E já são 30 anos sem o Zeca Afonso . Fazes-nos falta.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Eu poderia escrever 1 resma de papel a falar do Zeca, mas não vou fazê-lo, até porque tinha que dizer umas tantas verdades sobre P”C”P, e a LUAR, da altura, em que ela mais precisava. E o abandonaram…
http://portocanal.sapo.pt/noticia/115277
“Fazes-nos falta”
E de que maneira!
O Zeca era único. Até pela sua experiência de vida, com As suas ligações ao ultramar português, a ausência dos pais quando estes ficaram presos em Timor, a luta política, o ensino.
Temos bons cantores e compositores de música popular e de intervenção, mas há sempre um que nos representa melhor.
Obrigada Eva, por me fazeres ouvir.
Ao minuto 41:26, diz assim: “(…) uma evocação na fase do rescaldo (…) do que foi essa época maravilhosa em que, para se ser cidadão, era necessário mais alguma coisa do que meter um voto numa urna, da participação directa, uma época em que o povo era efectivamente, ou estava efectivamente a ser, um sujeito da História (…)”. É isto que faz mesmo tanta falta, pela pérfida subtileza com que nos enrola o capital nesta época, deixando as pessoas desorientadas e abúlicas, faz tanta falta animar a malta, Zeca!
O que faz falta é convocar a malta .
Na verdade, só nos faz falta o Zeca Afonso, pela nossa incapacidade de prosseguir com o que com ele aprendemos, acreditámos e nos envolvemos, mas nos sentimos incapazes de prosseguir na prática. Ainda que tenha lidado pessoalmente, mais de perto com ele, pelo menos dois anos, guardei-o carinhosamente no meu coração. E assim sigo a fazer o que acredito e sinto nesse meu activismo/exercício de cidadania, com o ânimo e a consciência que ele em mim desperto e alimento e amplio na interacção com outros. O que o Zeca menos queria era ser líder e que o seguissem! Obrigada ZECA AFONSO!!!
“Amigo maior que o pensamento” continua a fazer “falta é acordar a malta”… e “animar a malta.”