E a Aldeia explicou

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A rapaziada da capital do império sempre veio à Aldeia.

Como sempre, o entusiasmo levou-os a cometer alguns excessos. É natural. São rapazes novos, pouco dados a visitar a província e claro, nada habituados a estes momentos. Vieram em estado de euforia. Como sempre acontece. Beberam do fino, comeram comida caseira feita por mãos experimentadas e, sobretudo, levaram que contar. [Read more…]

Nós, a malta da aldeia:

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Obrigado, muito obrigado pelo reconhecimento.

Sim, nós aqui somos uma aldeia. Aliás, uma espécie de aldeia do Asterix. Claro, a malta entende a vossa estranheza. Não é normal, sobretudo para quem vive numa espécie de capital do império, compreender os motivos de sermos (e gostarmos de ser) uma aldeia.
Como toda a aldeia, sabemos receber quem nos visita. Quem o faz com educação, simpatia e amizade, é tratado como um rei. Quem nos visita com tiques imperialistas, arrogância e de forma malcriada, é tratado a pontapé. Somos assim, uns orgulhosos aldeolas.
Muito senhores do nosso nariz, de antes quebrar que torcer e, sobretudo, citando um dos nossos maiores vultos, “se na nossa aldeia há muito quem troque o B por V, há muito pouco quem troque a liberdade pela servidão”. É a grande diferença entre nós e os meninos do cartaz.

Carlos Abreu Amorim perdeu a virgindade

Facto compreensivelmente saudado pelo Ricardo Araújo Pereira.

Dr. Mexia, o magrebino

António Mexia, o educadíssimo e mais bem pago gestor português

Ah! As Virgens!

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Não deixa de ser costume comigo, mas, apesar disso, estas situações têm sempre o dom de me tirar do sério. Explicando melhor, estou, desde há muito tempo, habituado a estar do lado da barricada que menos aceitação tem pelo “mainstream”. Até gosto porque, normalmente, o dito “mainstream” jura a pés juntos que é muito “main”, mas, na verdade, a sua representatividade resulta mais dos decibéis e dos favores da comunicação social, do que da pura aritmética. E pelo facto de apregoarem aos ventos que representam a maioria, é-lhes oferecido, em bandeja de ouro e sem real préstimo que o justifique, o “double standard” (isto de meter muitas coisas em inglês, fica sempre bem). É assim com o futebol, com os benfiquistas a arrogarem uma enormidade de adeptos e a conseguirem um tratamento muito mais favorável como é assim na política onde a esquerda (até a mais radical) obtém, da parte dos arautos, permissividade, privilégios e parcialidade.

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