Brincar na rua

Brincar na rua é importante para lidar com o risco” afirma Rui Matos, coordenador do Centro de Investigação em Motricidade Humana do I. Politécnico de Leiria. Disse ainda: “o que vemos atualmente em muitas brincadeiras, é as crianças, mais do que a brincar com os brinquedos, a ver os brinquedos brincar, ou seja, temos muitos brinquedos eletrónicos que brincam por si só, movem-se e deslocam-se, em vez de ser alguém a empurrá-los ou a interagir mais diretamente com eles”,”Parece-me que as crianças são mais passivas, menos ativas, e isso tem consequências, e já se está a notar aos mais variados níveis, como a obesidade infantil”, acrescentou.

Mais um estudo que não acrescenta nada de novo e as soluções apresentadas são óbvias, embora muitos pais não as ponham em prática…

Tribunal decide que entrega de casa ao banco liquida dívida

Decisão importantíssima. Em Portugal o negócio dos bancos não tem risco. Será que vai começar a ter? Algo me diz que não vai ser assim…

Prever os efeitos do sismo

O texto que aqui se apresenta pretende dar a conhecer o estudo realizado para a cidade de Lagos denominado “Risco Sísmico no Centro Histórico de Lagos”, elaborado na sequência da assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal de Lagos e o Instituto de Ciências da Terra e do Espaço, ao qual se associaram o Centro Europeu de Riscos Urbanos, o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e a Universidade de Lisboa.

A primeira fase do estudo, coordenado pelo professor Luís Mendes Victor, já se encontra publicada.

Tendo em conta que à data da sua realização, enquanto arquitecto da Câmara Municipal de Lagos, exercia funções na Autarquia como responsável pelo centro histórico da cidade de Lagos, coube-me acompanhar a sua elaboração e promover por diversas vezes a sua divulgação, não só em Lagos, como no âmbito de encontros de carácter nacional e internacional.

Este texto tem por objectivo divulgar o estudo através de uma linguagem acessível para o comum do cidadão, numa perspectiva pedagógica e de sensibilização para o problema, transmitindo a visão de um arquitecto sobre o mesmo, não tendo portanto um carácter de publicação científica.

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