Os aspetos nunca são positivos. Efectivamente. Nunca.
«Um fenómeno que tem aspetos muito positivos»?
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[…] De facto, o AO90 não tem aspectos positivos. […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Os aspetos nunca são positivos. Efectivamente. Nunca.
[…] De facto, o AO90 não tem aspectos positivos. […]
Há umas semanas, algures entre o Teams e o Zoom, o cronista apresentou, entre outros artigos, os New Methods for Second-language (L2) Speech Research, do Flege — e achou curiosa a serendipidade do próximo parágrafo que lhe caiu ao colo, o dos new methods do nosso querido Krugman. A serendipidade. Nada encontrareis igual àquilo. Nada. Garanto. […]
Como escreve Natalie B. Compton, “um urso fez uma pausa para uma extensa sessão fotográfica“. Onde? Em Boulder, CO, nos Estados Unidos da América.
N.B.:
Debate político entre Aventadores. A Esquerda, a Direita, e não só.
A actualidade em análise com as opiniões dos participantes no Aventar sobre a actualidade.
Debate sobre política, sociedade, actualidade, entre outros.
As músicas escolhidas pelos participantes do Aventar com espaço para entrevistas e apresentação de novas bandas, tendências e sonoridades.
Aqui reinam as palavras. Em prosa ou poesia. A obra e os autores.
Amanhã, em Liège, no Reflektor, Thurston Moore Group (com Steve Shelley). Depois de amanhã, em Courtrai (Kortrijk, no original), Lee Ranaldo, com os fabulosos The Wild Classical Ensemble. Só nos falta a Kim Gordon.
Pais pedem aulas extra para compensar efeitos das greves de professores
o Novo Banco começou a dar lucro. 561 milhões em 2022. E tu, acreditas em bruxas?
Durão Barroso não é nem padre, nem conservador: é José, não é [xoˈse], pois não, não é. Irá casar-se (com alguém). Não irá casar ninguém.
no valor de 3 milhões de euros, entraram no país de forma ilegal? Então o Bolsonaro não era o campeão da honestidade?
fixou o preços dos bens essenciais, em 1980, para combater a inflação. O nosso Aníbal já era bolivariano ainda o Chávez era uma criança.
Enforcamento, ataque cardíaco e quedas de muitos andares ou lanços de escadas, eis como se “suicidam” os oligarcas na Rússia contemporânea. Em princípio foram gajos da CIA. No Kremlin são todos bons rapazes. Goodfellas.
Retirar “referências racistas” dos livros/filmes de 007? Qualquer dia, ”Twelve Years a Slave” ou “Django Unchained” serão cancelados.
Foi para isto que vim ao mundo? Estava tão bem a baloiçar num escroto qualquer, tão descansadinho.
E uma linguista chamada Emily M. Bender está preocupada com o que irá acontecer quando deixarmos de nos lembrar disto. Acrescente-se.
Foto: New York Magazine: https://nym.ag/3misKaW
Exactamente, cacofonia. Hoje, lembrei-me dos Cacophony, a banda do excelente Marty Friedman. Antes de ter ido para os Megadeth, com os quais voltou a tocar anteontem. Siga.
Oh! E não se atira ao Pepê? Porquê? Calimero, Calimero. Aquele abraço.
O que vale é que em Lisboa não falta onde alojar estudantes deslocados e a preços baratos.
Onde? No Diário da República e no Porto Canal. That is the question. Whether ‘tis nobler in the mind to suffer… OK.
Maria de Lurdes Rodrigues escreveu uma crónica intitulada “Defender a escola pública”. Em breve, uma raposa irá publicar um livro intitulado “Defender o galinheiro”
Lição n.º 1: Concentrar elementos do mesmo campo semântico. Exemplo: “Erguemos os alicerces necessários para podermos afirmar hoje, com confiança, que não começámos pelo telhado. A Habitação foi sempre uma prioridade para nós“.
“Lucros do banco Montepio quintuplicam para 33,8 ME em 2022” MAS “Montepio fechou 89 balcões e reduziu 527 trabalhadores de outubro de 2020 a dezembro de 2022”
Acrescente-se este artigo do Público à lista de leituras recomendadas.
há um contraste de vozeamento. Direis que *caceiteiro não existe. Existe, sim, garanto-vos. Esteve aqui. Hoje. No Aventar. E é palavra candidata a Palavra do Ano 2023. E só tenho direito a um terço do prémio.
melga
O Francisco M. Valada faz um esforço denotado para combater o politicamente correto, em que se tornou hoje, o escrever mal.
Podemos mesmo dizer que hoje escrevemos um Português de merda. Contra mim falo. Muitas vezes, já não sei às quantas ando!
Portanto, meu caro, as melgas não nos ensinam nada. Nem combatem doenças. Quando muito, transportam-nas. Como a doença da iliteracia, tão comum na nossa terra.
Houvesse muita gente como ele, não é o único, mas ainda assim são poucos, e talvez falássemos e escrevêssemos todos um pouco melhor.
Há-de ler um jornal britânico, verificar como eles escrevem, compará-lo a um jornal norte americano, sul africano ou australiano, e verificar as diferenças. Mas se ouvir a BBC – Londres e ouvir a CNN, ainda vai sentir mais diferenças.
Basta ir à internet. Não gasta dinheiro.
Depois, se vir que não há nenhuma diferença, chame-me melga a mim!
Caro Rui Naldinho:
Se quer escrever correcto não deve escrever “correto”. E penso que quando escreveu “esforço denotado” quereria ter escrito “esforço denodado” – É denodado (vem de denodo) e não denotado.
De resto, concordo com o que escreveu, e tiro o meu chapéu ao Francisco M. Valda. Foi por causa dele que comecei a ler o Aventar, e se ainda aqui venho, é só por causa dele.
Quanto à “melga” … espero que não pare de atazanar os PCs (politicamente correctos) que gostam de armar ao fino a escrever “acordês”. Eu lá vou ajudando com umas bicaditas de vez em quando, como posso e onde posso.
Caro Fernando:
Obrigado, pela chamada de atenção. É isso mesmo.
Denodado, que significa empenhado, e não denotado, que apesar de ser uma palavra correcta, não será a mais apropriada ao sentido do texto escrito.
Quanto à palavra “correcto”, você não imagina quantas vezes tenho de corrigir o meu próprio corretor ortográfico, no tablet, uma vez que por defeito, ele me atira para a nova versão AO90.
“Acabei eu próprio por ser apanhado na curva, a derrapar no Português, mas foi salutar, porque reforça o esforço do autor em nos pôr a falar bom português.