O Cheiro de Braga

Braga cheira a môfo, cheira a podre, cheira a vândalo.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Uma árvore é também um monumento vegetal e está por lei protegida
    E conheço algumas mesmo muito velhas como o caso de Trancoso em que o presidente da CM fez algo difícil para a manter de pé e lá está, no centro de um Largo – no norte as árvores têm porte fantástico bem diferente do que atinge no sul a mesma espécie, por razões não apenas de idade mas de clima
    E eu que gosto tanto de árvores (suporte do mundo) até salvei uma no espaço livre de local onde trabalhei e completamente arrancada pela raíz – e até como resinosa seria completamente improvável ser salva – mas teimosa consegui – não sei se lá está ainda ao fim de umas dezenas de anos pois que em geral não há respeito pela árvore que mesmo com 100 anos é arrancada para meter um candeeiro de iluminação púbica que afinal pode ser implantado em “qualquer lugar” – ou arrancada na beira da estrada para alargar a estrada por não se querer encontar alternativa – há tanta alternativa a traçar estradas e deixar o ser vegetal que levou anos a crescer e dar vida aos espaços – mas há técnicos de sabedoria axiomática – a árvor deste texto “parece” ter mais do que espaço para ter sido poupada – não posso garantir sem ver o lugar mas há muita forma de fazer – Mas opostamente há um ano que reparei numa grande ramada de árvore da minha rua – pesada e sêca que se esgalha e de repente pode cair até sem vento, e devia ser cortada e a árvore nem seria afectada – pode mesmo matar um velho ou criança ou danificar automóvel – já foram feitos telefonemas para a CML – um ano ?? não sei pois que há 3 anos a rua não é limpa e quando a CML era “zelosa” podava de tal forma que enfraqueceu as árvores em estilo poda “radical” tal que algumas morreram pois já não havia energia para a cicatrização e plantaram, por caso, outras, mas pequenas demais e em meio urbano poluído esta espécie até pode ser tansplantada com 5 metros de altura – mas plantaram uns cócós – está a começar SIC programa que já vi “n” vezes – cavaleitos do deserto de meninos de 3/4 anos a fazer corridas de camelos – claro que é trabalho escravo e os meninos ficam “desfeitos” – não se pode ver esta brutaidade – os meninos jockeys à força e há agências para encontar os meninos – bárbaro entre os pobres claro – E que dariam escola e educação aos meninos – claro que não e dormuiam em pardieiros, esgotados de exaustão – os p+ais acreditaram e foram eles que conseguiram denunciar a situação – recrutam as crianças em áfrica tipo Bangladesh prometem tudo aos pais pobres claro – não posso ver – relato de meninos que acabaram por conseguir FUGIR e voltar a casa e à família e sem dinheiro é óbvio


  2. Com o granito das ruas e dos passeios a “voar” para Espanha, lá teremos que suportar o “contraplacado” de cimento, frágil e de pouca duração (quantos blocos já partiram?).
    Assim se esbanja o que é bom nesta minha cidade de adopção.
    Disse-me alguém que sabe que só a diferença de valor entre o granito e o “contraplacado” dava para pagar as obras… Será que foi assim? Alguém acredita?

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