Será mesmo assim tão simples?

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Fiquei hoje a conhecer a história de Manuel Macedo, empresário português e antigo activista dos direitos da Indonésia em Timor-Leste, que pretende processar Portugal em 4,8 milhões de euros no Tribunal Europeu, por este (Portugal) ter sido negligente ao ponto de deixar prescrever um processo de fraude fiscal, avaliado em 6,7 milhões de euros, no qual Manuel Macedo era o principal arguido. Ah país safado! Já não te bastava ser gastador, preguiçoso e irresponsável, e agora ainda te dá para moda das prescrições?

Em declarações na sua página de Facebook, Manuel Macedo afirma em sua defesa que “o ladrão é o M. P. que deixou prescrever o processo e me meteu 6.7 milhões no bolso“. Trata-se de mais uma vítima da morosidade e inoperância da justiça portuguesa. Apesar de estar disposto a colaborar com Portugal – “Se mos tivesse exigido a tempo, eu tê-los-ia pago” – o senhor Macedo optou por deixar os seus (nossos?) euros no Luxemburgo. Mas este exemplar cidadão não se fica por aqui e ainda manifesta o seu “apoio” a um outro cidadão para que apresente queixa à PGR por este ultraje. Foram 12 anos à espera. É tempo de fazer justiça.

(…)

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Entendi

Jorge Manuel Jardim Gonçalves
A prescrição da multa do banqueiro Jardim (1 000 000 00) e, a caminho, a de Rendeiro (4 000 000 00) e de Oliveira Costa e respectivo bando (10 000 000. 00). A gelatina moral de Constâncio e de outros habilidosos do Banco de Portugal. Os banqueiros que se esquecem de declarar milhões ao fisco. Os ladrões do BPN que, em luxuosas mansões, gozam alegremente o produto dos seus desmandos. Os juízes complacentes (ou complacente$). Tudo nos termos da lei, claro.

Penso em quantos milhões de reformas, pensões, ordenados, apoios sociais é preciso roubar para pagar tudo isto e, perante o espectáculo, cada vez percebo melhor porque os mafiosos sicilianos se auto-designam “homens de honra”.

EDP: cautela com o que nos vêm exigindo

De uma consumidora alarmada uma mensagem do teor seguinte:

 “Gostaria que me tirassem uma dúvida:

Mudei de casa e pus termos ao contrato anterior com a EDP.

Agora recebi uma factura com acertos, desde 2005, num valor que me deixou estarrecida 2 200 euros.

Tenho de pagar?

Não tendo dinheiro nem para liquidar metade, como faço?”

Ante a concreta hipótese de facto suscitada, importa tomar em conta o que segue: [Read more…]