Presunção e água benta

Seguro diz que vai “surpreender os portugueses quando chegar a altura de apresentar um futuro governo”, e que “no laboratório de ideias do PS há um “viveiro muito grande de futuros membros de um Governo” socialista.”

Comments

  1. Cátia Veloso says:

    “surpreender”? A dizer que não pode prometer baixar os impostos se for para o poleiro? Mas isso, o atual já fez, já não seria surpresa nenhuma…

  2. maria celeste ramos says:

    Está tão frágil e fragilizado o meu país – mas quando eu nasci também não havia electricidade mas só candeeiro de petróleo com que vivi e estudei – não havia senão telefonia em quem a tinha – havia um país vítima de 3 guerras- Mas porque é que me lembro de ter sido Feliz ? e veio então o bònus” de poder votar e passei a poder ir percebendo as coisas que percebo hoje dentro do que percebo – e na dácada de 80 por mais diabólica que tenha sido conquistei tudo o que quiz para mim e os meus porque sem ambição desmedida mas as portas estavam abertas e não entrei nas que me não interessava – Mas este escrito sobre a situação de uma aldeia nos anos 70 eu sei de que se fala – Vivi o maior vendaval do país em 1942 era muito menina talvez de 4 anos e recordo o que posso – Vivi sem lectricidade nem água canalizada mas cozinhava-se com fogareiro a petróleo Hipólito que guardo e é lindo – Não havia casas de banho com banheira e tomava-se banho em tinas de alumínio – comia-se a carne dos galinácios que se criavam – E mudei para Lisboa e tudo mudou dentro do que era a cidade e a habitação mais moderna – Então vivi as maiores cheias de 1967 catastróficas e muitos mortos + terramoto que assustou o país inteiro + vivi em directo a vinda de um milhão de retornados 1975/78 – Vivi as cheias catastróficas de nov 1983 – Já tinha duas licenciaturas uma em agronomia em 1961 e outra em arqtª paisagista em 1976 – E vivi o esplentor de Lisboa mesmo só com buracos – Vi arder a Igreja de S.Domindos e o Teatro D Maria e o Fogo do Chiado e o grande fogo da Serra de Sintra em que morreu gente talvez início dos anos 80 – Vi aparecer o combóio Alfa mas não para fazer todas as semanas Lisboa-Santarém que fiz nos magníficos combóios antigos veradeiras obras de arte e engenharia, e andei dezenas de vezes de avião os 727 e corri mundo em 3 continentes e viajei no 1º Jumbo do país Lisboa -Luanda – HOJE 2ª feira fico triste com o meu país que vai tirar a alma as aldeias milenares e paltiificar a cultura e saber, interromper a vida que nelas se construíu e manifestou e humanizou os espaços e o viver para não falar na destruição da pouca segurança do quotidianos manifestado até pelo “corte” radical da ADSE que foi uma conquista – é o demoronar físico do país + o desmoronar intelectual e espiritual – é voltar a “tempo” que nunca ninguèm viver nem no tempo de Salazar

  3. maria celeste ramos says:

    É o desmoronar de lugares que foram humanizados +.o desprezar quem os construíu e legou com amor e consciência e saber – é o denoronar dos processos de crescimento intelectual e culturam e moral – é o reduzir país e pessoas a coisa sem importância nenhuma – nem é um tsunami – é uma metralhadora apontada a alvos escolhidos

  4. maria celeste ramos says:

    Seguro ?? Mas que vazio

    • Sarah Adamopoulos says:

      Pior ainda do que um vazio, pois um vazio (um verdadeiro e benfazejo) pode ainda assim serenar os espíritos.

Trackbacks


  1. […] com António Costa, político treinado em consensos à esquerda, poderá concretizar-se. Quanto à maioria absoluta que Seguro, na sua insanidade irrealista pediu, num cenário de liderança que reduziria o PS à sua menor expressão, não acredito nela nem com […]

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