Garcia Pereira e o PCTP/MRPP


A reacção de Garcia Pereira à sua saída do PCTP/MRPP depois das declarações e actos por parte daquele que ele considerava como “um verdadeiro Amigo e até como um Pai”.

“Dezoito meses e milhentas calúnias depois de me ter visto forçado a apresentar a demissão do Partido onde militei durante mais de 40 anos, entendi ter chegado o momento de quebrar o silêncio que, desde então, impusera a mim próprio.” (António Garcia Pereira)

O meu silêncio

Comments

  1. João Rodrigues says:

    O eterno “Grande Educador do Povo”,como o tempo passa,o Grande Camarada Arnaldo de Matos,que foi elogiado como Grande Democrata,por quem havia de ser,o Grande Alberto João Jardim,teve o desplante de fazer isto ao Camarada Garcia Pereira? Mudam-se os tempos,haja ainda quem nos vai divertindo,vamos esperar,para saber o que diz o Camarada Durão Barroso 🙂

  2. Atento/sempre says:

    Igualmente militou na FML,o Durão Barroso, (e outros) não deixou de ser corrido do partido!
    E estranho que o Garcia Pereia, que foi membro do CC, durante estes anos todos, nunca o vi a dar entrevistas, como tem dado nos últimos meses.
    Alguma coisa ele fez?
    Ou será que os mídia mudaram de opinião quanto ao PCTP/MRPP!!!
    A maioria a comunicação social, teve e têm, um ódio de morte ao PCTP/MRPP, e seus militantes, simpatizantes, e até amigos do partido..
    Hipocrisia à vista meus senhores…
    Viva O PCTP/MRPP!

    • ZE LOPES says:

      Atento: na próxima escreva em Português! O povo agradece!

    • CSerra says:

      Oh “Atento”, com um nome desses devias estar mais atento. “E estranho que o Garcia Pereia, que foi membro do CC, durante estes anos todos, nunca o vi a dar entrevistas, como tem dado nos últimos meses.” – O GP não dá entrevistas há 18 meses. E para quem tanto defende o MRPP então nunca o viu dar entrevistas antes? Ah ah ah ah ah

  3. O tempo veio dar razão àquele comboio que conforme slogan então em voga do MRPP, avançava com a revolução a todo o vapor acabando afinal por demonstrar que no seu seio trazia sim os ovos que tornaram pujante a contra-revolução.

    • Atento/sempre says:

      Só para recordar!

      8 DE MAIO DE 1975:
      A Tentativa Falhada de Aniquilar o MRPP
      É Bom que as Lições Sejam Aprendidas ….
      Publicado em 28.05.2015
      “No 28 de Maio de 1975, dia grado aos fascistas, o COPCON, sob o comando do conspirador fascista e assassino colonial Jaime Neves, lançou um ataque terrorista fascista às nossas sedes e delegações, prendeu, espancou e torturou mais de 400 camaradas nossos entre os quais o secretário-geral Arnaldo Matos (…).
      Foi um ataque cobarde e traiçoeiro, levado a cabo às 22h30 simultaneamente em todas as sedes e delegações de Lisboa com o apoio de panhards e chaimites, conduzidos por centenas de comandos e fuzileiros navais armados até aos dentes e bem treinados experimentados nos massacres aos povos irmãos das colónias. Em Lisboa, Santarém, Peniche, Bombarral, Vila Franca de Xira, Barreiro, Setúbal, Alhos Vedros, Montijo, Seixal e outras localidades, os nossos camaradas resistiram firmemente a esta agressão e as massas populares repudiaram-na prontamente. (…)”
      Em pleno auge da luta entre a revolução e a contra-revolução, é este o início da declaração do Comité Executivo do Comité Lenine, Comité Central do MRPP, datada de 29 de Maio de 1975 e apresentada no nº61 do Luta Popular de 31 de Maio de 1975, em que se denuncia a operação terrorista e fascista que visava impedir o avanço da revolução, escolhendo como alvo o MRPP, único partido, que sob uma direcção firme, ideologicamente correcta e com grande ligação às massas, estava a conduzir a luta do povo, sobretudo da classe operária, para a tomada revolucionária do poder.
      O COPCON, a mando do PCP, planeou e executou uma operação cirúrgica, com alvos bem definidos e que tinha como objectivo criar as condições para impor uma ditadura social-fascista, pelo que este ataque seria a primeira fase de uma repressão mais generalizada e que visava todos antifascistas, democratas e patriotas que se lhe opunham.
      Mas, apesar deste ataque à cabeça da classe operária, visando o aniquilamento do MRPP através da eliminação física dos seus principais dirigentes, com destaque para o secretário-geral, camarada Arnaldo Matos, os reaccionários no poder não conseguiram concretizar os seus objectivos e sofreram uma pesada derrota, que se deveu à firme aplicação da ideologia comunista, que passou pela realização de uma greve de fome de 18 dias, e à concretização de uma verdadeira linha de massas, definida e dirigida, pelo comité central , sob a direcção do camarada Arnaldo Matos a partir do interior da prisão.
      Foi, efectivamente, o grande movimento de massas que levou à imediata reocupação das sedes e às sistemáticas e grandiosas manifestações populares pela libertação do camarada Arnaldo Matos e de todos os anti-fascistas presos, em particular junto da cadeia de Caxias, que nem os chaimites , balas e gás lacrimogénio impediram.
      Foi assim que a 11 de Julho de 1975, o camarada Arnaldo Matos é libertado, do Hospital militar da Estrela, seguindo-se a libertação de todos os restantes presos anti-fascistas até à realização em 18 de Julho de um grande comício no Campo Pequeno, data que assinala a derrota das forças do PCP e dos fascistas, assegurando a liberdade e democracia!

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