Falência das pastelarias será paga pelos contribuintes

A1 (1)João Salgueiro, um homem que vive no sistema bancário, veio avisar que pode haver mais três bancos na linha de resgate, uma fronteira ainda mais perigosa do que a atravessada por Rambo, Chuck Norris e pelos bravos que foram à procura do soldado Ryan.

Estou admiradíssimo, porque pensava que já não havia bancos por resgatar. Por outro lado, já se sabe que, se há bancos, haverá resgates, porque é essa, actualmente, a função dos bancos: serem resgatados. Não me admiraria que o Banco de Portugal viesse a retirar alvarás a bancos que não sejam resgatados.

O termo “resgate”, neste contexto, parece-me, de qualquer modo, mal aplicado. Estamos a assistir, isso sim, a uma troca de prisioneiros: o banco é tirado da prisão da falência, lugar que passa a ser ocupado pelo contribuinte. [Read more…]

Programas Eleitorais respondem à Crise Nacional?

Paulo Pereira

Debate “Programas eleitorais respondem à crise nacional?”, organizado pela Candidatura Presidencial Henrique Neto 2016. Decorreu no dia 2 de Julho e teve a participação de Luis Campos e Cunha, João Salgueiro e Eurico Brilhande Dias, além do próprio Henrique Neto.

Os partidos políticos têm muito poder: concentrou-se todo o poder político nos partidos

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Salgueiro nas matas

tmp_JS8825590875705829611Se uma instituição precisa de alguém para limpar uma mata é porque há um trabalho para fazer. Se há um trabalho para fazer, num país civilizado, há um emprego para oferecer, incluindo salário, descontos, direitos, deveres, enfim, respeitando-se o empregador e o empregado, como é próprio de um mercado laboral de um país civilizado. [Read more…]

Um idiota inútil

João Salgueiro, vai varrer as ruas, tá?

Uns vêem, outros não

Sensatez e imbecilidade.

João Salgueiro e o elefante no meio da sala

João Salgueiro é um dos suspeitos do costume. Teve o dom de contruir uma boa carreira profissional de braço dado com a política e a banca, logo os dois principais sectores artíficies da crise mundial – e interna – que enfrentamos.

Numa entrevista sauve que concedeu ao jornal Público deixou conselhos para ultrapssar a crise. Os conselhos do costume.

Com profundos laços que o mantém emaranhado no mundo da política e da alta finança, não se lhe ouviu uma palavra sobre o seus gananciosos confrades do mundo da banca. Nem um simples ‘mea culpa’, nem um reconhecimento de erros, de falhas de avaliação, de caminhos enviesados. Nada. Um imenso nada.

Até na estrondosa queda do comunismo, os dirigentes dos países do leste foram mais humildes.