
Foto: Francisco Miguel Valada.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Foto: Francisco Miguel Valada.
„Quem falhar a primeira casa de botão
atrapalha-se com o resto do abotoamento”
Johann Wolfgang von Goethe
Se em Copenhaga tivesse havido um acordo concreto, com muitas centenas de milhares de milhões de euros de investimentos no meio, então ter-se-ia falhado a “primeira casa de botão” – e, com isso, perdido muito tempo e dinheiro.
Tendo havido um desfecho inconclusivo – flop –, existe esperança que com o avançar implacável da crise mundial de sentido e de economia se identifique rapidamente a verdadeira “primeira casa de botão”, ou seja, o actual estrangulamento central que impede o nosso desenvolvimento e que tem que ser resolvido em primeiro lugar. E então o tema central serão as causas imateriais-psiquicas subjacentes à crise mundial e respectivas soluções e não uma das suas muitas consequências.
Assim, os mais novos entre nós dos quais muitos hoje estão totalmente convencidos da alegada cadeia causal tão dúbia como mecanicista – emissão de CO2 = fim do mundo –, verificarão dentro de 20, 30 ou 40 anos que o fracasso da cimeira de Copenhaga foi um benção porque nos obrigou a prestar atenção sobre os perigos muito mais graves e mais imediatos.
Rolf Dahmer
TEXTO DE ROLF DAMHER
José J. Delgado Domingos, Professor catedrático do Instituto Superior Técnico
Bom, finalmente venceu o simples são juizo humano e lá o dogma “científicamente” provado de que o aquecimento global era devido às emissões de CO2, deu o berro. Mais um grupo interesses económicos que através de manipulações tentou adquirir poder não solidário com o fim de enriquecimento próprio, ficou a ver navios. Sendo assim, é de considerar que a Conferência de Copenhaga vai ser um mais um daqueles eventos de muita parra e pouca uva.
É um sinal positivo, de esperança. Mas ainda há muito mais casos, como p.ex. no campo da medicina. É aí onde algumas sumidades com importantes títulos académicos – na Alemanha chamam-se “bocas de aluguer” – se vendem aos interesses económicos-farmacêuticos para atestar a eficácia, segurança e inocuidade de medicamentos e métodos de tratamento que nem sempre fazem bem aos doentes.
Começa a saber-se algumas das coisas que se passam à volta da Conferência de Copenhaga.
Como sempre se disse vai ser o preço que vai movimentar os mercados, introduzindo novos produtos e novos serviços. O petróleo é o caso mais evidente, não basta dizer que polui se não se encontrar uma alternativa viável. Dele depende uma gigantesca máquina logística e de interesses, pelo que não serão boas intenções que o afastarão das nossas vidas.
Mas as coisas estão a mudar. A sua extração é cada vez mais dificil e mais cara. Ao petróleo que brotava expontaneamente das areias da Arábia Saudita, sucede o que se extrai do fundo do mar com custos muito superiores e que vai ter dramáticas consequências no preço no consumidor.
Isto vai impulsionar a investigação de novas formas de energia, mais baratas e menos poluidoras e dentro de dois/três anos o transporte automóvel será muito diferente do que encontramos hoje.
Mas a notícia, bem interessante, que vos quero trazer é que o Equador, que tem muito petróleo no subsolo e cuja exportação representa cerca de 62% das vendas totais ao exterior, aceitou não extrair um extenso lençol, recentemente descoberto, a troco de os países mais ricos lhe pagarem, como compensação, metade dos lucros que teria se o
extraísse e vendesse.
Se esta ideia "pegar de estaca" podemos assim salvar a Amazónia, controlar a plantação e tráfico de estupefacientes, por exemplo.
E em vez de gastar dinheiro a compensar o mal, podemos controlar na origem todo o processo, tornando-o mais limpo, mais barato e mais saudável.
O que tem que ser tem muita força!
No dia 30 deste mês que hoje se inicia, o Aventar vai comemorar 10 anos. Queremos que comemorem connosco. Escrevendo, que é o que se faz por aqui. [Como participar]

O que acontece se o sector da Restauração e similares (restaurantes, bares, cafés, confeitarias, etc) não recupera rapidamente? “Nenhum problema, eu sou agricultor e produtor de fruta e legumes, continuo a plantar e a mãe natureza encarrega-se do resto”. Errado: o sector da Restauração e Similares é o principal consumidor de frutas e legumes. Sem […]
Há algo de compatível entre um Dão, colheita seleccionada, a moleza do calor e as palavras saídas da guitarra de Pablo Sáinz-Villegas.
Novoselic escreve direct, mas a Blitz traduz direto. Como diria Cobain, “I don’t know why“. É directo. Lembrai-vos dos One *Diretion.
do rei de Espanha, eis o “keep your mouth shut” do chefe Acevedo. Eis Trump a fazer de Chávez.
Trump saiu da OMS num momento difícil de política interna. Tudo o que ele faz é no intuito de assegurar a sua reeleição. Quem quiser que apanhe os cacos.
como está a situação daquele aeroporto que o Costa quis dar à Vinci ali para os lados de umas areias que ficarão debaixo de água daqui as umas décadas?
Nuno Pacheco denunciou estes *impatos do Expresso. Impatos? Do professor Expresso? Efectivamente: impatos da pandemia.
Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.
Tende paciência. Entretanto, ide-vos entretendo com o problema n.º 1, o problema n.º 2 e o problema n.º 3.
A recusa da injeção na Comunicação Social por parte do ECO e do Observador é a rejeição à submissão ao Estado.
Mas isso é em inglês. Em português, a diferença entre 19 e 90, como diria o outro, é huge!
Joacine disse iste com um palite nos dentes entre um fine e um tremoce, certe?
Num jogo que deveria ser de grande animação nas bancadas, tivemos isto. Bonita homenagem dos jogadores, que não esqueceram a alma do clube. Não matem o futebol.
O Juíz irá aplicar o termo de identidade e residência, na próxima semana estará de regresso ao trabalho. Business as usual…
Efectivamente. Apesar de o OE2020 ser uma mentira e uma vergonha.
Mais um anunciado regresso d’O Desejado.
Lista actualizada pelo blogue Formally Known As The Bollocks. Ainda falta, por exemplo, a sessão dos SDC, com Fatman, Today, False Faces e All Glory.
O tempo vai passando, o momento continua inesquecível. Há 7 anos, o Futebol Clube do Porto marcava o golo mais marcante da história do campeonato português. Um golo que despertou aquilo que o futebol melhor sabe fazer: despertar emoções.
somos do Porto e temos aversão ao azul. Só falta saber se, como eu, Santos Silva tem a terceira qualidade: ser mouro. Ser mouro é a suprema virtude do verdadeiro Portuense.
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