O Maçães mostra a pila a quem quiser

Quem olha para o ex-secretário de Estado Maçães não vislumbra o macho alfa que se esconde por trás daquela pinta de nerd, de quem passou as passas do Algarve no ensino básico e secundário. Digam o que disserem, o homem merece Odessa. Ou, parafraseando Manuel Cardoso, Bruno Maçães é o herói de todos os totós. [Read more…]

Fernanda

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Sotero

Esta mulher, Fernanda o nome dela, era moradora de rua no Rio. Dois homens a mataram covardemente. Um era estudante de Medicina, Rodrigo Gomes Rodrigues, de 24 anos e o outro lutador de MMA, Cláudio José Silva, de 37.
Fernanda não pedia esmola, não aceitava comida. Morava na rua e fazia sua comida em panelas bem limpas. Não bebia nem usava drogas.
A rua já é difícil para um mulher. Por isso são minorias nela. Eu já vi em Belo Horionte morador de rua espancando uma mulher que também morava na rua. Ele tinha quebrado os dentes dela. Chamei a polícia e ali entendi que, mesmo em situação deplorável, um homem pode ser a escória. Lamento por Fernanda, mais uma vítima dessas duas criaturas imprestáveis.

A dança do glifosato e o KGB

Os bons olhos com que a comissão europeia vê a Monsanto, levaram-na, em Junho de 2016, a propor o prolongamento da licença de utilização do glifosato por quinze anos, o prazo máximo permitido pelo direito comunitário; perante massivos protestos e um posicionamento nem pró nem contra do conjunto dos estados-membros, a CE acabou por adiar a decisão por um período de 18 meses, que terminará a 15 de Dezembro próximo. Nem a proposta seguinte da CE, de prolongar a licença por dez anos, nem a mais recente, por cinco anos, reuniram suficiente apoio dos estados-membros – a decisão voltou recentemente a ficar empancada na reunião de peritos do Comité Permanente da Cadeia Alimentar e da Saúde Animal e foi de novo adiada, agora para 27 de Novembro. Será então apresentada ao comité de recurso, uma instância destinada a apoiar a tomada de decisões “em casos sensíveis e problemáticos”. [Read more…]

Postcards from Greece #12 & #13 (Thessaloniki)

‘I don’t know if I will ever learn how to fly, but I am sure I will never crawl’

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estava escrito numa parede na rua Egiptou, na zona de Ladadika. Foi um rapaz de um bar, em frente ao grafiti e às palavras que me traduziu do grego. Aliás foi ele que me chamou a atenção para o grafiti, depois de eu ter fotografado a fachada de um bar vizinho e de reparar que ele fazia pose.Tirei-lhe uma fotografia e depois ele disse-me que devia tirarà parede e traduziu do grego para o inglês ‘não sei se alguma vez aprenderei como voar, mas de certeza que nunca rastejarei’. Gostei da frase. Bastante. Embora o rastejar me tenha recordado os meus ‘amigos’ rastejantes que alegadamente me picaram o pescoço e (descobri depois) uma orelha, o queixo e as pernas.

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