Obrigado Sport Lisboa e Benfica

Portugal a um jogo do purgatório ou do paraíso

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Portugal vai atacar a subida de divisão na sexta-feira, contra a Itália, vencedora do grupo B, depois de termos ficado em segundo no grupo A, atrás do País de Gales. Ou seja, podemos ficar confortáveis com o purgatório ou lutar pelo paraíso!

Capaz do muito bom, mas muitas vezes tentada pelo medíocre, já tivemos de quase tudo neste Europeu: o individualismo em vez do colectivo; as virtudes do colectivo, sublimadas pelas referências individuais; já nos passeámos em campo, na boa, como se fosse um passeio em cada um inventa uma brincadeira para se divertir sozinho; e já divertimos o público como equipa, como grupo, trocando a bola com mestria, rematando com estilo; já esportulámos golos fáceis e já fizemos golos de compêndio. [Read more…]

PORTUGAL À ESPERA DA SUBIDA DE DIVISÃO

EUROHOCKEYLISBON

Itália e Turquia, da série B, abrem o Campeonato da Europa – Championship III – que se realiza em Portugal, no Complexo do Jamor, de 19 a 25 do corrente. Portugal, que jogará a série A, defronta, na estreia, o País de Gales. Os jogos realizam-se, respectivamente, às 16h30 e 18h45.

A prova tem a segunda jornada marcada para terça-feira, 21, com os jogos: Suécia – País de Gales (16h30) e Bielorrússia – Itália (18h45). [Read more…]

Regionalistas de bancada

Não gostam do Jamor!

Também temos direito a coisas boas

Sport Lisboa e Benfica está na final da Taça de Portugal.

Censura no Jamor

À entrada do estádio do Jamor as faixas que os adeptos da Académica transportam foram visadas pela censura e não passaram.

Há idiotas que nem medem as consequências dos seus actos. Democracia? onde?

(informação e foto do jornal A Cabra no Facebook)

Académica de regresso ao Jamor

A Académica gosta muito do Jamor em anos de crise. Preferia que fosse contra o Benfica, temos velhas contas para ajustar, seja com quem for da final da Taça de Portugal ninguém nos tira.

Finais no Jamor

Três horas antes o pessoal já lá estava com comes e bebes, principalmente bebes, que comes havia  muito por ali. Tudo à mistura, adversários com as respectivas cores, trocavam-se “bocas”, camisolas e cachecóis. Normalmente, Maio já ía alto, calor que convidava à sombra daquele parque frondoso e bonito.

Entravamos pela porta da “maratona” aquela entrada aberta sobre o Vale, que ainda não estava cheia de edificios, ginásios e piscinas. O bilhete era para trás de uma das balizas que não havia dinheiro para a central . Depois chegavam suas excelências perante a absoluta indiferença dos assistentes que estavam ali para ver a bola e passar uma bela tarde e não para cerimónias.

Começado o jogo, o pessoal mandava às urtigas o “fair play” que se associa ao final da taça e vá de seguir aos gritos o desenrolar do jogo que, por sinal, era  frequentemente, fraquinho. Os nervos! Mas um dia, a final foi diferente, jogava a Académica, lá fomos com a lição estudada, havia tarefas a cumprir, papéis a passar, panos enormes a esconder. Entraram pela parte de cima das bancadas, trazidas por entre a floresta.

Corridos de mão em mão, os panos, com palavras  contra o governo fascista, a guerra colonial e pela democracia, davam a volta ao estádio num colorido extraordinário. Suas excelências abandonaram o camarim e as equipas começaram rapidamente a jogar para o caldo não se intornar ainda mais. Perdemos por 2 a1 e a Briosa já tinha ficado em segundo no campeonato, dois segundos lugares no mesmo ano.

À saída houve porrada de criar bicho, com o capitão Maltez e as suas tropas a darem a torto e a direito, cheios de ódio, esperando-nos na tal porta da “maratona”! Se ódio lhes tinha com mais ódio lhes fiquei!

Mas um dia fui ao Jamor ver uns campeonatos de atletismo, com várias selecções internacionais femininas, ainda hoje se me aperta o coração ao lembrar raparigas tão bonitas, loiras e altas. Não me importava nada ter saído com elas pela porta da “maratona” onde tanta porrada levei…

O Jamor é um monumento nacional!