Prós e Contras das Vacinas

Um dos cientistas participantes do último Prós e Contras da RTP sobre a questão das vacinas, é financiado pela fundação de Bill Gates.

A actual discussão pública em torno da questão das vacinas revelou, mais uma vez, algumas características muito peculiares desta sociedade “democrática”, nascida com o 25 de Abril de 1974. Se durante a Ditadura havia dogmas indiscutíveis, como Deus ou a Pátria, a Democracia trouxe-nos o ar fresco de outros dogmas indiscutíveis. Não falemos da “Crise Permanente”, nem da “Dívida Eterna”. Atentemos, por ora, na absoluta e inviolável segurança científica das vacinas e na infalibilidade da Ciência, coisas da ordem do dia.

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Vacinas e Autismo

Uma sociedade que aspire a ser livre, não pode permitir-se ser tratada com condescendência pelas instituições que representam o poder, antes deve pugnar pelo melhor esclarecimento disponível sobre os assuntos que lhe dizem respeito.

Não é aceitável que os instrumentos de comunicação seja utilizados com o propósito de afirmar um pensamento único e impedir que visões diversas sobre o mundo e os problemas que o afectam sejam partilhadas, discutidas com liberdade e responsabilidade, por todos aqueles a quem esses problemas afectam ou que se dispõem a sobre eles pensar. Sempre com o propósito de afastar, tanto quanto seja possível, o erro, o preconceito e a ignorância.

Com base numa notícia que dá conta da identificação de vinte casos de Sarampo em Portugal, uma intensa, unívoca e dogmática campanha foi posta em marcha por praticamente todos os meios de comunicação. Essa campanha teve três propósitos: estigmatizar os cidadãos que têm legítimas dúvidas sobre o uso das vacinas e recusam dá-las aos seus filhos, instigar o medo entre os que não têm dúvidas e os vacinam e, finalmente, introduzir na discussão pública o tema da obrigatoriedade da vacinação, chegando a haver quem considere que ela deve ser compulsiva. Um quarto propósito manteve-se razoavelmente discreto: atacar as chamadas “medicinas complementares”. Informação sobre o tema, não houve praticamente nenhuma. O que houve foi manipulação de factos, mentiras e ocultação.

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Pandemias

Wolfgang Wodarg é um médico alemão, membro do SPD, e foi Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa. Em Janeiro de 2010 fez declarações polémicas, afirmando que “a Gripe A (H1N1) foi uma falsa pandemia e um dos maiores escândalos médicos do século”.

Por essa altura, a comunicação social dava nota de que o fabrico das vacinas contra a Gripe A tinha proporcionado à indústria farmacêutica ganhos na ordem dos 5 mil milhões de euros. Portugal previu, na altura, a ocorrência de 75 mil mortes, entre 2 a 3 milhões de infectados, em consequência da pandemia, tendo gasto, segundo a comunicação social, cerca de 45 milhões de euros só em vacinas. Faleceram 122 pessoas.

Nem a OMS, nem a DGS, explicaram satisfatoriamente este assunto. Nem nenhum outro. Nomeadamente o motivo pelo qual a prevalência de Autismo nos EUA passou de 1/10.000 nos anos 80, para 1/68 na actualidade.

Deriva autoritária

prossegue em todo o seu esplendor.

Quem defende as pessoas com Autismo?

autismo
Ontem li este depoimento de uma mãe de um filho de 18 anos com autismo na página do Facebook de alguém. Fiquei zangada e revoltada, sentimentos que me são já muito familiares desde que este desgoverno tomou conta do país. Sem mais palavras, limito-me a transcrever o que li. Faltam-me as forças até para insultar. Amanhã vou para a rua fazer a única coisa que sei fazer: trabalhar e lutar para que a nossa classe política seja desparasitada e desinfectada.

Aqui está o depoimento e pedido de ajuda tal e qual foi publicado: [Read more…]

World Autism Awareness Day

Hoje, 2 de abril é o dia que as Nações Unidas dedica à questão do autismo – Dia Internacional para a Consciencialização do Autismo.

gaiaEste ano, a ideia é tornar o mundo um pouco mais azul. Parece-me que vale a pena perder uns minutos para saber mais sobre esta problemática – mais informados, seremos, TODOS, mais felizes!

Faça a sua parte.

Dia Mundial da Música

Sou suspeita…

A Música é minha companheira desde os seis ou sete anos. Não me lembro de a ter antes. Num piano de cauda de brincar feito de plástico e pernas de madeira que a minha mãe tinha à venda na mercearia, eu tocava os primeiros sons. De tanto uso, conquistei o Piano: a minha mãe não o vendeu. Hoje, procuro que a música seja também a companheira para a vida dos meninos e meninas que aprendem Piano comigo.

A Música é uma excelente companhia, seja ouvindo, seja fazendo-a.

Mas está demonstrado que, para além do prazer que se tira, a Música contribui para o nosso bem-estar físico: “mexe com a totalidade do ser humano”.  Um determinado trecho musical pode, ao nível físico, “alterar o ritmo cardíaco e respiratório, a pressão sanguínea, a produção hormonal, as ondas cerebrais, tendo até resultados sobre o sistema cognitivo”.  [Read more…]

Quando as crianças autistas podem ir tranquilas ao cinema

Para a maior parte das crianças, ir ao cinema é um acto banal. Seja com familiares ou através de iniciativas das escolas, volta e meia sentam-se no escuro e desfrutam de um filme. Este acto social e cultural é difícil ou improvável para uma criança autista. Pelo menos em total tranquilidade.

No dia 10 de Abril, alguns milhares de pequenos portadores desta deficiência vão ao cinema em 47 cidades dos EUA. Vão ver “Como treinares o teu dragão” graças a 93 ecrãs ‘sensoriais’. As luzes não vão apagar-se, apenas reduzido o seu brilho. O som será também mais reduzido que numa sessão normal. Não haverá publicidade nem trailers. Apenas o filme.

É uma iniciativa do “Sensory Friendly Film”, uma iniciativa da AMC Entertainment e da Autism Society. Acontece uma vez por mês, ao sábado de manhã. Em grande parte por causa de Marianne Ross.

Em 2007, Marianne levou a filha, Meaghan, de 7 anos, ao cinema para ver “Hairspray”. Escolheu uma sessão do início da tarde, por norma menos concorrida. Mas Meaghan, ao ver o seu ídolo, Zac Efron, não resistiu. Feliz, saltou da cadeira, dançou, pulou, bateu palmas. Marianne e Meaghan foram convidadas a sair da sala, devido a queixas de outros espectadores.

Frustrada e zangada por ter visto a felicidade da filha interrompida assim, como contou à revista Time, Marianne contactou o representante local da AMC, pedindo uma projecção especial. Dan Harris interessou-se. Conversou com a mãe da criança e sugeriu algumas adaptações para tornar os ecrãs mais amigáveis dos sentidos para crianças autistas.

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