Descobrimentos tecnológicos na era da Geringonça?

“Portugal lançava navios, agora lança startups”, diz a Bloomberg [Expresso]

Conselho de Arbitragem da FPF: que critérios?

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Chocou-me. Profundamente.

Na presente semana, os diários desportivos e a rádio, mais concretamente a Renascença, plantaram duas notícias que na minha humilde opinião voltam a colocar em cheque a actuação da presente equipa que elenca o Conselho de Arbitragem da FPF.

A primeira está relacionada com a análise que o CA\FPF fez da prestação da equipa de arbitragem comandada por João Pinheiro no Funchal no Marítimo vs Sporting, jogo no qual foi sonegado um golo completamente válido a Alan Ruiz nos minutos finais da partida, golo que garantiria a vitória do Sporting na partida caso fosse devidamente validado. A segunda está relacionada com um suposto parecer enviado pela UEFA ao CA relativo ao erros (continuo a defender que foram erros grosseiros que influíram no desfecho final da partida) cometidos por Jorge Sousa e pela sua equipa de arbitragem no jogo da Luz.

Vamos por partes:

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«¡Qué importan los hechos!»

Tal es, en síntesis, la “hipótesis comunista” elaborada por Alain Badiou, que no oculta los hechos, simplemente los da como no pertinentes: si la revolución y el comunismo se han revelado como una forma de transición, tardía y particularmente cruel, del feudalismo a la más rapaz versión del capitalismo, peor para los hechos.

Santos Juliá

Mas há contacto!

— Rodolfo Reis, 29/1/2017

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É verdade, hoje, não há contato.

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Quanto aos documentos comprovativos de todos os fatos, já foram enviados à Assembleia da República. Efectivamente: há muito tempo.

Continuação de uma óptima semana.

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Completamente de acordo com o CDS

Excelentes medidas, aquelas que defende o CDS no que diz respeito aos cuidados paliativos. Mas nenhuma delas invalida a descriminalização da eutanásia.

Suicídio assistido, testamento vital, eutanásia…

Quando um ser humano decide colocar um ponto final à sua vida, falamos de suicídio, seja na forma tentada ou consumada, consoante tenha sido bem ou mal sucedido nos seus intentos. É um problema que diz respeito ao próprio, sobre o qual o Estado nada tem a dizer.
Alguém que decida terminar a vida, mas não tem condições para o fazer, físicas, falta de coragem ou meios, deverá ter ao dispor uma hipótese de suicídio assistido. Existem países que o permitem. Por exemplo um doente que não quer sofrer, mediante acto médico a seu pedido recebe uma dose letal de fármacos. Obviamente que aqui existem questões éticas a considerar, não se pode obrigar um médico ou enfermeiro que tem direito à objecção de consciência, mas o problema é ultrapassável, com outro médico. Salvaguardando algumas questões legais, como testemunhas da vontade expressa do paciente e até porque não, um prazo de reflexão entre requerer e consumar o acto, não vejo porque razão há-de o Estado impedir por força de Lei um acto que pode ser contratado entre partes. [Read more…]

O efeito do aumento do preço dos refrigerantes no poder de compra dos portugueses

Ontem, no sr. Abreu, paguei 5 euros por 1 prato de sopa + 1 prato de Jardineira + 1 Coca-Cola* + 1 café.
Hoje, no sr. Abreu, paguei 5 euros por 1 prato de sopa + 1 prato de Bacalhau à Braga + 1 Ice Tea** + 1 Café. [Read more…]

A eutanásia vista por um adolescente de 15 anos

A eutanásia tem sido ultimamente mote para larga discussão em todo o mundo. Há os que a defendem, há os que a atacam, há enfim uma opinião bastante dividida sobre o assunto.
Por um lado, uma visão religiosa que não aceita que o Homem mate o que Deus criou. Por outro lado, uma visão talvez mais realista, que defende a eutanásia como a única forma de aliviar o sofrimento de muitos doentes já condenados.
A posição das organizações estatais de todo o mundo é clara: a eutanásia é proibida, ou melhor, não é sequer reconhecida. É conhecido o caso das enfermeiras austríacas que foram presas em virtude do seu «crime de compaixão»: ao verem doentes idosos sem salvação, agonizando nas camas do hospital, só à espera da morte lenta, resolveram dar um fim a essa agonia, terminando com a sua vida vegetativa e sem sentido. Viu-se o que lhes aconteceu…
Já passou, inclusivamente, uma série na RTP – a «Clínica da Floresta Negra» – que abordava o problema num dos episódios, mostrando dois idosos desesperados com o facto de os médicos lhes terem salvo a vida. Não passava de uma série, é certo, mas o que lá se passava é mais frequente do que podemos imaginar. O mesmo acontece com os recém-nascidos com deficiências profundas para toda a vida: [Read more…]