A falácia da “coragem” de Joana Marques Vidal
Comments
Trackbacks
-
[…] via A falácia da “coragem” de Joana Marques Vidal — Aventar […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
[…] via A falácia da “coragem” de Joana Marques Vidal — Aventar […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Faz lembrar a elogiosa passagem de Paulo Macedo pela ex DGCI, quando o ‘trabalho e os resultados’ foram a soma de muitas decisões que vinham de trás, a mais importante, a entrada de centenas de almas novas que tocavam instrumentos desempoeirados. Dê se meios a quem tem essas missões e a realidade pode mudar. Queiram os portugueses pois o centrão tudo tem feito para os refrear
Subscrevo o seu comentário. Ainda assim Paulo Macedo parece-me ser uma pessoa competente. Agora, não o idolatremos, quando nenhum outro DGCI até hoje, teve os meios e as medidas políticas ao seu dispor que Macedo teve. Manuela Ferreira Leite deu-lhe tudo.
Analalogia com este fenómeno que se passou nos inícios de 2003, só o Gasparzinho da troika, que cortou em tudo o que era ordenado, subsídio e reforma, para arrecadar mais uns quantos milhões de receita à custa dos rendimentos do trabalho. Fora o monumental aumento de impostos.
Assim, basta fazer contas.
Caro Rui, não propriamente. A dita, além da decisão gestão ruinosa da negociata da titularização das dívidas com o City Group, decidiu o programa de reformas antecipadas que fez com que altos quadros da AT (e médicos muito experientes, por exemplo), com 53/54 anos saíssem para o setor privado com pensões a 100% pagas pelo erário público. Neste caso muitos saíram comprometendo áreas vitais da AT que a prazo se mostraram criticas e ainda hoje estão por resolver. O PMacedo é competente como pode considerar-se competente a Joana MV e muitos outros que constituem(iram) as suas equipas e dirigem outros departamentos da AP. O que representou a ‘revolução’ na AT foi a entrada de mais de duas mil pessoas (decisão do ministro Sousa Franco), gente jovem com formação superior, muito bem preparada por períodos de formação contínua e exaustiva que durou de 1999 até 2006/2007 (que começou a ser desprezada com Teixeira dos Santos), e a informatização continua dos serviços (em 99/2000 os serviços quase não possuíam computadores) assim como o desenvolvimento de programas que automatizou grande parte do trabalho administrativo. A aplicação ‘rainha’, de cobrança, que entrou em funcionamento pleno por altura do Paulo Macedo, estava em aperfeiçoamentos e testes em vários serviços desde 2003. PM capitalizou e valorizou uma imagem pública de competência. A verdade é que tendemos a olhar para a parte que reluz… Não há mal nenhum nisso, se formos capazes de evitar encadeamentos.
Pode ser que seja assim. Não discuto.