. A execução de Bin Laden. Sem o Jack Bauer, suponho. Num Youtube perto de si.