
A revista «Mongolia», “revista satírica sin mensaje alguno”, conforme a definem os seus autores, nasceu em Espanha há quase um ano e ainda não tinha provocado grandes polémicas, coisa que não se perdoa a uma revista satírica. [Read more…]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

A revista «Mongolia», “revista satírica sin mensaje alguno”, conforme a definem os seus autores, nasceu em Espanha há quase um ano e ainda não tinha provocado grandes polémicas, coisa que não se perdoa a uma revista satírica. [Read more…]
Já bem conhecida e batida habituée do Intendente, a joint-venture Costa & Salgado vai agora atacar aqui. Demolir, destruir, transformar a capital num tugúrio de fachadas, alumínios, jaccuzis e pladures, eis o que restará desta vereação da “Cãbra Municipal” olissiponense.
Macário Correia pediu aclaração do acórdão.
Recebi um email de que ressalto o presente texto:
“A bandeira nacional da República Portuguesa que foi exposta na última reunião do Eurogrupo foi adulterada, já que em vez dos sete castelos se encontrava o que parecem ser sete pagodes. Uma adulteração que não deixa de ser irónica à luz da recente alienação ao capital estrangeiro de importantes (estratégicas e lucrativas) empresas públicas portuguesas do sector energético, na sequência dos processos de privatização promovidos e apoiados pela UE e pelo FMI. Mas que nem por isso é menos inadmissível”.
Fui à procura e, de facto, não posso estar mais de acordo com o teor do texto.
E nem me atrevo a comentar: seria desastroso!
Acho que foi Câncio quem, por cá, pela primeira vez destapou no DN a asquerosa careca do ex-assessor de Zapateiro, Carlos Mulas-Granados, honra lhe seja a Câncio, digo. O PSOE tal como o PS português, tal como o PP espanhol e o PSD dos Dias Loureiro, espelham bem uma casta de cabrões gananciosos, sem qualquer civismo, decência, sentido comunitário, os quais rapam para si o que podem no tempo oportuno para eles, esgueirando-se na vida partidária e depois empresarial como ténias à boleia da imunidade dos cargos e da conivência de uma Justiça partidarizada, muito dada a ajustes e a quotas. Não dá vontade nem de trabalhar apaixonadamente nem de dar o litro no seio de um sistema distorcido, injusto e escravocrata assim, incapaz de premiar e dar valor a quem o tenha. Prefiro morrer de fome!
Ferreira Fernandes, que é um crânio sensível e nada arqueológico, considera elogiosamente que Câncio lê relatórios por mania até ao pentelho das assinaturas e por isso mesmo coou este marmanjo ganancioso e repleto de esquemas do Mulas. Eu tenho a certeza que Câncio, à força de tanto errar por cega associação íntima ou intelectual a um mulas português como o conas parisiense, alguma vez teria de acertar. E acertou. Por osmose diferida. [Read more…]
As meninas da selecção nacional de sub-21 de hóquei de sala iniciam hoje, em Praga, pelas 13h00, a participação portuguesa no Europeu desta variante e defrontam a República Checa. Mais tarde, pelas 16h50, será a vez do confronto com a Suécia.
Na antevisão, concedida á fphtv, Hugo Santos, o seleccionador nacional, confessa-se surpreendido pelo que as suas atletas fizeram durante a preparação e aponta para que, tendo cinco atletas que já participaram na competição anterior, essa experiência vá ajudar aquelas que pela primeira vez envergam a camisola das quinas.
Mas vamos lá ver: este conjunto, que tem como atleta mais velha a única jogadora com 19 anos, é sobretudo uma selecção para o futuro. Na realidade, com seis atletas de 18 anos, uma de 17, uma de 16 e três de 15 anos, a tarefa presente será muito dura, mas o futuro poderá ser risonho.
Iniciando a competição contra a selecção medalhada de bronze em 2011, o resultado vai aquilatar do que estas meninas são capazes, motivadas pelo que os rapazes fizeram em Bratislava, e todos conhecemos estas rivalidades de género. Se correr bem, o jogo com a Suécia (que em 2011 ficou apenas um lugar acima de Portugal) pode trazer-nos a primeira grande alegria do campeonato. O ideal seria trazer-nos a segunda, mas…
Diga-se, entretanto, que as atletas não serão as primeiras portuguesas a entrar em competição. A estreia cabe a Ana Faias, a árbitra internacional lusa que vai dirigir, pelas 11h40, o Áustria-Turquia.
Mas há outra portuguesa nomeada para Praga: Dulcineia Fernandes vai exercer as funções de juiz.
Ainda tive dúvidas, imaginei António Costa demasiado empenhado em não perder Lisboa para o PSD – a Lisboa que resgatou da falência, convém lembrá-lo – para poder ocupar-se agora do congresso do PS. Para já, Costa apenas diz que contem com ele para marcar presença nessa reunião decisiva, o que em linguagem política significará que o PS poderá ter enfim um líder à altura das necessidades do País, e também da necessidade de coligação à esquerda, que só com António Costa, político treinado em consensos à esquerda, poderá concretizar-se. Quanto à maioria absoluta que Seguro, na sua insanidade irrealista pediu, num cenário de liderança que reduziria o PS à sua menor expressão, não acredito nela nem com Costa. Eis a única luz ao fundo do túnel (para retomar a expressão na ordem do dia) que poderá reverter o caminho danado percorrido até agora pelos ultras do liberalismo selvagem de Estado, e resgatar o País de uma situação indigna de perda de soberania em todas as frentes. E talvez daqui a uns tempos possamos pedir à UE a justa indemnização pelas perdas e danos a que o seu programa dito de convergência sujeitou Portugal.
Depois da licenciatura em licenciatura, o deputado Carlos Peixoto é, agora, licenciado em Direito. De nada, senhor deputado.
Chama-se José Mujica. É Presidente do Uruguai. Homem de sábias palavras, bem mais rico do que a cabeça de vento que assombra Belém.
Realizado em 1996 por Deepa Mehta, realizadora Indiana que aborda temas complexos nas suas obras. Faz parte da trilogia dedicada aos elementos (Fogo, Terra e Água). Sem legendas.
Ficha IMDB

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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