A coelha

coelha
No dia de Portugal, além dos discursos protocolares, brilhou, graças ao jornalismo rastejante que nos brinda, geral e entusiasticamente, com este lixo, Teresa Leal Coelho. Deputada, portadora do oportuno título de “professora de direito” – que foi para isso que foram criadas “universidades” como a Lusíada -, investigadora – como qualquer idiota pode ser – do “instituto de defesa nacional” (desculpem, mas não consigo usar aqui maiúsculas), titular de cargos vários no PSD e despedida de todas as funções e empregos não protegidos politicamente, botou jornalística entrevista e, mais do que qualquer das individualidades presentes, mereceu a servil atenção da imprensa.

Não se fez rogada, claro. As infames baboseiras que já tinham lamentável existência escrita passaram e entrar-nos pelos olhos e pelos ouvidos. Não temos para onde fugir. Retenho, sobretudo, a vontade que a senhora tem de que sejam punidos os juízes do Tribunal Constitucional sempre que decidam inconvenientemente (não estou a brincar, a criatura defende mesmo esta e outras). Em verdade vos digo: se, naquele tempo, Jeová tivesse enviado aos Egípcios semelhante praga de láparos, o Faraó Ramsés tinha cedido logo à primeira.

Comments


  1. Leal Coelho ou Leal Ao Coelho?

  2. Eu mesma says:

    Tenho é a vaga impressão que vamos ter de criar um Plano Nacional de Controlo da Praga de Láparos da Laranja Podre. Quanto a essa indivídua, nos comentários internéticos leio menções a aspectos da vida dela pouco abonatórios para o seu “querríquele”. Resta saber se no momento da entrevista e das infames declarações, essa democrática senhora também sofreu alguma reacção vagal, ou se é mesmo… adiante.


  3. Eu julgo que é mesmo falta de oxigenação cerebral. Acontece muito na mixomatose dos coelhos.

  4. luis says:

    Esta fulana não é cadastrada?
    Não foi condenada por umas coisinhas que fez no exercico de funções no CCBelem?
    Não me admira que não goste de juizes!

  5. José Seabra says:

    “Deputada, portadora do oportuno título de “professora de direito” – que foi para isso que foram criadas “universidades” como a Lusíada -, investigadora – como qualquer idiota pode ser”
    Ó pá, idiota é tu. Não tens vergonha de ser tão fascista?
    Vai-te informar, burro.


    • Se o sr. lesse – e citasse – a frase até ao fim não dizia disparates. Se quer prova de que qualquer idiota pode ser investigador do “instituto de defesa nacional” – e é só a este que me refiro – leia a lista de investigadores dessa instituição. Quanto ao resto, não perca tempo. Não retribuo insultos

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