Mas Estado não enterra 1985 M€ no BES.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Mas Estado não enterra 1985 M€ no BES.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Este post é um tiro ao lado.
O estado não enterra coisíssima nenhuma.
Quem enterra vão ser o “obrigacionistas sénior”, primos dos accionistas e irmãos obrigacionistas subordinados, ou seja, quem detinha o Banco ou quem lhe emprestou dinheiro.
Aliás, não percebo porque isto não foi feito também no Banif.
Até que enfim que aparece uma solução digna neste país. O BES Mau vai ser liquidado portanto estas obrigações vão deixar de existir. O que eu me pergunto é: porque é que isto já não foi feito aquando da primeira recapitalização do Estado\Fundo de Resolução. Não minorava ligeiramente o valor da recapitalização feita em Julho de 2014?
2000M€ não serão, mas muitos desses contractos vão acabar em litígio. Aliás, sabe-se que o estado não esteve de boa fé ao escolher o que era para honrar e o que não era.
Sendo assim, vamos ver no que dá.
“Sendo assim, vamos ver no que dá.”
Irá dar numas indemnizações a pagar pelo Estado, resultado de acções judiciais interpostas em Portugal ou Bruxelas…
Banif não era sistémico, BPP não era sistémico, BPN não era sistémico e mesmo no caso BES preferia que o tivessem deixado falir e accionado o Fundo de garantia de depósitos.
Assim, puro e duro. Já não será neste governo, desconheço em absoluto se na altura o P.M. será do PS ou PSD, mas a factura, essa será paga pelos do costume. A choldra continua igual a si própria.
Mais, pela parte que me toca o sistema financeiro português oferece-me tanta confiança quanto a D. Branca. Nem sei se não será preferível arriscar num qualquer esquema piramidal e salve-se quem puder… No curto prazo é possível rentabilizar e reaver o investimento e ficar com saldo positivo ainda que existam perdas parciais ou mesmo totais. Já no longo prazo, o mais certo é virar membro numa qualquer associação de indignados ou espoliados…
Não percebo, segundo o António não está bem ao ser espoliado pela banca, já que entrou num contracto de livre vontade num mercado livre?
Nada é sistémico num país com a banca toda falida, coisa que não se alterou com todo o dinheiro que lá metemos.
Não, pelo contrário. Desta vez não é o contribuinte que paga mais esta factura. São os obrigacionistas, já se deveria ter optado por esta solução há mais tempo.
Com efeito, tinha percebido mal. É daquelas alturas em que fico contente por me ter enganado.
Post corrigido. Antes dizia “Estado enterra mais 1985 M€ no BES”.
J. Manuel Cordeiro,
Tem a certeza que o zé-contribuinte não vai entrar nem que seja com algum? Olhe, eu não tenho tanta certeza. Se calhar é vício ou da idade ou do ditado ‘caldo escaldado de água fria tem medo?’, ou ‘quando a esmola é grande, o pobre desconfia’ ou ainda ‘minha amiga é a minha barriga mas é quando não me dói’.
Cumprimentos e Boas-Festas!
Vamos ver, vamos ver ver. Até agora sempre o zé-contribuinte (boa expressão) foi convocado. E, verdade seja dita, não acredito em mudanças súbitas.