No seguimento daquel’outro que ligava Angola e Moçambique, já temos um novo Mapa imperial, desta vez facilmente denominável de Mapa Azul Marinho. O problema estará na disponibilidade que outras potências, em primeiro lugar a Espanha, demonstrarão quanto à aceitação deste delírio de grandeza. Num país onde a compra de dois, repito, dois submarinos – normalmente deveriam ser uns seis ou oito – é pasto fértil para as vacas sagradas da politiqueirice caseira, não deixa de ser uma bastante original “anexação”. Há uns cento e poucos anos, vibrava-se sempre que uma nova unidade – ver imagem acima – era incorporada na Armada. Hoje os tempos são outros.
Vamos a ver se não temos um Ultimatum dentro de algum tempo. O pior é que desta vez não terá a ver com uma vaga reivindicação de um espaço jamais ocupado. Aquele mar – encerrando um maná de riquezas futuras – já foi nosso e poderia voltar a sê-lo, se estivessemos entregues a outra gente. O problema é exactamente colocado assim: SE.
Essa é que é essa.









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