O golo da semana

Havia muito por onde escolher. Este do génio futebolístico de Hernan Perez, ou este que será um dos golos de carreira de El Nino Fernando Torres. Fiquei-me pelo míssil de Yves Bissouma.

O Evangelho segundo São Mendes (2)

Roberto Ayala sabe o que diz, mas não diz tudo o que sabe. 16 foram as contratações horizontais à la Mendes nas últimas 4 temporadas. Se o Valência descer de divisão, vai ser o princípio do fim.

PSD desesperado

breaking-news

Não há outra explicação.

Quanto vai custar a caixa a cada um de nós?

Não importa!

Quem é que “mamou à grande” com a Caixa?

Não importa!

Quem vai pagar a despesa?

Não importa!

Depois admira-se com as sondagens!

Centeno

centenolusa

Defendi aqui Mário Centeno das atoardas que envolviam já queixa-crime e outras originalidades plenas de coerência política, como é timbre, aliás, do irrevogável CDS. Se o Ministro das Finanças não mentiu, deve encerrar-se o assunto e seguir em frente. Mas se mentiu, deve sair. Um alto responsável público não pode mentir.

«eles tinham a tendência de pôr assento em “paras»”? Efectivamente: assento

observador

gemahnt es dich so matt?

 Fasolt

Da ließe sich ja eine Spekulation mit meinen Vögeln machen.

Papageno

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Nesta entrevista, João Malaca Casteleiro vem explicar a lógica subjacente à base IX, 9:

os nossos alunos nas escolas, como “pára” tinha acento, eles tinham a tendência de pôr assento em “paras”, “paro”.

Portanto, a ambiguidade de

Bloqueio nos fundos da UE para projecto de milhões na área do regadio

justifica-se porque uns alunos (volto a perguntar: “onde está o estudo?“) punham assento.

Exactamente: está tudo explicado.

Efectivamente, como alguns escreventes têm “a tendência de pôr assento” em vez de acento, receio que a próxima proposta seja a abolição de <ss> em formas como asso, passo ou mesmo apressar e a respectiva substituição por <ç>: aço, paço e apreçar. Porquê? Então, citando Malaca Casteleiro, “o contexto diz-nos”. Exactamente. É o contexto.

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A pura incompetência dos agentes da Alfândega de Lisboa

alfandega-de-lisboa

Tenho desde o passado dia 7 de Fevereiro um envio (despachado da Rússia a 24 de Janeiro) um artigo enviado da Rússia que corresponde a uma caixa de uma colecção de cartas de jogadores de futebol que não é comercializada no nosso país. O artigo em causa deve ser doravante tratado por envio e não por encomenda, visto que a troca realizada envolveu um envio gratuito de um produto semelhante à pessoa com quem troquei no dia 25 de Janeiro. Curiosamente, mesmo apesar dos correios russos demorarem em média 2 dias a desalfandegarem envios considerados como “importações”, resolvemos, eu e o meu parceiro russo, escrever uma nota na encomenda “free of commercial value. exchange” para assim explicarmos aos agentes alfandegários dos dois países que não existiam quaisquer valor comerciais envolvidos. Apesar dos correios russos serem, como não seria de esperar, lentos, pela imensidão do território e do número de habitantes que tem que satisfazer, a alfândega moscovita demora por norma 2 dias a analisar as importações, e os correios russos demoram por 4 dias a fazer chegar correspondência ou envios de Moscovo a Khimki. Para um destino longínquo nos confins da Federação, a coisa pode levar meses, Portanto, o meu envio já chegou no dia 4 de Fevereiro ao destinatário

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Dia Mundial da Rádio


Hoje é o dia dos dias menos cinzentos. Viva a Rádio.

Juros de 4% são aceitáveis?

cc

A presidente do IGCP acha que sim. E antes que se acuse a senhora de ser mais uma esquerdalha ao serviço da Geringonça, importa recordar que Cristina Casalinho exerce a função desde 2014, tendo chegado ao cargo durante a administração Passos/Portas, não pela mão de Costa.

Segundo entrevista dada hoje ao Público, que se recomenda, Cristina Casalinho afirma que taxas de juro de 4% são aceitáveis se o Estado continuar a conseguir superavits primários como aquele que tivemos em 2016. Que verdadeiramente importante é gerir o risco de refinanciamento. Que taxas de juro na casa dos 4% são “taxas historicamente normais”.

Isto é bom? Eu, que não percebo patavina de economia, acho que não. Taxas de juro de 4% parecem-me um assalto e a minha esperança de que o Estado consiga sucessivos superavits primários não é grande. Mas isso sou eu que sou um doido que vê terrorismo nos mercados e na especulação. Quanto aos superavits, e como afirmou Marcelo, qual soco no estômago do seu partido, pode ser que a Geringonça continue a superar as expectativas. Pelo menos até á chegada do Dr. Belzebu.

Foto@Dinheiro Vivo

Al Jarreau (1940-2017)

A vida vai-me matando a adolescência ou, como teria dito o Manuel Dias, está a morrer uma data de gente que nunca tinha morrido. O cantor que era também músico: uma voz que falava, cantava e tocava, tudo ao mesmo tempo, em muitos géneros.

 

A municipalização do ensino

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Dá conta a comunicação social que uma escola de Gaia inventou um “projecto” a que deu o nome de Saber, pelo qual terá sido “distinguida” nos EUA – o jornal não diz por quem* – e que recebeu também a benção da autarquia, que publicita o feito através de meios institucionais. Ora, consiste esse original “projecto”, segundo a bizarra notícia, em pôr alunos do secundário a ensinar os seus colegas mais novos.
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Careful what you wish for, PSD

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via PSD@Pinterest

Quem não se lembra da heróica cavalgada eleitoral de Marcelo, o homem que vinha para salvar a direita órfã dos abusos da Geringonça e que, qual Cavaco, boicotaria a usurpação parlamentar da esquerda? Pois, esse Marcelo já lá vai. Ou talvez não tenha sequer chegado a aparecer. Ou, melhor ainda, está a fazer o seu número político para que, no dia em que tal se tornar necessário e vantajoso, possa tirar o tapete ao governo e afirmar que está acima de críticas porque colaborou enquanto pôde. Cenas para ver nos próximos episódios. Por enquanto, pelo menos para o segmento recém-radicalizado da direita parlamentar, o presidente que o PSD desejou eleger é cada vez mais um alvo a abater. Um vilão chamado Marcelo Rebelo de Sousa. [Read more…]

Caranguejola vale 31,4%

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É o que diz o estudo apresentado no final da passada semana pela Aximage. E se os resultados do estudo encomendado pelo grupo Impresa à Eurosondagem não auguram nada de bom para Passos Coelho e Assunção Cristas (juntos valem 36,2% do eleitorado: PSD = 29,2%/CDS-PP = 7%), a encomenda do grupo Cofina coloca os partidos de direita com assento parlamentar numa situação ainda mais delicada.

O PSD, que até cresceu face ao último estudo (25,1%), consegue apenas 26,4% das intenções de votos dos inquiridos. Já o CDS-PP não vai além dos 5%. Juntos valem apenas 31,4% das intenções de voto, ao passo que a Geringonça consegue um resultado esmagador de 58,3% (PS: 42%/BE: 8,4%/ PCP: 7,9). Quase o dobro.  [Read more…]