No país onde toda a mulher é fruta…

… a Pêra quer salvar a selecção do Felipão (será que os homens são todos pão?):

… a Melão veste as cores da equipa da casa:

… a Moranguinho é a nova musa da copa:

… e a Melancia, famosa pelas suas «bundadas» que derrubam homens, electrodomésticos e outras coisas pesadas, parece que tem um BumBum que hipnotiza:

Isto é muita fruta!

 

Comments

  1. Lu Pisarro says:

    Noémia… “Toda generalização é burra” Percebe-se logo que não conheces mesmo o Brasil (o Brasil real)


    • Pena é as pessoas não perceberem uma brincadeira. Achei piada ao facto de haver tanta mulher-fruta no Brasil. Aprecio essa qualidade ímpar dos brasileiros de encontrar comparação com as frutas ou outras coisas. Gosto dessa capacidade de brincarem com tudo, algo que falta aos portugueses.
      Lamento a burrice de quem não consegue ou não sabe ver mais além do que aquilo que vê ou lê.

      • libertad says:

        Tens que te colocar também no “papel” de que lê. Como mulher “incomoda-me” esta exposição negativa destas “ditas” frutas…
        *sou filha de papai português (do lindo Porto)

  2. Lu Pisarro says:

    Lu Pisarro

    Tens que te colocar também no “papel” de que lê. Como mulher “incomoda-me” esta exposição negativa destas “ditas” frutas…
    *sou filha de papai português (do lindo Porto)


    • A mim, como mulher, não me incomoda nada. Parece-me que estas raparigas são livres de fazerem o que fazem. Ninguém as obriga e até há muito boa gente que gosta do que elas fazem. Possuem algo raro e muito sonhado para muitas mulheres: são LIVRES. Livres de escolherem ser mulher-fruta ou mulher-objecto ou mulher-sonho ou qualquer outro tipo de mulher. Não as recrimino nem me envergonho por também ser mulher. Se elas existem e fazem sucesso é porque há mercado para a sua “arte”. Aceito. Quem sou eu, quem me julgo eu, para as criticar? Nunca!
      São mulheres que fazem o que querem da sua vida. Quem dera a muitas!
      Numa coisa estamos de acordo: o Porto é lindo.
      Parabéns pelas raízes tão nobres (falo de humanidade e valores, claro).

      • Lu Pisarro says:

        Obrigada, Noémia. Elas jogam e há quem caia no jogo… Bom para ambos (rs)
        Mas não acho que são tão “livres” assim não… São “prisioneiras” do corpo. Prefiro me “libertar” por outras formas.


  3. Eu também prefiro libertar-me de outras formas, mas – lá está – isso é uma escolha minha. Se eu quisesse usar o meu corpo para fazer dele profissão ou garante de entrada de dinheiro, estaria no meu direito de o fazer.

  4. Lu Pisarro says:

    Com certeza. Isto é o livre arbítrio. Mas, daí colocar no título do teu texto: No país onde “toda a mulher” é fruta…


  5. Adoro fruta. Além disso é saudável!

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