Ilustrada de forma eloquente no seguinte vídeo:
(Roubado do site da SIC Notícias, ver aqui).
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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O futuro deste tipo passa por Angola. Há uma coisa que me intriga na falta de reacções indignadas ao discurso deste personagem: o que ele quer dizer quando afirma que ‘não devemos judicializar a relação com Angola’? Que a Justiça não deve investigar os desmandos deles quando praticados em Portugal? É isso?!