Ilustrada de forma eloquente no seguinte vídeo:
(Roubado do site da SIC Notícias, ver aqui).
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

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O futuro deste tipo passa por Angola. Há uma coisa que me intriga na falta de reacções indignadas ao discurso deste personagem: o que ele quer dizer quando afirma que ‘não devemos judicializar a relação com Angola’? Que a Justiça não deve investigar os desmandos deles quando praticados em Portugal? É isso?!