Contos para crianças I: a competitividade

Empresas apoiadas pelo Estado pagam 505 euros a engenheiros e professores” (DN). Até António Nogueira Leite afirma que teria “vergonha” de contratar um engenheiro por 500 euros. I rest my case.

Comments

  1. Anasir says:

    E depois queixam-se de não ter quadros e pedem que voltem a um país que os escorraça…

  2. Vergonhoso!!!
    A competitividade ESCLAVAGISTA, em crescendo!
    E eis, senão que…toca a reduzir os custos do Trabalho à custa dos labregos, pagando-lhes uns míseros tostões! Ele é engenheiros, ele é professores, farmacêuticos, médicos, enfermeiros… …
    – Trabalhem moiros! E quem quer, quer(!), e quem não quer, “dê à sola” daqui para fora!
    Sinceramente, não consigo compreender qual é a necessidade de existirem intermediários, ou seja, “empresas apoiadas pelo estado” na contratação de profissionais para o sector público! (?)…que, a bem dizer, usurpam metade (ou mais) do vencimento tabelado.
    Deve ser para encher os bolsos de alguém, certamente…
    – Não nos mandem areia para os olhos, pá!
    Política burlesca permissiva?…Não queremos, obrigada!!!

    • O chocante, chocante é que entre “labregos” já há quem apoie, com grandes conhecimentos das “regras do mercado, da oferta e da procura”. A eficácia de uma propaganda.
      Ou isto passa a ser estudado na perspectiva do síndrome de Estocolmo ou este país está irremediável e definitivamente condenado.

  3. Azamboar says:

    E 800 a recibos verdes!! Ou seja, feitas as contas, se fosse estar com o contrato de trabalho que seria exigível, nem ao salário mínimo corresponderia. Empresas com sede nas Ilhas Virgens britânicas e a prestar serviços para donos de obra públicos. Ou seja, o dinheiro público a servir condições de trabalho ilegais e a enviar os seus lucros para um paraíso fiscal. Reclamei para o INCI que, basicamente, me fez um manguito.

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.