Santana Lopes não é candidato!

Óptimo. Este «não me candidato ao Sporting» significa a continuação de ortografia por aquelas bandas e a ausência de confusões como «agora facto é igual a fato (de roupa)».

Pequena nota

Na sequência de notícias publicadas, durante o dia de ontem, pelo Diário de Notícias e pela TSF, relativas ao julgamento em que é arguido o presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, acusado pelo Ministério Público do crime de Difamação agravada, remeti aos dois órgãos de comunicação social o pedido de resposta e rectificação que se segue:

Ao abrigo do n.º 1, do n.º 2 e n.º 3 do artigo 24º da Lei nº 2/99, de 13 de Janeiro (Lei de Imprensa), conjugados com o n.º 2, alínea a), e o n.º 3 do artigo 26º da mesma Lei, vem o signatário requerer junto de V. Exa., os direitos de resposta e rectificação da notícia publicada pela TSF, no dia 10 de Abril de 2018, sob o título “Acordo falhado pela segunda vez leva autarca de gaia a julgamento por difamação”:

A TSF publicou, na sua edição online de 10 de Abril de 2018, uma notícia com o título  “Acordo falhado pela segunda vez leva autarca de Gaia a julgamento por difamação”, na qual são atribuídas ao presidente da Câmara de Gaia várias afirmações irrelevantes. Há uma afirmação, contudo, que, pela gravidade da suspeita que lança sobre o aqui signatário, exige competente esclarecimento.

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Facebook

O fundador do Facebook teve hoje uma audição perante o congresso dos EUA. Ouvi boa parte e posso afirmar que foi interessante. Por um lado, ficou claro para mim que as nossas audiências parlamentares são uma miséria, realizadas por deputados geralmente mal preparados, cheias de salamaleques e das quais nada resulta. Nesta audiência, houve questões duras e Zuckerberg ocorreu em várias mentiras. Por exemplo, afirmou que o Facebook apaga os dados dos utilizadores quando estes apagam a conta, que o Facebook não vende os dados dos utilizadores e que os dispositivos móveis não recolhem dados indevidos dos utilizadores (p. ex. registo das chamadas telefónicas), o que não é verdade. Vamos ver no que daqui resulta.

Por outro lado, foi possível constatar, novamente, que Mark Zuckerberg não passa de um puto que fundou uma empresa para se meter com as miúdas, facto que o tornou multi-milionário. Concretamente, todo o seu discurso maniqueísta, os pedidos de desculpas e as mentiras (que serão agora, possivelmente, usadas contra o Facebook) revelam a personalidade de alguém impreparado para ter o dedo no gatilho de uma arma destas.

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