
Nas Conferências do Estoril, mesmo na cara do Sérgio Moro. Respect!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Nas Conferências do Estoril, mesmo na cara do Sérgio Moro. Respect!

Infelizmente foi apenas o site do BPN que desapareceu
Muito foi o choro com a não recondução da ex-PGR. Esteve no cargo no período de 12 de Outubro de 2012 até 12 de Outubro de 2018. Iniciou o mandato tinha o caso BPN (só?!) 4 anos.
BPN: Seis mil milhões de prejuízo, zero presos
Dez anos após o anúncio da nacionalização do BPN, em 2 de Novembro de 2008, a Justiça ainda não responsabilizou praticamente ninguém pelos desvios e burlas de milhões de euros que arruinaram o banco e justificaram aquela decisão política. [JN]
Passados 10 anos (!!!), 6 dos quais com Vidal à frente da PGR, o número de presos por este crime continua a ser zero. Parece-me que um desfalque que equivale a 7,7% dos 78 mil milhões emprestados pela Troika, é capaz de merecer algum veredicto. Mas poderei estar enganado.

Cavaco Silva classificou de “estranhíssima” a decisão de substituir Joana Marques Vidal. Já eu classifico de “estranhíssimo” o facto de não haver um único dos seus amigalhaços do BPN atrás das grades, apesar da épica cruzada da PGR cessante. Ele há coisas estranhíssimas, não há?
Mas, uma vez que estamos no campo do “estranhíssimo”, quem se lembra daquela vez em que o candidato Cavaco convidou uns quantos amigos da Sociedade Lusa de Negócios, dona do BPN, para a comissão de honra da sua segunda candidatura à presidência da República? Entre outros “notáveis“, estava lá Fernando Fantasia, o tal da célebre (e estranhíssima) permuta na aldeia do cavaquistão, esse grande amigo de Cavaco Silva que nos deve quase 250 milhões de euros. Por falar em dívidas, alguém me sabe dizer se Cavaco Silva já pagou o que nos deve do IMI que não pagou da sua residência na rua do BPN? É no mínimo estranhíssimo que um político tão experimentado, que ocupou os mais variados cargos, incluindo a pasta das Finanças, não conheça as suas obrigações fiscais. [Read more…]
Cavaco Silva, ainda e sempre, comentou o facto de Joana Marques Vidal não ter sido reconduzida no cargo, acrescentando ruído à barulheira. Tendo em conta a minha pouquíssima fé nos políticos e nos magistrados portugueses agarrados a um centrão corrupto e inclinado para a direita, devo confessar-me agnóstico ou mesmo indiferente no meio desta disputa religiosa. Para que não fiquem dúvidas sobre a credibilidade de Cavaco para comentar seja o que for, copio uns vídeos que mostram o esplendor da desonestidade intelectual do homem que, infelizmente, marcou a história da democracia portuguesa. Vede e ride, que tristezas não pagam mais-valias. [Read more…]

Fazei soar os sinos! Pedro Passos Coelho apareceu às ovelhinhas, a pairar sobre a torre de observação da direita oprimida, para cantar hossanas a Joana Marques Vidal, que tão gentilmente viu o seu Ministério Público arquivar o processo Tecnoforma, apesar das dúvidas dos deuses de Bruxelas.
Temendo pela saúde dos seus, ex-primeiro desceu à Terra, não sem antes espreitar se o Diabo estaria à espreita, e disparou chumbo grosso contra a decisão de Costa e Marcelo, como compete a um ex-primeiro no exílio. Denunciou a ausência da “decência de assumir com transparência os motivos que conduziram à sua substituição”, indo ainda mais longe ao afirmar que “sobra claro que a vontade de a substituir resulta de outros motivos que ficaram escondidos”. [Read more…]

Ouvir a Mortágua falar da partidarização da discussão sobre a continuidade da PGR e reduzir as opiniões que foram sendo dadas a uma dicotomia defesa/ataque de Sócrates, releva uma hipocrisia e uma desonestidade intelectual repugnantes. Seria tão relevante quanto a importância da própria figura que o disse (ou seja, quase nada), não fora o pormenor de traduzir a grande diferença ética entre as 3 posições principais sobre este assunto.

Miguel Morgado, António Leitão Amaro, Duarte Marques, Miguel Poiares Maduro e José Eduardo Martins assinam um artigo de opinião no jornal Expresso, a propósito da recondução (ou não) de Joana Marques Vidal, que começa de forma algo romântica, mas pouco realista. Porque a recondução (ou não) da Procuradora-Geral da República está longe de ser uma das “escolhas fundamentais que definem o futuro do País e da nossa democracia”. Imagino que a recondução de Marques Vidal, para os sociais-democratas que assinam o artigo, corresponda a “escolher o regime e o país” que querem, até porque Joana Marques Vidal pouco ou nada incomodou os barões do seu partido, mas não vale a pena embandeirar em arco: os grandes gatunos continuam todos em liberdade. E não há registo de que andem a passar fome ou a dividir apartamento com cinco pessoas num qualquer bairro social. [Read more…]
Fora do país, chegam-me ecos sobre uma suposta polémica em torno da eventual renovação de mandato da Procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal. Lendo o Expresso, fica-se com a sensação que o PR e o PM andam às turras. Já segundo o JN, nada se passa. E segundo o próprio PR, também não. “Até ao momento em que tiver de exercer o meu poder constitucional, o tema não existe. O PR não se debruçará sobre o assunto um minuto, nem sobre ele dirá o que quer que seja”, afirmou Marcelo em declarações à SIC.
Ontem, ao princípio da noite, a TVI anunciou, segundo os seus critérios, o nome da pessoa mais poderosa de Portugal. E a escolha é sem margem para dúvidas uma surpresa. Logo pelo facto de não ser um homem, mas sim uma mulher. Mas também pelo facto de não ser uma CEO de um grande grupo económico, nem a herdeira de uma fortuna multimilionária, muito menos uma governante. A pessoa eleita pela TVI como a mais poderosa de Portugal foi a Dra. Joana Marques Vidal.
Entendo que a Justiça no nosso país viveu dois tempos. Um tempo pré – Dra. Joana Marques Vidal e um outro tempo pós – Dra. Joana Marques Vidal na Procuradoria Geral da República.
Parece-me ser uma pessoa serena, discreta, frontal, pouco mediática, mas altamente competente e eficiente que mudou a Justiça em Portugal. A Dra. Joana Marques Vidal exerce as funções de Procuradora Geral da República, desde Outubro de 2012, por nomeação do Presidente da República. A sua nomeação marcou também uma viragem no mundo da justiça portuguesa atendendo a que foi a primeira mulher a ocupar o lugar cimeiro na PGR.
Ao contrário dos seus antecessores na Procuradoria Geral da República como Cunha Rodrigues, Souto Moura ou Pinto Monteiro, fala muito pouco, mas quando fala é pragmática e assertiva.
No dia em que é anunciada, Joana Marques Vidal já tem o caso Tecnoforma para investigar.
Podem parar com o ser filha de ou irmã de? Virtudes ou defeitos suponho que são de Joana Marques Vidal, a própria.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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