A falácia da “coragem” de Joana Marques Vidal

desconstruída de forma exímia por Pedro Tadeu.

Comments

  1. Mário Reis says:

    Faz lembrar a elogiosa passagem de Paulo Macedo pela ex DGCI, quando o ‘trabalho e os resultados’ foram a soma de muitas decisões que vinham de trás, a mais importante, a entrada de centenas de almas novas que tocavam instrumentos desempoeirados. Dê se meios a quem tem essas missões e a realidade pode mudar. Queiram os portugueses pois o centrão tudo tem feito para os refrear

    • Rui Naldinho says:

      Subscrevo o seu comentário. Ainda assim Paulo Macedo parece-me ser uma pessoa competente. Agora, não o idolatremos, quando nenhum outro DGCI até hoje, teve os meios e as medidas políticas ao seu dispor que Macedo teve. Manuela Ferreira Leite deu-lhe tudo.
      Analalogia com este fenómeno que se passou nos inícios de 2003, só o Gasparzinho da troika, que cortou em tudo o que era ordenado, subsídio e reforma, para arrecadar mais uns quantos milhões de receita à custa dos rendimentos do trabalho. Fora o monumental aumento de impostos.
      Assim, basta fazer contas.

      • Mário Reis says:

        Caro Rui, não propriamente. A dita, além da decisão gestão ruinosa da negociata da titularização das dívidas com o City Group, decidiu o programa de reformas antecipadas que fez com que altos quadros da AT (e médicos muito experientes, por exemplo), com 53/54 anos saíssem para o setor privado com pensões a 100% pagas pelo erário público. Neste caso muitos saíram comprometendo áreas vitais da AT que a prazo se mostraram criticas e ainda hoje estão por resolver. O PMacedo é competente como pode considerar-se competente a Joana MV e muitos outros que constituem(iram) as suas equipas e dirigem outros departamentos da AP. O que representou a ‘revolução’ na AT foi a entrada de mais de duas mil pessoas (decisão do ministro Sousa Franco), gente jovem com formação superior, muito bem preparada por períodos de formação contínua e exaustiva que durou de 1999 até 2006/2007 (que começou a ser desprezada com Teixeira dos Santos), e a informatização continua dos serviços (em 99/2000 os serviços quase não possuíam computadores) assim como o desenvolvimento de programas que automatizou grande parte do trabalho administrativo. A aplicação ‘rainha’, de cobrança, que entrou em funcionamento pleno por altura do Paulo Macedo, estava em aperfeiçoamentos e testes em vários serviços desde 2003. PM capitalizou e valorizou uma imagem pública de competência. A verdade é que tendemos a olhar para a parte que reluz… Não há mal nenhum nisso, se formos capazes de evitar encadeamentos.

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