Shiny happy women laughing


 Catarina Veiga Miranda


Acabo de ler um artigo giríssimo sobre Chaunte Lowe, a atleta norte-americana, favorita em High Jump.

É a modalidade que Gosto de ver embora me tenha escapado olimpicamente desta vez. Nunca me interessou reparar na competição em altura. Estou a ver mulheres a voar e do sofá (ou da cama) parecem plena e finalmente felizes. Vê-las é uma Pedra.
Também sinto essa satisfação quando as vejo em desportos de equipa sobretudo futebol onde me emociono como no futebol (uma modalidade que passo o ano a detestar, literalmente, por estar em todo o lado sem qualquer alternativa)

Mas vejo-as libertas e a voarem.
A superarem-se a cada centímetro a mais que voam e sentem Prazer. Não me interessa o esforço, o sacrifício, o doping, ou as chatices…vejo-as só.
Haverá outras modalidades intelectuais que dão prazer (uma doce teima que tinha com d.)
Mas no Desporto nota-se muito. É físico.
Não há nada mais Giro e Compensador e Esperançoso do que ver mulheres felizes mesmo que sejam do Olimpo. Uma verdadeira inspiração para o comum de nós…de mim.
Elas dizem: “é Possível”

Comments

  1. O desporto liberta? – Sim, liberta.
    É mais do que ganhar ou não ganhar medalhas.

  2. Mas porque raio não havia de ser possível? Não há competições femininas há décadas? Que texto mais ridículo… Mulheres felizes… E?

  3. Já agora, “High Jump” é salto em altura como foi toda a vida antes da bacoca pós-modernice. E que dizer do título… Portugueising 4ever. Mas quem é que convidou esta ameba para escrever aqui?

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