Contas à moda do Porto

A câmara paga, o presidente cala, La Féria assobia para o ar.

Comments


  1. era a tal “arte rentável”, a arte “não subsídio-dependente”.
    A treta da moda.
    Se é rentável e não é “subsidio-dependente” para que precisa dum teatro municipal ?

    O facto é que o La Féria beneficia de publicidade gratuita em todos os canais de televisão, rádios comerciais, etc. onde tem gente que lhe deve favores e/ou que precisa dele.
    Enche… enche com autocarros de papalvos encarneirados para o teatro mediante chorudas comissões aos organizadores.
    Enche o teatro como os restaurantes de estrada enchem a sala dos fundos com turistas de autocarro. à força de encher os bolsos dos organizadores.

    Depois, é assim, faz umas coisinhas fáceis, acessíveis, aproveitando o que já foi feito por outros e levado à categoria de popular e famoso por outrem, graças ao génio de outrem.
    Já viram alguma coisa dele que seja mesmo dele ?
    Claro que não.

    O La Féria é um embuste publicitário. Há outros.
    Mas o problema é que nos querem fazer aceitar que é isto o que deve ser arte em Portugal.
    E isso, não, nem pensar, em nome da Pátria e da honestidade.


  2. Já agora, para informação
    O Da Vinci, o Miguel Ângelo, o Soares dos Reis, mas também Fídias (o do Partenon de Atenas), todos eram subsidio-dependentes.
    TODOS, até os das grutas pré-históricas deviam comer à conta da boa vontade de todos.
    A arte NUNCA foi rentável, pelo menos no seu começo, antes de ser famosa, em geral depois da morte do artista.

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