Mais um tiroteio


Haverá outro país onde isto esteja sempre a acontecer?

Comments

  1. Reblogged this on O Retiro do Sossego.

  2. Sim: o México e o Brasil.

    • Com a mesma frequência? Estranho, não me lembro de ver uma notícia que seja sobre este tipo de situações mas não digo que não existam. O que me parece é que os EUA são um caso de estudo no que toca a putos que entram na escola e ceifam 10 ou 20…

      • Não são só putos e não são só escolas… O que caracteriza habitualmente os morticínios nos EUA que são (muito) noticiados é ocorrerem em «gun free zones», isto é, edifícios e/ou áreas em que os respectivos proprietários ou (ir)responsáveis proíbem o porte (e eventual) uso de armas… a cidadãos cumpridores da lei, porque, obviamente, os criminosos não respeitam essas (e outras) proibições! Escolas (do nível primário ao universitário), centros comerciais, (bastantes) cinemas e até, por incrível que isso possa parecer, bases militares, são exemplos dessas «zonas livres de armas»… onde mais incidentes deste género ocorrem. É por isso que não costuma haver registo de tiroteios nas ruas (onde não se sabe quem pode estar armado, para além dos polícias) e nos edifícios públicos, tanto federais como estaduais, que contam habitualmente com (forte) segurança própria.
        Na verdade, os índices de criminalidade (em especial homicídios) nos EUA têm vindo a descer nos últimos anos – o país nem está no «top 20» (em termos proporcionais, isto é, número de crimes por número de habitantes); isso não é noticiado, assim como os muitos casos de crimes que são evitados… por alguém de boa índole que mostra, ou que usa, uma arma. Outro factor importante nesta questão é a saúde mental… ou falta dela: quase todos os culpados das matanças são psicopatas que, apesar de há muito mostrarem sinais de serem desequilibrados, não são detidos e/ou internados, porque o crescente «politicamente incorrecto» também actuou em força nesta área, tornando potenciais agressores em (falsas) vítimas do «sistema».
        Em países onde o «gun control» é efectivo e generalizado tendem a registar-se, com efeito, mais crimes. Como o México, em que são às dezenas, e mesmo centenas, de cada vez (mais recentemente foram quase 50 estudantes que desapareceram), invariavelmente assassinados por traficantes de droga que têm semeado o país de valas comuns. E como Portugal, onde cerca de 300 mulheres foram mortas em episódios de «violência doméstica» nos últimos dez anos; ao contrário de «conversa da treta», como a que ontem foi, mais uma vez, repetida no «Prós e Contras» da RTP1, e que não as protege de ex-maridos e ex-namorados quase sempre equipados com caçadeiras (ou facas), o que elas deveriam ter – depois de devidamente ensinadas e apoiadas pela polícia – era revólveres para, se e quando fosse preciso, meterem uma bala na cabeça deles.

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