Facto compreensivelmente saudado pelo Ricardo Araújo Pereira.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Facto compreensivelmente saudado pelo Ricardo Araújo Pereira.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

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A priori, a necessidade de sentar as pessoas, foi a essência que justificou a existência, da cadeira.
A posteriori, qual será a essência que justifica a existência, desse tipo?
Mas o fulano não perdeu a virgindade, caro RAP. O fulano parece uma pêga da rua a fingir que é virgem para sacar uns trocos a mais ao incauto que pensa que vai pagar para “inaugurar” uma virgem. Com todo o respeito pelas pêgas da rua.