Breaking the Taboo – documentário narrado por Morgan Freeman na versão inglesa e por Gael Garcia Bernal na versão em espanhol, sobre um dos maiores falhanços da política norte americana nos últimos 40 anos, a guerra à droga.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Breaking the Taboo – documentário narrado por Morgan Freeman na versão inglesa e por Gael Garcia Bernal na versão em espanhol, sobre um dos maiores falhanços da política norte americana nos últimos 40 anos, a guerra à droga.
Clint Eastwood é, provavelmente, o mais importante e relevante cineasta dos últimos vinte anos. E isto não é pouco. Mas nem os melhores estão sempre no topo. Por vezes tropeçam. Serve este início desculpabilizante para dizer que “Invictus” fica abaixo do padrão médio de Eastwood. O filme, esclareça-se, não é mau, nem sequer fraco. O problema é que o cineasta já nos deu muito melhor e qualquer coisa abaixo de excelente parece pouco.
“Invictus” acompanha-nos na libertação da prisão de Nelson Mandela, interpretado por Morgan Freeman, a eleição como presidente da África do Sul e os seus esforços para evitar o desmembramento do país, incluindo o incentivo à selecção de râguebi para ganhar o campeonato do mundo que o país recebeu em 1995.
Mandela e Graça Machel durante a homenagem ontem prestada na Cidade do Cabo.
Ontem, 11 de Fevereiro, realizou-se na Cidade do Cabo uma homenagem a Nelson Mandela, na passagem do 20º aniversário da sua libertação após 27 anos de prisão. Sorridente, acompanhado pela esposa, Graça Machel, Mandela esteve no Parlamento, onde ouviu o discurso proferido pelo actual presidente da África do Sul, Jacob Zuma.
O «tata» (avô), como carinhosamente o tratam os sul-africanos, sentou-se na última fila da galeria de convidados e seguiu com atenção as palavras de Zuma, que ia lendo em folhas que tinham sido distribuídas. Com 91 anos, o primeiro presidente negro do país, terá feito um grande esforço para assistir à homenagem, pois a sua saúde debilitada pela idade não lhe tem permitido sair da residência. Desde que, há quase dez anos, se retirou da vida política, raramente aparece em público.
Destacadas figuras do ANC (Congresso Nacional Africano), o partido de Mandela, com alguns dos seus companheiros de luta contra o apartheid, festejaram a libertação sem a presença do homenageado. Milhares de pessoas, correspondendo à convocação do ANC, percorreram os mesmos 500 metros que, em 11 de Fevereiro de 1990, Mandela caminhou nos seus primeiros momentos de liberdade , em frente à prisão, saudando os seus seguidores.
Jacob Zuma, no seu discurso, prometeu antecipar a idade da reforma, para reduzir a pobreza, a desigualdade e o desemprego juvenil no país. «Este ano de 2010, será um ano de acção». Zuma atravessa um momento difícil, pois o facto de ter concebido um vigésimo filho, fruto de uma relação extra-conjugal, a meio de uma campanha oficial contra a SIDA e contra a multiplicidade de parceiros sexuais, causou polémica e mesmo algum escândalo no país. [Read more…]
É a estreia da semana para o Ípsilon. É Clint Eastwood, com Morgan Freeman a representar Mandela. E com Matt Damon a jogar râguebi. E comigo a ver, na primeira oportunidade.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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