Os eleitores obrigam-no a mentir

joao almeida

Parece que se não for assim, arrisca-se a ir para o desemprego. Perdão, para um estágio do IEFP, que isto de ser desempregado começa a ser coisa mais rara do que encontrar marcianos no Entroncamento.

2014, um ano com perspectivas

joao_almeidaO João Almeida tá no governo!? fixe, pá oh pá, foda-se, vai ser gozar pracaralho.

O meu melhor em 2013

Aos 22 do 10, engulo da tv e faço (obrigado Helder) um videopost com o João Almeida a mentir.

Ainda no ano passado chegou ao governo.

A arte da mentira em João Almeida

Houve Prós e Contras, coisa rara, pela segunda semana consecutiva. Os cortes orçamentais no estado discutidos por quem é pró e por quem é contra.

João Almeida e Ricardo Arroja levaram uma monumental coça, como se pode perceber pelos blogues do costume (queixando-se da irmã do secretário de estado dos supositórios, senhora que tantas vezes promoveu programas onde só a direita debate).

É natural: a “argumentação” resume-se ao clássico não há alternativas, vivemos acima das nossas possibilidades desde o 25 de Abril (dantes é que era bom); a k7 ideológica do costume em forma de ladainha quando encontra pela frente quem a desmascara acaba mal. E depois mente-se.

João Almeida à falta de melhor, dedicou-se às lendas e narrativas:

Comédia romântica

Rapaz diz que gosta de país, declara que orçamento faz mal ao país e entrega país ao orçamento. Com João Almeida no papel principal.

Há quatro hipóteses

Nazis, fascistas, comunistas, extrema-esquerda, trotskistas, chamem-lhes o que quiserem. São todos da mesma família.

O autor desta frase é:

a) analfabeto
b) idiota
c) idiota e analfabeto
d) um discípulo de João Almeida 

E se emigrasses?

O político analfabeto João Almeida volta a dar nas vistas, desta fez sem Facebook. A ideia de que o trabalho não tem direitos, tudo se nivela por baixo e um trabalhador é uma espécie de objecto descartável, assenta-lhe que nem uma luva.

É maneira de pensar como qualquer outra, e vigora em muitos países  para onde o deputado bem podia emigrar. Para a China, por exemplo.

O deputado João Almeida, o facebook e o futebol

Depois disto:

João Almeida decidiu dar um exemplo cívico de utilização das redes sociais publicando no facebook, enquanto falava o Gaspar das Finanças na Assembleia da República, esta descompressão:

«Para descomprimir… Após “censo” realizado no Grupo Parlamentar do CDS, conclui-se que existem: 12 Deputados do Benfica; 7 do Sporting; 2 do Belenenses; 2 da Académica e 1 do F.C.Porto», escreveu o deputado às 15:21. e contou a TVI24

Apanhado em fora de jogo, correu atrás do prejuízo, e rematou

Ao Económico, o deputado afirmou que “houve um atraso nos trabalhos” e que “o plenário ainda não tinha começado” a essa hora, ou seja, que não usou o Facebook durante o debate parlamentar.

Contudo não tinha havido prolongamento: [Read more…]

Big Bang ou Fiat Lux?

Big Bang  ou  Fiat Lux ?

 Não sei se alguém teve a infelicidade de ouvir hoje na Antena 2 o programa Quinta Essencia, em que o amigo João Almeida entrevistou um tal Senhor Luís Archer, jesuita tido e apresentado como brilhante cientista e homem de fé.

 Deus meu!!!

Logo ao fim do primeiro rol de disparates, eu mudei de estação. Mas vocês sabem como é, quando a asneira e o disparate atingem um tal grau de estupidez, nós sentimos uma necessidade quase masoquista de ouvir, embora façamos todos os trejeitos e sintamos todos os arrepios que a situação nos causa.

 Quanto á entrevista de João Almeida, acho muito infeliz a escolha do entrevistado e acho a entrevista desumana e até cruel, por três razões principais:

 1-Com tanto cientista a sério, que daria tanto gozo e prazer ouvir, gasta tão nobre tempo de antena, enfiando-nos nesta insípida caldeirada de asneiras e disparates.

2-Penso que é desumano fazer espectáculo com a estupidez, seja em que circunstância for, e ridicularizar a este ponto o entrevistado, por mais simpático que João Almeida procurasse ser na sua argumentação.

3-Penso que é cruel o amigo João Almeida, inteligente como é, argumentar com tanta sagacidade perante uma inépcia quase total. É quase como se eu, pessoa de alguma cultura, ridicularizasse a ignorância do Sr. António lá da minha aldeia. Até faz doer a alma. Isso não se faz, João Almeida. Creia que a determinada altura eu até já tinha pena do homem. Fiquei chocado!

 Nota: Se tiverem a oportunidade e a possibilidade de ouvir a gravação, não deixem de o fazer. Por puro masoquismo.