Quantos gramas de açúcar tem um litro de leite achocolatado?


Parafraseando palavras alheias, aqui temos uma bela problemática multidimensional: açúcar, crianças, saúde, interesses da industria alimentar, economia, tributação especial de consumo, impostos, políticas, política e orçamento de estado. Cada citação do discurso do deputado é uma pérola (podia ser de açúcar, como as dos bolos) sobre a dura, mas também doce, realidade.

“Manter a taxa de IVA reduzida para o leite com chocolate significa continuar a desinformar as pessoas e a ser cúmplice do agravamento da prevalência da obesidade e diabetes e a usar as crianças como meio de obtenção de lucro fácil para a toda poderosa indústria do leite”, assim concluiu André Silva, o deputado do PAN, sobre a proposta de taxar o açúcar nas bebidas, mas deixando de fora aquela que mais sacarose tem.

Argumentam os autores da proposta que taxar o açúcar é uma forma de combater o excesso de açúcar na alimentação. Não, não é. É apenas um meio para cobrar mais impostos e sem chatear a indústria alimentar. Note-se que as colas, os sumos e coisas parecidas já têm a sua alternativa para não terem açúcar, sem por isso deixarem de ser produtos a evitar. Se realmente a intenção fosse forçar a população a consumir menos açúcar, esse veneno do século XXI, então teriam feito como com o sal há uns anos. Ou então, lançavam uma campanha contínua como a do tabaco ou a do cinto de segurança.

Sobrou o engraçadismo de Ferro Rodrigues a mandar o deputado arrumar a tenda. Era dispensável.

Comments

  1. Fernando Manuel Rodrigues says:

    O açúcar é o que está a dar no “modismo da alimentação, como já deu o sal, o frango, os ovos, as carnes vermelhas, as amarelas, as verdes, as azuis e todas as outras cores do arco-íris, os enchidos, os esvaziados, etc., etc.

    Se para eliminar a obesidade bastasse eliminar o açúcar, o assunto já estaria arrumado há muito. O açúcar é necessário na alimentação (será mais correcto falar nos açúcares). Quanto ao “modismo” proibicionista (/ou esbulhista, através das taxas e taxinhas), é mais um atestado de estupidez ao povo.

    R mais não digo que já comçeo a estar farto das celeumas de “polichinelo”, dos escandalizados de fim-de-semana do Facebook (qual foi a escandalização deste fim-de-semana?) e do politicamente correcto que mina por completo a sociedade. Quando é o próximo voo para Marte?

    • Modismo? Já vi a taxa de diabetes infantil?

      Agora que há aí uma moda de falar em “politicamente correcto” quando se quer matar uma discussão, há.

      • E, já agora, reparou que no post há sugerem-se opções para além da via legislativa?

        Enquanto pensa no assunto, deixo aqui um link que tem tudo para ser levado a sério: vem lá de fora e saiu durante o reinado do governo certo (isso de modas, afinal já tem bolor).

        http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/01/130102_diabetes_criancas_lgb

        • Fernando Manuel Rodrigues says:

          Um link para um artigo “brazuca”? Deve estar a brincar?

        • Fernando Manuel Rodrigues says:

          E o artigo alerta para o aumento de casos de diabetes TIPO 1. Sabe o que é a diabetes tipo 1? Uma pista: Não é adquirida.

          “Type 1 DM results from the pancreas’s failure to produce enough insulin.[2] This form was previously referred to as “insulin-dependent diabetes mellitus” (IDDM) or “juvenile diabetes”.[2] The cause is unknown.[2]”.

          Onde é que entra aqui o consumo de açúcar?

          • Fernando Manuel Rodrigues says:

            Se leu (o que eu duvido) vai ver que este artigo (o tal na línga dos bifes) é completamente diferente, e aponta mais no sentido da minha publicação abaixo, ou seja:

            Have them maintain a healthy weight
            (Assegurem-se de que mantêm um peso saudável)
            Be sure they are physically active
            (Assegurem-se de são fisicamente activos)
            Have them eat smaller portions of healthy foods
            (Façam com que coma pequenas porções de comida saudável)
            Limit time with the TV, computer, and video
            (Limitem o tempo que passam com televisão, computador e jogos de vídeo – e eu acrescentaria telemóveis)

            Como vê, a receita é muito mais variada e racional, e não passa por “mezinhas” como deixar de consumir açúcar.

          • Li esse e li este https://www.diabetes.org.uk/guide-to-diabetes/enjoy-food/eating-with-diabetes/diabetes-food-myths/myth-sugar-causes-diabetes.

            «Should I stop eating sugar altogether?
            You don’t have to cut out sugar out of your diet completely. Sugar is found naturally in fruit, vegetables and dairy foods, and most of us in the UK are not getting the recommended five fruit and veg a day so it’s important we don’t cut these out as they are so good for you.

            It’s the added sugar that we need to cut down on. And it’s not just the obviously sweet things like biscuits and chocolate. It’s the hidden sugar lurking in many foods foods such as baked beans, pasta sauces, tomato ketchup, low fat yogurts and ready meals.

            Some drinks are packed with sugar too. And go easy on fruit juice which contains a lot of sugar and calories. Keep to just one small glass – 150 ml – a day.»

            —–

            Como se constata no post, não defendi que se devia deixar de consumir açúcar. Aliás, creio que até fui bem claro quando referi “Argumentam os autores da proposta que taxar o açúcar é uma forma de combater o excesso de açúcar na alimentação. Não, não é. É apenas um meio para cobrar mais impostos e sem chatear a indústria alimentar. ”

            A adição compulsiva de açúcar (sacarose, pronto) na indústria alimentar deveria ser uma questão de saúde pública. Não é a única causa de problemas, mas é uma delas.

      • Fernando Manuel Rodrigues says:

        E quem lhe disse que a diabetes infantil tem a ver com o consumo de açúcar? Onde é que isso está demonstrado? Lembro-me de, quando era miúdo, ir ao açucareiro e comer AÇÚCAR aos torrões (não era bebidas açucaradas, era açúcar puro). Não fiquei diabético, e ainda hoje não tenho diabetes.

        Os meus filhos são todos saudáveis, e nunca tive necessidade de vigiar o consumo de açúcar. Claro que, como em tudo, “o que é demais é moléstia”, como diz o povo. A questão aqui está no “demais”. A imbecilidade do “modismo” da comida saudável (quando alguém souber qual é a comida que nos faz chegar aos 90 anos com o vigor dos 30, agradeço que me digam) faz com que se esqueçam que isto de ser saudável é uma questão muito complexa, da qual ninguém tem a receita. Começa logo nos genes com que nascemos. Depois, é sempre a abrir. Primeiros meses de vida, – serem amamentados pela mãe, e a horas regulares. Depois, comerem alimentos cultivados sem ou com um mínimo de produtos químicos (onde é que os há?), e por aí fora.

        Ainda me lembro de quando os americabnos (que nisto de modas estão sempre à frente) terem ficado muito surpreendidos com a baixa incidência de doenças cardio-vasculares nos franceses, apesar de a comida deles ser muito rica em gorduras (essa coisa “medonha”). Vai daí, começaram a investigar, e chegaram à conclusão que a ingestão de vinho ajudava a metabolizar as gorduras, e a combinação de umas e outro os tornava mais saudáveis (e esta, hein?)

        As tretas que eu já vi acerca da alimentação davam para uma série de televisão.

        Ah, e já me esquecia – vamos todos morrer, só não sabemos quando. Os homens, se não for antes por qualquer outro motivo, morrem de cancro na próstata, como já ouvi um médico dizer. As mulheres também morrem, mas disso não (seja como for, elas são mais resistentes).

        Por isso, deixem-se de “modismos”, e procurem mas é criar condições para pôr os miúdos a jogar à bora horas a fio, como nós jogávamos, ou a correr, etc. Vão ver que todo o açúcar que ingerirem é queimado – e o corpo ainda fica “tonificado” como agora se diz. O organismo de uma criança saudável queima açúcar em doses industriais – assim o deixem fazer por isso.

        E avisem-me quando for o próximo voo para Marte. Assim como assim, já me sinto “marciano” mesmo.

        • O sapateiro da minha aldeia viveu para lá dos 90 e fumava tabaco mata-ratos, sem filtro, que nem uma chaminé. Que raio de moda essa de dizer que o tabaco causa cancro.

          O que a comunidade médica diz, não sou eu, é que a diabetes tem maior incidência entre obesos. E que um estilo de vida sedentário aliado a uma dieta forte em hidratos de carbono contribuem para a obesidade.

          Já agora, há muito topo de açúcares. A sacarose é apenas um deles e era este que foi alvo de legislação.

    • Carlos Almeida says:

      “modismo da alimentação, como já deu o sal, ……” ?
      Nenhum dos dois produtos faz grande falta. O sal, ainda tem alguma raiz na necessidade antiga de preservar os alimentos antes do aparecimento do frio e entrou nos hábitos alimentares, mas o açucar ?
      “modismo da alimentação……” ?

      • Fernando Manuel Rodrigues says:

        Você come o quê? Comida sem sal e sem açúcar? Deve sair cá cada pitéu…

        • Carlos Almeida says:

          É uma questão cultural, Sr Fernando Rodrigues.
          Há zonas do País em que o sal é usado para dar “gosto” à comida. Noutras usam-se ervas aromáticas e outros truques. Ainda á dias no Centro Norte do Pais, reclamei num restaurante que a comida não sabia a nada.
          A empregada veio logo com a receita: “Se quiser trago-lhe o sal”……!
          E o sal depois da comida feita, não melhora nada antes pelo contrario.
          É tudo uma questão de bom senso. O abuso de aditivos na comida, seja sal, açucar ou mesmo picantes, só estraga o gosto da comida e faz mal à saúde.

      • Paulo Marques says:

        O sal é preciso para a comida não saber a pastilha elástica, ainda por cima desde a propaganda de que toda a gordura faz muito mal.
        Felizmente, para quem tem um rim a funcionar, o sal vai directamente para a urina.

    • Paulo Marques says:

      “O açúcar é necessário na alimentação (será mais correcto falar nos açúcares). ”

      Precisamos de à volta 20 gramas de hidrocarbonetos por dia para o corpo não se suicidar, o resto é desnecessário: sendo o pão relativamente recente, seria estranho se precisámos de tão grandes quantidades.
      Comemos quantidades ridículas de açucar porque andamos a dizer mal da gordura como se fosse toda igual e fizesse toda mal, mas a comida tem que saber a alguma coisa e pimba, 10g de açucar em 50ml de yogurte.

      • Fernando Manuel Rodrigues says:

        Hidrocarbonetos, salvo seja… LOL. Hidratos de carbono. Hidrocarbonetos são petróleo e derivados.

        Quanto à dosagem, segundo este sítio (http://healthyeating.sfgate.com/minimum-carbohydrate-requirement-adults-6360.html) o mínimo recomendável para um adulto normal (não envolvido em actividades físicas exif«gentes) é de 200 a 300 gramas de hidratos de carbono por dia. Obviamente, isto ci«inclui não só açúcar como pão, arroz, feijão, batatas, leite, etc. Mas é preciso ter em atenção que nem tudo no arroz, no pão ou nas batatas são hidratos de carbono (já o açúcar é 100%). Se comermos pão integral, por exemplo, a quantidade de hidratos de carbono contidos no pão é muito menor. O mesmo se passa com o arros ou a massa. Com a vantagem de que as fibras que ingerimos ao comer pão integral ou arroz iontregral vão ter um papel muito importante na regulação das funções intestinais.

        Portanto, não, não são 20 gramas. Não seio aonde foi busvcar esses dados, mas a ingerir 20 gramas diárias, vai ficar em estado de inacção rapidamente.

        • Paulo Marques says:

          “Hidrocarbonetos, salvo seja… LOL. Hidratos de carbono. Hidrocarbonetos são petróleo e derivados. ”
          Tanto se lê inglês que às vezes já nem se sabe escrever na língua materna… e ter que esquecer brasileireirices não ajuda.

          Quanto à dosagem, a memória pode-me atraiçoar, mas penso que é por volta dos 20g na dieta keto, sem qualquer problema em análises muitos meses depois. Sou guloso demais para o fazer, tirando quando tinha uma infeção no intestino, e sim, sente-se mais fraco durante uma semana, mas depois passa.

      • Fernando Manuel Rodrigues says:

        Quanto à gordura, subscrevo inteiramente. É mais um modismo. Daqui a uns anos vamos ter outros problemas de saúde para tratar, fruto da má alimentação provocada por estes modismos.

        ERRATA: É 20 gramas “diários” e não “diárias”. Grama é uma palavra do género masculino.

        • Carlos Almeida says:

          Pois ´é, mas arroz, escreve-se com Z e não com S

          • Fernando Manuel Rodrigues says:

            É verdade, mas esse foi um erro de digitação (dou muitos desses, e quando não revejo o que escrevo, é no que dá).

  2. Rui Naldinho says:

    Só posso subscrevê-lo. Como ainda não chegou a nova crise, nada melhor do que nos entretermos com as nossas pequenas enxaquecas intelectuais.

  3. Luís Lavoura says:

    O deputado tem razão – não faz sentido pôr impostos sobre umas coisas e não os pôr sobre outras. Se querem pôr impostos sobre o açúcar, que os ponham sobre tudo que tem açúcar.

  4. O consumo exagerado de açúcar é um problema para a saúde individual e pública.
    O açúcar também pode viciar.
    Agora ainda está por determinar qual a quantidade regular, diária, individual que cada um de nós pode consumir sem ter problemas de saúde.
    Do ponto de vista da saúde pública a questão coloca-se pela associação demonstrada entre consumo de açúcar e diabetes. Acresce aqui que tratar a diabetes é caro. Quando se consumem recursos públicos por causa de consumos exagerados individuais sem a necessária prudência alimentar isto toca a todos (política).
    Por que hei-de pagar os tratamentos de alguém (dinheiros públicos) que contraiu uma doença devido ao seu comportamento-vício (sal, açúcar, tabaco, bacanais)?
    Esta é a questão…
    Particularmente não tenho nenhuma objecção a que cada um morra em resultado dos vícios-hábitos que tem. Mas que me obrigue a contribuir para os tratamentos isso começa a incomodar os orçamentos dos países.
    Taxar, ou não, açúcar, isso é regular o mercado. É uma obrigação dos Estado-Governos.

    • Fernando Manuel Rodrigues says:

      Já só faltava o “ponto de vista da saúde pública”.

      “Por que hei-de pagar os tratamentos de alguém (dinheiros públicos) que contraiu uma doença devido ao seu comportamento-vício (sal, açúcar, tabaco, bacanais)?”

      Comportamento-vício? Mistura sal e açúcar com tabaco e bacanis? A sério? Realmente, tem razão. Porque havemos de pagar os tratamentos dos outros? Cada um que pague os seus. Ponto. Se não puderem, deixá-los morrer.

      O problema é quando não se consegue comprovar com 100% de exactidão uma relação de causa-efeito entre uma coisa e outra. Por exemplo, notei que na sua lista erstá ausente o consumo de álcool, isso sim algo que devia preocupar, porque as consequência desses abusos sobretudo em população jovem são imensamente mais problemáticas do que o consumo (moderado) de açúcar, que é um falso problema, na minha opinião. Mas a nossa sociedade continua altamente permissiva para com essa questão.

      “associação demonstrada entre consumo de açúcar e diabetes”. Onde é que isso foi demonstrado? Por quem? Com que dados? Não será que ouviu que a diabetes está associada à obesidade? É que obesidade e consumo de açúcar são duas coisas completamente diferentes. E estamos a falar da diabetes tipo 2, porque a tipo 1 é uma doença auto-imune de causa desconhecida. É o tratamento dessa que é caro, mas estupidamente, as pessoas estão a confundir a estrada de Beira com a beira da estrada. A verdade é que esta discussão é mais uma falácia, como muitas outras que os “modismos” actuais trouxeram para a praça pública. E com isto vão entretendo os tolos, e distraindo-os dos verdadeiros problemas.

      “Quando se consumem recursos públicos por causa de consumos exagerados individuais sem a necessária prudência alimentar isto toca a todos (política).” Completamente de acordo. Mas isso combate-se com taxas? E a taxa, por acaso vai incidir sobre todos os alimentos com açúcar? E “qualquer” açúcar? E os alimentos com adoçantes? E as cocas-colas zero e afins? São boas para a saúde?

      Parece-me que fala por ouvir dizer, quiçá num desses programas de televisão muito “informativos” com que as nosas televisões nos brindam amiúde, nomeadamente essa preciosidade chamada Prós e Contras” (que por sinal também é pago com o dinheiro dos contribuintes, e a mim nunca me perguntaram se eu o queria pagar).

    • Fernando Manuel Rodrigues says:

      Diz ainda que “O açúcar também pode viciar.” O açúcar não provoca dependência. Quando muito, poderá desencadear uma dependência psicológica. Mas sabe que mais? O sexo, a velocidade, a comida, o jogo, o perigo, as compras, a preocupação com a beleza, o coleccionismo, o trabalho, etc. etc. – tudo isto pode viciar. O ser humano é muito complexo, e pode criar dependências psicológicas pelas coisas e causa mais absurdas. Portanto, dizer que o açúcar pode viciar é não dizer nada. Pode viciar, e depois?

      Além disso, náo consumimos açúcar de muitas maneiras. Qunado bebemos bebidas alcoólicas, estamos a consumir açúcar. Quando comemos arroz, massa, batatas, feijão, pão, etc. estamos a consumir açúcar. Quando comemos fruta estamos a consumir açúcar. O nosso organismo precisa de uma dose diária de açúcar para funcionar. O nosso cérebro consome quanse exclusivamente açúcar. Uma pessoa saudável, que faça uma dieta equilibrada, e faça algum exercício físico, não tem problemas em consumir açúcar (sim, mesmo que seja em bebidas açucaradas, em pastéis de nata ou em chocolate). Uma criança ainda menos, desde que faça exercício físico – e todas as crianças fazem se lhes derem condições para isso.

      O que temos de evitar é excessos. E excessos não só na ingestão de açúcar. Também na ingestão de álcool (que será metabolizado em açúcar no organismo) e em comer demais. Comer moderadamente e com variedade, ou seja, comer pouco de tudo e de tudo um pouco. Basta isso. O resto é conversa para boi dormir.

  5. Sr. Fernando, por favor siga, as regras da interpretação de texto.
    Demonstração?! Sim há evidência da associação do açúcar à diabetes. Tem uma ideia diferente? Certo é a sua.
    Sim, há um discussão sobre o pagamento dos custos com determinadas doenças associadas a comportamentos.
    Não baralhe os “açucares”.
    Informe-se e forme-se se quiser é claro…
    Por mim, não nutro grande interesse por discussões do tipo há um exemplo para tudo…

    • Fernando Manuel Rodrigues says:

      Eu não baralhei nada. Você é que baralhou tudo, misturando alhos com bogalhos, e passando do açúcar aos bacanais. E insiste que “há evidência da associação do açúcar à diabetes”, sem indicar a fonte. Informe-se, digo-lhe eu. Leia por exemplo o segundo link publicado acima pelo Jorge Cordeiro – https://www.diabetes.org.uk/guide-to-diabetes/enjoy-food/eating-with-diabetes/diabetes-food-myths/myth-sugar-causes-diabetes. O artigo está muito bem feito e é muito elucidativo.

      E não misturo açúcares. Sei muto bem que açúcar é cada um dos que citei. Mas é tudo açúcar, e tudo soma. Ou pensa que só ingerimos açúcar quando comemos bolos e bebemos refrigerantes?

      Só digo é para não ser simplista, e sobretudo não misturar diabetes tipo 1 com a diabetes tipo 2. Há diabetes e diabetes.

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