e o humorista faz o seu trabalho.
Aquele momento em que o ridículo atinge proporções descomunais
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[…] as extensas reportagens sobre o vento, a chuva, o frio e as ondas, com reportagens em directo, mesmo quando NADA se passa. O exemplos são muitos. Quem tenha paciência para quase duas horas de “notícias” […]







Ouço falar dessa rádio. Ainda ontem um colega no trabalho, sozinho, cantarolava uma música, completamente idiota, com esse título: “mixórdia de temáticas”. E na verdade eu até tenho tentado dar uma uma oportunidade a essa rádio, tendo memorizando a estação no rádio do carro e tudo, mas sempre que a sintonizo está a passar publicidade. Sempre! “Pois… por isso é que se chama comercial”, pensei!
Não é preciso, há em podcast
Muito bom…e triste!
Surpresa, surpresa, é Inverno, chove e faz frio. Onde é que isto irá parar?!
por qualquer motivo, há muitos anos que não acho gracinha nenhuma a Ricardo Araújo Pereira, nem ao pessoal que anda agarrado às Produções Fictícias e que ainda por cima infesta tudo e agora além do Canal Q até a RTP.
Vejo que três comentadores de tumbs down apreciam a rarefacção de humoristas nas rádios e televisões portuguesas. Apreciam os lóbizinhos do sempre os mesmos, que se convidam em círculo fechado a actuar, ao bom estilo do círculo fechado dos directores de jornais. Ainda se tivessem graça.
As notícias que interessam!
Esse Ricardo por vezes mais valia estar calado . para ver e ouvir palhaços vou ao circo.