Dia Mundial da Música

Sou suspeita…

A Música é minha companheira desde os seis ou sete anos. Não me lembro de a ter antes. Num piano de cauda de brincar feito de plástico e pernas de madeira que a minha mãe tinha à venda na mercearia, eu tocava os primeiros sons. De tanto uso, conquistei o Piano: a minha mãe não o vendeu. Hoje, procuro que a música seja também a companheira para a vida dos meninos e meninas que aprendem Piano comigo.

A Música é uma excelente companhia, seja ouvindo, seja fazendo-a.

Mas está demonstrado que, para além do prazer que se tira, a Música contribui para o nosso bem-estar físico: “mexe com a totalidade do ser humano”.  Um determinado trecho musical pode, ao nível físico, “alterar o ritmo cardíaco e respiratório, a pressão sanguínea, a produção hormonal, as ondas cerebrais, tendo até resultados sobre o sistema cognitivo”. 

São já muitos os “estudos a referir a sua utilidade no tratamento da Parkinson, do autismo, do Alzheimer” e outras formas de demência senil. Cristina Azedo refere, na revista Notícias Magazine (30/9), a obra Musicofilia – Histórias sobre a Música e o Cérebro (Relógio d’Água, 2008)  de Oliver Sacks.

Mas a Música tem também sobre o cancro “uma palavra terapêutica a dizer”: reduz a ansiedade e o medo e ajuda na dissipação da dor.

Claro que não há fórmulas mágicas. Cada  um de nós terá que testar e “encontrar a melhor colectânea para o seu bem-estar”.

Comments


  1. Musica é a arte do sublime dos sons que nem precisa de ser tocada por nenhum instrumento – a´noite no ecuro e estralado ouve-se o silêncio do som do céu – mas foi a música dos instrumentos que está a salvar milhares de milhares de crianças pelo mundo fora quiaundo aquele senhor que adorava sons que ouvia a sair de casa de rua por onde passava, que procurou um instrumento e aprendeu a ele retirar frases musicais construídas E salvou os meninos do bairro da lata em Caracas que acabaram por ser convidados a tocar no Carnagy Hall -e que fez o mesmo no bairro mais pobre do Bronx convidado por Obama – e que foi convidade para dirigir orquestra sinfónica de Los Angeles- Duhamel (ou dudhamel ??) – método que já chegou a Portugal – a música dos sons que não percisa de palavras – muito interessante a série de programas “onde vais cavaquinho” com a história da braguinha e a sua evolução e migração até ao brasil e o que fizeram com ela – lindo programa que creio acabou esta semana – lindo – também agora foi criado um grupo coral nos aredores de Lisboa de Cante Alentejano a que aderiram os meninos do lugar brancos e pretos e fizeram um grupo de jovens paralelo com o dos alentejanos velhos que sairam do alentejo onde já não havia nada – que lindo – vi na TV1 24H
    Não sei música mas fiz parte de grupos corais desde os 7 anos na Igreja, dpois no Colégio e na Universidade de Lisboa onde tinha acabado de ser criado (e fiz teatro na fac Letras) – mas nunca deizei de cantar – com o cante tudo vai e a saúde e alegria implanta.se – música é sempre terapia – mas não oiço heavy metal para mim é ruído – mas cada um que escolha – acho que educaçao musical devia ser obrigatári no emsino básico – até a alma fica oxigenada – alguém devia percorrer os bairros pobres e levar a música até se instalar e ser de responsabilidade de quem lá vivesse – Não há ninguém que não goste de música senão não haveria maluquinhos pela rus com aquelas bananas no ouvido e nem ouvem o trãnsito e são atropelados ou a ouvem assim também, nos carros – a música ou o acto de a ouvir que a apoca e aliena quem assim a trata – não é desta que falo e aligio – música é também um acto de reunião e entendimento colectivo – tenho um vizinho que nunva vi mas oiço ao passar na rua que toca Oboé – que bom – mas há também um edifício sempre de janela aberta com música fandanga de bresileiros que fazem ruído e não música ou meninos que têm música de tum tum tum nos carros e passam de carro de janela aberta e é uma xatice – não têm “educação musical” – não são libres são libertinos em que tudo vale no espaço púbico de que se apropriam e mais ninguém conta – podiam ouvir mais baixo ou fechar a janela e não se exibirem alarvemente

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