Esta não é uma discussão ideológica. É uma discussão de boa gestão e políticas públicas. Não há qualquer racionalidade em pagar duas vezes pelo mesmo serviço.
A explicação simples e objectiva do Ricardo Paes Mamede.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Esta não é uma discussão ideológica. É uma discussão de boa gestão e políticas públicas. Não há qualquer racionalidade em pagar duas vezes pelo mesmo serviço.
A explicação simples e objectiva do Ricardo Paes Mamede.
[…] se vergaram às políticas do PS. Um Governo que até começou bem, acabando com a vergonha dos contratos de associação no ensino, mas que em termos de políticas de Esquerda a sério se ficou por aí. Se alguém pensava […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Curiosamente, não sendo uma questão ideológica, a discussão divide-se entre “esquerda” e “direita” (com raros casos de “desalinhamento”, como o ex-ministro da educação do PS Marçal Grilo ou alguns autarcas do PS; haverá casos semelhantes à direita). Para questão “não-ideológica” ….
O facto de ter sido transformada numa questão ideológica não significa que o deva ser.
O que é ideológico é o “ruído” criado pela oposição à volta de uma questão que à partida não teria impacto nenhum. É que não há nenhuma alteração à lei dos contrato de associação, sequer! Há apenas um despacho para analisar caso a caso as situações em que a lei não esteja a ser cumprida.
Ou seja, estamos a falar de um despacho que teria impacto ZERO se não houvesse nenhuma falta de transparência nos contratos de associação.
A razão para toda a polémica é apenas a proteção a situações de fraude e de favorecimento de grupos privados que financiaram campanhas eleitorais do PàF — disfarçada de “questão ideológica”.
Já o ex-ministro da Educação, Marçal Grilo …
Também.
Haha! Qual é seu ponto? Não entendo.
Está a ver agora quem é que está a fazer disto uma disputa partidária? É ridículo..
Os lóbis dos colégios são fortíssimos de há muitos, muitos anos. O parasitismo faz parte do ADN da nossa ilustre classe empresarial.
http://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2016-05-10-Autor-de-estudo-da-rede-escolar-queixa-se-de-ter-sido-linchado-pelo-lobi-dos-colegios
Percebo o que quer dizer.
Parafraseando Cavaco: tratando-se apenas de uma questão de boa gestão e políticas públicas, duas pessoas com a mesma informação chegariam certamente à mesma conclusão. Infelizmente, a ideologia … meteu-se na discussão. Não havia necessidade.
exacto,a ideologia,por isso mesmo a direita comemora hoje mais um grande feito ideologico:despedimento sem justa causa da Dilma.Claro que este precedente aberto pela direita brasileira será falado,observado,discutido,falado,etc….optimo,as “direitas” estam-se mesmo a pôr a jeito.
«Pagar duas vezes»
O mais que se pode dizer é que para encher salas vazias e sem professores, pessoal e tudo o mais de despesa no público, se vão esvaziar salas e despedir professores e pessoal (menos dos que se vão empregar no público) e cessar outras despesas no privado.
Como manda a constituição e a lei, tanto a portuguesa como a europeia.
mas ninguém se apercebe de que as salas das escolas publicas estão a abarrotar??? o antigo (des)governo encheu de novo as salas de aula… as escolas públicas tornaram-se locais de despejo de filhos que não valorizam o acesso à escolaridade e onde se espera que o professor eduque, substituindo os pais na tarefa difícil de regular comportamentos, Os ditos colégios não me afrontam pois reconheço que assentam em regras que criam um “clima” de escola, de pertença, que propicia a valorização de “estar na escola”.
Este ruído vem abafar outras discussões importantes como as condições em que as públicas funcionam: mal.