
Le Pen ganhou no eleitorado dos 18 aos 50. Só a partir daí Macron conseguiu vencer. É só perceber os sinais. Ou mudam as políticas ou os franceses vão acabar a entregar o poder ao lado negro da história.
Depois não culpem o eleitorado…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Le Pen ganhou no eleitorado dos 18 aos 50. Só a partir daí Macron conseguiu vencer. É só perceber os sinais. Ou mudam as políticas ou os franceses vão acabar a entregar o poder ao lado negro da história.
Depois não culpem o eleitorado…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não há lado negro quando o povo exerce a sua soberania livremente.
A peste grisalha do menos mal e do “got mine, fuck you”.
Occupation Emmanuel Macron Marine Le Pen
Cadre (Executives) 77% 23%
Professsion intermédiaire (Middle Managers) 59% 41%
Employé (Salaried Employee) 43% 57%
Ouvrier (Wage worker) 33% 67%
Retraité (Retired) 68% 32%
Os números colocados dessa forma podem ser enganadores.
Esse pretenso estudo deveria dar também a taxa de abstenção no universo eleitoral que pretende enquadrar a votação em Marine Le Pen ou em Macron.
Qual é a % de abstenção dos 18 aos 24?
E dos 24 aos 34?
Se as percentagens de abstenção nessas idades forem de 60%, por exemplo, pode extrapolar-se, que o crescimento da extrema direita é maior nos jovens?
Talvez sim, talvez não. Depende de alguns factores. O voto na extrema direita e na extrema esquerda é mais potestativo contra o sistema vigente, do que nos restantes partidos tradicionais mais ao centro.
Não será mais fiável a votação acima dos 50 anos, cuja abstenção tende a diminuir?
Não admira, depois de uma pandemia em que os governos, despudoradamente, prejudicaram os jovens e todas as pessoas em idade de trabalhar, para favorecer os velhos.
Para impedir os velhos de morrer, resolveram prejudicar todos aqueles que, por serem mais jovens, não são muito prejudicados pela doença.
Agora, naturalmente, recolhem os votos e o aplauso dos velhos – e a rejeição dos não-velhos.
Como se os “velhos” merecessem morrer só por votarem em Macron. Ou como se este não lhes fosse às pensões.
Não, nada impediu, e continua a não impedir, que quem trabalha receba o apoio que vai para as empresas continuarem a aumentar as contas no Panamá. Nada, excepto a ideologia.
A política tradicional FALIU. É só ver os sinais (a forma de actuar contra a pandemia, a maneira como estão a conduzir o conflito da Ucrânia). Estamos novamente a caminho de um conflito de grandes proporções, quiçá mundial, mas quais sonâmbulos, vamos seguindo os flautistas que vão cantando as melodias de embalar com que hipnotixam as massas, tal e qual como o da fábula fez com os ratos.
Infelizmente, os que ouvem, vêem e usam de sentido crítico são muito poucos.