Nazis, fascistas, comunistas, extrema-esquerda, trotskistas, chamem-lhes o que quiserem. São todos da mesma família.
O autor desta frase é:
a) analfabeto
b) idiota
c) idiota e analfabeto
d) um discípulo de João Almeida
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Nazis, fascistas, comunistas, extrema-esquerda, trotskistas, chamem-lhes o que quiserem. São todos da mesma família.
O autor desta frase é:
a) analfabeto
b) idiota
c) idiota e analfabeto
d) um discípulo de João Almeida
[…] Não sei que espécie de fascínio sinistro terá o João José Cardoso por tudo que escrevo, mas sendo que discorda sempre, tomo isso como um sinal de que este humilde blogger vai dizendo umas coisas acertadas. E já que me deu a opção de escolher, inclino-me para a quarta hipótese, visto que até simpatizo com o João Almeida. E como fala nele, cá vai um vídeo “desses” lados que lhe pode ser útil. A si e ao Lavos. […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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É um discípulo do menino João Almeida, um betinho parvalhão. Ando com um bolo de natas numa saca do Pingo Doce há um mês, para chapar na cara do beto mas, azar meu e sorte dele, não o tenho visto.
Alguma vez leu Hannah Arendt, por exemplo?
Que remédio tive eu. E já agora, já leu ao menos uma biografia de Trotsky, já para não falar na sua obra propriamente dita?
O mestre reconhece quando o discípulo está pronto
Li a biografia do Deutscher. Do Trotsky lui-même li ensaios avulsos.
No que é que discorda da tese arendtiana sobre a questão dos totalitarismos?
A separação autoritarismo/totalitarismo. Todas as ditaduras são ditaduras, não tem gradações consoante a maior ou menor carnificina. Compreendo que isso incomode um judeu ou, com maioria de razão, um cigano, mas a mim incomoda-me que por conta disso se classifique o salazarismo como um mero autoritarismo. Puro branqueamento das ditaduras de direita.
Quanto à ideia de meter Estaline e Hitler no mesmo saco, o que até é justo, peca por não entender as diferenças entre o socialismo versão estalinista e o socialismo por exemplo na versão de quem combateu Estaline dentro do próprio PCUS, antes de levar com qualquer coisa na cabeça por isso mesmo. E nem sou trotskista: simplesmente não deito fora o Marx porque a água do banho foi suja por um pequeno grupo totalitário.
Caro JJC, vou-te pedir emprestado esse comentário #8 que está excelentíssimo, e prometo que quando o usar vou referir o seu autor original!
Apenas alguns problemas, entre os quais a proeminência de Trostky amplamente respaldada por certos interesses todo poderosos de Nova Iorque, onde aliás se encontrava bem financiado e ainda melhor instalado. Mais exactamente, após a derrota russa frente aos japoneses (1905), os EUA, a Alemanha, o Reino Unido e a França observavam com preocupação o fulgurante desenvolvimento industrial da Rússia, coisa que tornaria inevitável a evolução do regime de Nicolau II. Pior ainda, esse poder teria repercussões imediatas na balança do poder, precisamente na Europa. Pela vontade dos generais e apesar da repugnância do Kaiser que tinha a plena consciência do que significavam os bolchevistas, os alemães fizeram transportar o bacilo Lenine até S. Petersburgo. O que depois se passou, é conhecido: tomada do poder e destruição de qualquer hipótese constitucional, rendição total aos pés da Alemanha – de facto a Rússia ficou grosso modo com as fronteiras que hoje possui – e a guerra civil onde o Sr. Trotsky mostrou quem era como estratega e e mata- “inimigos”. Safa…
#8
A Arendt não “grada” ditaduras consoante a carnificina. Onde é que foi buscar essa ideia? Pelo contrário, ela identificou uma natureza nova e diferente nos regimes soviético e nazi – essa natureza não é necessariamente expressa pela violência do aparelho repressivo.
Porque razão “meter Estaline e Hitler no mesmo saco” implica não entender umas ou outras diferenças? Em ambos os regimes houve tentativas de decapitação da liderança ou de “luta contra abusos/desvios/corrupção/etc” por elementos fiéis à ideologia de base.
O que me parece absurdo é meter no mesmo saco o regime nazi ou do Khmer Vermelhos com os de Ben Ali na Tunísia ou do Lee Kuan Yew em Singapura – não pela maior ou menor violência mas pela extensão do poder político, pela politização de tudo.
A sua abordagem a este assunto parece terrivelmente emocional e pessoal. Não é desejável tentar refutar teorias porque elas o incomodam – ou agradam – a si, a um judeu, a um cigano ou seja a quem for. As teorias valem pelo que são, não por quem as afirma ou pelos sentimentos emocionais que possamos nutrir por elas.
Cada um tenta afastar as emoções, e a ideologia, das suas análises, razão pela qual existe uma ciência chamada História onde se podem, ou não, usar umas metodologias profiláticas (nunca investigaria sobre um regime que vivi, por exemplo, o que não me impede de pensar o mundo onde existo).
Essa “natureza nova” não tem novidade nenhuma, apenas traz para o séc. XX práticas correntes em séculos anteriores. A politização de tudo sempre existiu, de acordo com as formas institucionais de cada época.
Um exemplo muito global: qual a diferença em termos teóricos (que em termos históricos ela existe) entre o culto nazi ou o marxismo de catequese e a religião obrigatória com suas inquisições que vigorou por todo o lado pelo menos até ao séc. XIX?
Já no séc. XX, que se pretendia o século da democracia, por isso mesmo não faz sentido classificar ditaduras com gradações diferentes: numa ditadura a proibição do outro enquanto ser que se pode exprimir existe sempre. A repressão nem sempre precisa de muitos cadáveres, porque o seu sustento é o medo, e esse é o maior horror do século. A própria guerra serviu sempre o medo.
Quando ao Hitler/Estaline não nego as semelhanças repressivas, vejo é as diferenças na natureza do regime. A Alemanha nazi manteve grosso modo o mesmo modelo de capitalismo, o mesmo tipo de poder económico e social. A URSS criou um modelo de capitalismo diferente, varreu o antigo poder económico, e isso faz diferenças.
Para usar um exemplo muito vivinho da silva: onde colocaria a China de hoje? não será um regime totalitário com que todos convivemos e que até nos compra a EDP? tanto mais que Pol Pot é filho de Pequim…
“Essa “natureza nova” não tem novidade nenhuma, apenas traz para o séc. XX práticas correntes em séculos anteriores. A politização de tudo sempre existiu, de acordo com as formas institucionais de cada época”
Bem, então a sua discordância com a Arendt – e com quase todos os cientistas políticos que estudaram e estudam a questão dos totalitarismos (por exemplo, o Giovanni Amendola, o anti-fascista italiano que cunhou o termo) – é esta e não qualquer outra.
A natureza do regime nazi e soviético era idêntica e ia muito para lá da virulência do aparelho repressivo.
O actual regime chinês é autoritário mas não totalitário. Já no caso do regime maoísta, as coisas serão diferentes – embora a Arendt fosse ambivalente quanto à classificação do regime maoista como totalitário, ela não sabia muita coisa que hoje é conhecido.
Você tem a certeza que conhece os critérios conceptuais clássicos utilizados para diferenciar totalitarismos e autoritarismos?
falta a alínea e) monárquico
LOL, em Nova Iorque…
O homem morreu no México e a mando do Staline
estes fascistazitos de meia tigela são todos iguais monárquicos armados ao pingarelho, Js do PSD e quejandos, lepenistas, anarco-pum-puns, etc.
Lançam umas bacoradas difamatórias para o ar, e ficam à espera para ver se cola.
NOJO !
PS : eu não sou Leninista nem Trotskysta, mas dei-me ao trabalho de os ler.
é verdade que nunca li os “escritos” do Duarte transmontano mas dei uma vista de olhos nas entrevistas (tragi-cómicas) que ele tem dado à Caras e à Nova Gente… uma barrigada de riso nunca se recusa 😉
Deve ter lido Lenine e Estaline na versão dos Almanaques Disney de certeza absoluta. Vá lá, romanize-se um bocadinho e dê alguma justificação ao nome que lhe puseram na pia baptismal.