Dois ditadores entram numa cimeira do G20

 

Na cimeira do G20, dois ditadores cumprimentam-se com aquele entusiamo de quem faz do presidente da superpotência mundial a sua bitch. Diz quem esteve por lá que trocaram ideias sobre como eliminar opositores e jornalistas, à bruta e sem consequências, sem prejudicar os seus investimentos na Europa dos Direitos Humanos. E que o dia terminou com a visualização da pee tape de Donald Trump.

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    O Mundo está cheio de ditadores. Uns assumidos, o presente caso retratado neste excerto, outros travestidos de democratas, que só não se expõem completamente porque os regimes têm décadas vivência democrática, sendo muitas as barreiras e filtros pelo qual teriam de passar. O caso dos EUA, ou mesmo a França e Alemanha serão a prova disso muito em breve, pelo caminho que tudo isto está a tomar. Nos por cá, na Tugalândia, foi por triz.
    No caso a que se refere o artigo, estamos perante dois espécimes à moda antiga, quais torcionários dispostos a levar tudo à sua frente.
    Por outro lado, jornalistas mortos no exercício da sua função profissional são às dezenas só na última década. Este ia pedir um visto ou um documento para casar. A diferença em relação a muitos outros, é que foi barbaramente assassinato como forma de atemorizar qualquer opositor ao regime saudita. Mas pior é a complacência do governo dos EUA, que a pretexto de “uma boa relação”, vale tudo!
    Intuo eu, que o “Make América great again” vai acabar mal.


  2. .diz-me com quem andas !!
    só o fácies desses dois diz tudo, a mim metem medo de feios que são e feiura do que representam em ambição predadora e assassina .
    Tempos tenebrosos que vivemos e receios afins justificados !
    Quem nos salvaguarda direitos e tranquilidade de futuro dos nossos vindouros se não temos nem vislumbramos alternativas, não de salvadores trumpesinos que bem os sabemos como espreitam oportunidade, mas de quem com competência, palavra de honra e honestidade política e nível cultural ?
    ……………..como dizia uma castiça velhota do meu tempo de criança a afastar-nos medos de carantonhas e outros terrores de espanto e fuga :

    ” balha-os a caralhinha do menino jesus que é benta ! “


  3. ” balha-os” não, : )

    “valha-nos”, corrijo, em perfeição de escrita, embora perdendo o castiço de linguagem popular simples e genuína de memórias de um tempo do convívio saudoso do “era um vez” com final feliz das estorinhas de encantar.

    Esta a alternativa possível – e outras que tais- em que ainda me refugio a fugir destas carantonhas que nos ameaçam o quotidiano e a esperança feita de teimosia de querermos ainda ” ouvir as pedras a cantar “

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