Não ser social-democrata, mas ser o Partido Social-Democrata

Em 1989, o realizador João César Monteiro lança “Recordações da Casa Amarela”, o primeiro filme de uma trilogia, em que o autor interpreta um seu alter-ego. Hoje, Rui Rio exaltou em mim, a propósito do debate com Catarina Martins, várias recordações da casa laranja. Lembrou-me, também, de que demagogia é feito o PSD: um partido chamado “social-democrata” sem um único social-democrata nas suas fileiras.

Recordemos um outro alter-ego.

 

Ao cuidado de Paulo Padrão, director de comunicação do Banco Espírito Santo

Apanha-se mais depressa um banqueiro Espírito Santo que um apenas mentiroso. Ontem soltou-se o João de Deus que há em mim. Abra-se de par em par a porta sagrada. A fantochada acabou-se. Se deus nos der vida e saúde, vais ter trabalho, muito trabalho: [Read more…]