«a encarnação do “último homem” de Nietzsche (…), um homem pós-histórico (…), homem anónimo (…) sem substância (…), representante perfeito da pequena burguesia planetária que herdou o Mundo» para levar a Humanidade «ao encontro da sua destruição». António Guerreiro, genial como sempre, no Ípsilon/Público de anteontem.






Arrasador.
Interessante… mas deixa um detalhe importante de fora, o povo não quer mais que isso. Foge da grandeza e de princípios como o diabo da cruz.
Do vazio pode, efectivamente, nascer o génio: Passos Coelho nasceu para que o António Guerreiro escrevesse este texto.