Fake deputados

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Há uns anos, no tempo de Sócrates – era, portanto, o PSD oposição – tive uma série de audiências parlamentares devido a um problema numa empresa. Foi uma oportunidade para constatar a inutilidade dessas audiências, as quais tiveram como expoente máximo uma pergunta ao ministro da tutela por parte do Bloco de Esquerda. Era o máximo que poderia ser feito e apenas um dos partidos o fez. E quanto ao CDS e ao PS, estes nem se dignaram agendar uma reunião.

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A actualização da foto (alternativa) de capa de Carlos Abreu Amorim

Um destes dias, um leitor alertou-me para uma actualização facebookiana peculiar. O deputado Carlos Abreu Amorim tinha uma nova foto de capa mas a dita não era propriamente nova. Ou tampouco uma foto. Era um print screen de uma peça da RTP sobre a emigração pós-troika, de Outubro de 2012, e o jovem na imagem, escolhido pelo social-democrata para forrar o topo do seu perfil no Facebook, tinha acabado de escrever uma carta ao então presidente Cavaco Silva. Uma carta onde afirmava sentir-se expulso do país. Um país governando por Pedro Passos Coelho, que Abreu Amorim apoiou incondicionalmente.  [Read more…]

Bilhete do Canadá – Olha quem ele é

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O PSD, pela voz tronitruante de Carlos Abreu Amorim, pediu explicações sobre o novo cargo da ministra da Justiça como juíza do Supremo. Serena e educada, Francisca van Dunem explicou a situação. O paquidérmico Amorim deve andar a encher-se de vento com o trampismo americano.  Nada racista, como se sabe. A fazer pendant com o passado extrema direita do deputado.

Em contraponto, está o chefe do partido, o Passos Coelho: sempre azedo, sempre casmurro, sempre de trombas, a tartamudear desgraças que aí vêm, a pôr defeitos a tudo. Não há pachorra para aturar estes mecos.

Em defesa de Miguel Relvas

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No Facebook, Carlos Abreu Amorim (CAA) spinou uma interessante teoria, procurando transformar o caso da licenciatura de Miguel Relvas num exemplo de ética e boas práticas do anterior governo, por oposição aos dois recentes casos envolvendo um adjunto e Costa e um chefe de gabinete da secretaria de Estado do Desporto e Juventude. Relvas até podia ter um canudo na mão, mas não o terá feito, conforme refere CAA, “de acordo com as regras que a própria universidade aplicou“. A menos que as regras aplicadas tenham sido desenhadas à medida de Miguel Relvas, porque mais ninguém teve a oportunidade de fazer cadeiras com base na discussão oral de sete artigos da sua autoria, discussão essa que foi tida com o reitor da universidade e não com o respectivo docente. E se as regras foram efectivamente desenhadas à medida de Relvas, então estamos perante uma pouca-vergonha e um insulto ao ensino superior. [Read more…]

Fraudes académicas e outros embustes

canudo

No espaço de poucos dias, surgiram dois novos casos de fraude académica, um clássico da vida política nacional. Primeiro foi Rui Roque, adjunto de António Costa, que apesar de não ter concluído o curso na FCTUC, não se alarmou ao ver uma nota curricular fraudulenta ser publicada no Diário da República. A cereja no topo do bolo foram as declarações prestadas ao Observador:

Os dados constantes na minha nota curricular de nomeação baseiam-se nas informações prestadas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra datadas de outubro de 2009. Quando confrontado pelas vossas questões, eu próprio solicitei mais esclarecimentos da mesma instituição. Como ainda não obtive resposta, nada mais tenho a acrescentar.

Como diria Ricardo Araújo Pereira, isto é “mangar com a tropa”. Mas, honra lhe seja feita, teve a dignidade de apresentar a sua demissão, poucas horas após ter sido revelado o embuste. Miguel Relvas não teria feito melhor.  [Read more…]

Indignações selectivas da clique neoliberalóide

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Não é amnésia Jorge. É mesmo aquela cara de pau a que muitos destes tipos já nos habituaram. E não se resume a esta situação, que como o teu post explica, e bem, não melhorou com a extinção dos Serviços Florestais levada a cabo pela clique neoliberalóide de Pedro Passos Coelho.

Mas se vamos falar sobre notícias que poderiam ser capa há um ano atrás e sobre o efeito que teriam, que dizer dos números do desemprego, que no primeiro semestre recuaram para níveis de 2009 e que no trimestre passado desceram para o valor mais baixo dos últimos cinco anos? Quantas capas teriam o Sol, o I ou o Correio da Manha dedicado ao tema e quão inchado estaria o peito dos distintos deputados? E o que dizem eles agora? Nada.  [Read more…]

Respondendo aos deputados Duarte Marques e Carlos Abreu Amorim

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Imagem de um tweet dos dois deputados em causa (original)

“O que aconteceria se esta notícia de primeira página tivesse sido há um ano?”, pergunta-se no tweet comentado (!) pelo deputado Carlos Abreu Amorim e retweeted pelo deputado Duarte Marques.

A resposta é simples, caros doentes de amnésia fulminante. Possivelmente teria acontecido menos alarido.

Assuntos aparentemente menores, que não ocupam grandes espaços da comunicação social, seja escrita ou audiovisual, e por isso têm pouco impacte na opinião pública, podem porém ser matérias da maior importância em termos de futuro, de longo prazo – aspectos de que as governanças portuguesas são pouco adeptas. O curto prazo é muitas vezes mais importante que uma decisão sábia de longo termo. E os fogos são exemplo disso.

A extinção dos Serviços Florestais levada a cabo pelo Governo PSD/CDS não levantou qualquer reacção pública; o afastamento entre os cidadãos e a res publica, desejado e promovido pelas derivas liberais daqueles partidos, conduziu ao encolher de ombros da maior parte das pessoas. [Fernando Santos Pessoa, PÚBLICO, 10/08/2016]

Para quem não esteja a par, a capa em causa é esta: [Read more…]

Je suis Carlos Abreu Amorim!

Sem Título
Pelo fim de uma gestão decadente e imoral. Pelo fim do nepotismo e das negociatas com amigos e familiares. Pelo fim de um regime que morreu de velho. O FC Porto não é Angola nem a Coreia.
Não se trata de resgatar títulos. Trata-se de resgatar o FC do Porto enquanto clube de referência. 17 de Abril é o dia… e está nas tuas mãos!

Bilhete do Canadá: Um patriota

Quinta-feira.  No final do noticiário da RTP, Nuno Melo e Carlos HEIL Amorim  botaram faladura numa coisa que era suposto ser um diálogo.  A dada altura, o Melo do CDS enumerou pausamente todos os ataques que o governo e seu orçamento têm merecido duns figurões de Bruxelas, doutros figurões dos mercados, doutras entidades que, nos dias que correm, andam de calças na mão com o trambolhão financeiro que se avizinha na Alemanha e outros países do clube. O eurodeputado Melo relatou os ataques com grande entusiasmo e uma expressão resplandecente.

Enternece o amor que têm à Pátria estes que vivem dos dinheiros públicos.

Carlos Abreu Amorim chama “Pasionaria revisitada” a Catarina Martins

Assim titula o Expresso, citando o liberal arrependido. Carlitos, como “católico praticante“,  não te esqueças que chamar nomes também é pecado.

Era óbvio que ia dar nisto

deputados psd escolhem direccao escola

Imagem: Jornal Público

A introdução do conceito de directores nas escolas e a sua forma de escolha foi a forma do braço partidário se consolidar nas escolas. Era óbvio que isto iria acontecer. Foi uma das batalhas de Maria de Lurdes Rodrigues e Crato limitou-se a continuar o serviço. Mais D, menos D, PS e PSD não diferem quanto a oferecerem os professores como saco de boxe para aqueles que anseiam por um bode expiatório dos problemas que, esses sim, os governos lhes criam.

Viana do Castelo: Carlos Abreu Amorim (Independente)

CAA independente? Só pode ser anedota. Deve ser coisa de liberal arrependido. É caso para também ir ao beija-mão pedir perdão.

Depois de Paula Teixeira da Cruz, Pires de Lima

Isto ainda é pior do que se pensava. Depois de Paula Teixeira da  Cruz ter usado o estado a favor a favor do seu partido, ficámos a saber que não é caso único.

Desta vez foi o ministério da economia a ser usado para avaliar o programa do PS.

Isto vai parar onde? Depois de tanto discurso moralista e acusador de gastos no passado, eis que vemos que era conversa de hipócrita (como se já não soubéssemos).

Vá, moralistas de 2009, não se coíbam de falar. Deputado Carlos Abreu Amorim, estes ainda são os ministros que conhecia?

O meu corrupto é melhor que o teu

CAA(fotografia@DN)

O fervoroso adepto portista Carlos Abreu Amorim (CAA) sentiu-se derrotado pela segunda vez no espaço de dois dias. Depois do desaire no reduto do F.C.Porto frente ao adversário da segunda circular, CAA ficou novamente em choque após ter conhecimento da visita de Pinto da Costa ao recluso nº44 do estabelecimento prisional de Évora, um infame “magrebino” que, para tornar as coisas ainda mais graves, é uma velha glória do partido adversário.

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Quantas pessoas são “pouquíssimas centenas”?

papagaio010803Ser político é uma das várias maneiras de os seres humanos poderem integrar a simpática classe dos Psitacídeos. Entre um deputado e um papagaio, as diferenças não serão, portanto, muitas, porque, no fundo, um bom fato é outro tipo de plumagem, um assento na Assembleia é um poleiro e basta repetir palavras pensadas por outros. Para além disso, todos sabemos que não há piratas sem papagaio em cima do ombro.

Carlos Abreu Amorim (CAA), por várias razões, tem-se feito notar, desde que integrou a bancada do PSD, nomeadamente quando perdeu as eleições para a Câmara de Vila Nova de Gaia. Tendo escolhido a função de papagaio, é natural que tenha perdido, também, qualquer sentido de decência. Por isso, comentando os recentes e contínuos problemas na colocação de professores, declarou, num debate com Marcos Perestrello: “Temos problemas com pouquíssimas centenas de professores.”

Em primeiro lugar, não sei a quem corresponde a primeira pessoa do plural. Será o governo? Será o partido? Será o país?

Mesmo admitindo qualquer uma das hipóteses, a frase pode levar-nos a pensar que os professores são um problema. No entanto, são as “pouquíssimas centenas” de professores, entre outras pessoas, que têm problemas. [Read more…]

Em Gaia há muitas coisas que animam

O tempo é sempre bom conselheiro. E o fim da campanha mostra o desespero de quem vai perder.

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Poderia recorrer à sondagem que dá a vitória ao Eduardo Vítor Rodrigues, mas não sou dos que confia muito neste tipo de instrumento de propaganda.

Mas há uma sondagem que é muito esclarecedora – a do desespero.

A imagem mostra um edifício que tem sido apontado há muitos anos como a futura sede da Junta de Freguesia. Foi há 4 anos uma das promessas eleitorais de quase todos os candidatos. Em 1460 dias nada aconteceu e a 5 dias das eleições eis que aparece um cartaz colocado pela junta de freguesia: “Aqui nasce obra”.

A Junta de Freguesia cá da terra liderada pela equipa da coligação Gaia na Frente, de Carlos Abreu Amorim teve, também esta semana, a lata de colocar a primeira pedra de umas capelas mortuárias num terreno que é privado – há informações que nos serviços camarários não entrou qualquer projecto. Aliás, estas capelas mortuárias (não existentes) são a capa da revista da Junta também publicada durante a campanha.

Querem melhor sondagem do que este magnífico exemplo de desespero?

As Grandes Virgens

Tirando Amorim, as demais virgens autárquicas, Grandes Virgens!, a Virgem Vítor Rodrigues e a Virgem Guilherme Aguiar, não vão a Fátima para encontros “casuais” com peregrinos eleitores, não dão electrodomésticos ou esferográficas nem se prestam às imposturices da praxe para apanhar o voto.  Tau-tau? Só há tau-tau para o Amorim. Até o Guilherme Aguiar virginaliza pureza, beijos e abraços a bebés, crianças, mulheres e velhinhas, e não se contamina. Tudo bate, senhores, no Amorim. Bata você também.

Peregrinação

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Eram mais de 800 eleitores “idosos” que viajavam até Fátima em peregrinação subsidiada pela Junta de Freguesia (do PSD) de Grijó. É natural que, sendo a maioria dos viajantes crentes, tivessem, no fundo dos seus corações, a esperança de uma epifania, qualquer coisa pendurada numa azinheira, qualquer aparição ou manifestação do alto. E compreende-se, que diabo (ops!…), de Gaia a Fátima ainda é um bom esticão e quem faz o esforço merece uma recompensa.

É verdade que, geralmente, nada acontece. Mas desta vez deu-se! Quando os peregrinos se juntaram para o merecido repasto, eis que se dá a aparição! E que aparição! Pelo menos 130 quilos dela.

No seu estilo de anjo barroco sobrenutrido e furibundo, Carlos Abreu Amorim, candidato do PSD à Câmara de Gaia, irrompeu pela sala disposto a almoçar (claro) e levar a palavra aos peregrinos (claro!). Não era, porém, uma manifestação do divino, já que tinha sido convidado pelo organizador da viagem, o qual, por sua vez, é candidato do PSD à Junta de Freguesia de Grijó.

Nesse ínterim, um candidato de uma lista opositora, protestou e quis dizer o que pensava da situação e do Carlos Abreu Amorim. Queria, mas não pôde. Os seguranças das personalidades presentes logo ali o espancaram e puseram na rua. Estava instalada a confusão e os confrontos, diz-se, não foram meigos. Espero que esta história edificante traga luz – aos que ainda estão às escuras – sobre o carácter destes campeões da santidade democrática, nomeadamente aqueles que, durante anos, pagos a peso de ouro, oravam na televisão sobre as virtudes de uma democracia pura e, pelos vistos, abençoada. Assim seja.

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Depois do Basta de Camilo Lourenço

carlos abreu amorimGaia não pode parar Carlos Abreu Amorim.

Foi para isto que inventaram especialistas em Comunicação?

Se o PSD diz

Quem sou eu para duvidar?
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E, já agora, a malta do PSD já se decidiu?

De manhã andam com um, supostamente independente, para a Câmara e à tarde aparecem com outro, do partido, para a Junta…

Vão levar a candidatura até ao último lugar do pódio ou  vão mudar de candidato para, juntando dois perdedores, conseguirem um resultado um pouquito menos mau?

Sondagem em Gaia

As sondagens são bissexuais, só pode  – estou absolutamente convencido que dão para os dois lados, mas servem vários aogaia mesmo tempo, o que as tornam uma espécie de meretriz bissexual. Sim, afinal, os seus préstimos são pagos por várias entidades, ou não?

As Brízidas Vaz da política são usadas por uns, os que estão em cima, como uma confirmação do caminho percorrido. Os outros, os que ficam por baixo, olham e coiso, ela é isto e ela é aquilo. E, são mesmo.

No entanto, não deixa de ser curiosa a parcialidade da análise – quando dá jeito, eis que os números mostram a qualidade de um candidato e da sua máquina. Quando o resultado sai furado, a máquina continua a caminhar para a excelência, o candidato é fantástico, mas a empresa de sondagens é que é uma daquelas que se vende a qualquer um.

E Gaia  – onde sou eleitor e daí a minha insistência na análise da sua realidade autárquica – foi um dos concelhos onde o Jornal de Notícias realizou uma sondagem sobre as intenções de voto para as autárquicas 2013. [Read more…]

Alô?

É do Magrebe?

Magrebinos dominam o poder do dragão

Benfica é Campeão Europeu de Hóquei em Patins.

Carlos Abreu Amorim perdeu a virgindade

Facto compreensivelmente saudado pelo Ricardo Araújo Pereira.

As coisas no devido lugar

Vindo de um benfiquista como o João Gobern, nada mais tenho a acrescentar.

Futebol é outra coisa

bolaPenso que nunca escrevi sobre futebol, mas já tenho escrito, várias vezes, sobre a futebolândia e sobre o futebolês. Mesmo sabendo que se trata de um negócio, com todas as sarjetas que isso implica, e mesmo torcendo pelo meu clube, não há milagres: quem joga melhor ganha mais vezes e quem joga melhor mais vezes ganha campeonatos.

Este ano, duas equipas jogaram o suficiente para serem campeãs. Uma delas foi um centímetro mais consistente e mereceu o primeiro lugar. Viva o Futebol Clube do Porto!

Entretanto, para lá do futebol, são raros os que conseguem manter a grandeza ou o desportivismo . Há muitos candidatos à descida de divisão. Embora ficasse melhor a Jorge Jesus dar os parabéns ao campeão, a verdade é que Vítor Pereira, sempre que esteve atrás do Benfica, teve declarações infelizes, pelo que estão bem um para o outro. Foi assim o ano passado e voltará a ser para o ano, bastando trocar nomes e cores.

O adepto futebolês, tal como qualquer treinador, jogador ou dirigente, é diferente dessa raridade que é o amante do futebol. Os primeiros são meros coleccionadores de casos de arbitragem e, no fundo, detestam desporto, especialmente o futebol. Não deixam de ser, evidentemente, exemplares que têm tanto de cómico como de assustador, conforme as circunstâncias. [Read more…]

Não gosto que me insultem

Há gente imbecil em todos os lados e quando se trata de bolinha, então o índice, dos dois lados da barricada, sobe de forma exponencial.

Vivo o meu clube, do qual sou sócio, como ninguém, mas procuro respeitar toda a gente ao ponto de ter, em tempos, correspondido positivamente ao convite para deixar de falar de futebol no Aventar. Ao que parece só podemos escrever sobre futebol e até sobre as apitagens quando um clube ganha, mas, como diz o outro, são coisas da vida…

Na ressaca de mais uma vitória azul, houve, estou certo, muitos exageros – uns a destacar o vento que empurrou o James para dentro da área e outros, sempre derrotados apesar das vitórias, a insultar quem não chega em primeiro. Dirão alguns que se trata de uma normalidade. Subscrevo – insultar o adversário é uma marca de alguns, mas não será de todos. Dirão outros que a Liberdade de opinião é extensiva a todos os Portugueses, sejam eles deputados ou candidatos à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. Subscrevo. Mas mesmo assim não gosto. [Read more…]

Cidadão e político

Rafael Barbosa, no Jornal de Notícia, escreve sobre as eleições em Vila Nova de Gaia, elaborando uma síntese sobre três dos candidatos. E, aqui está o primeiro erro de análise: o Bloco e o PCP também já apresentaram os seus candidatos, ambos, Gaienses envolvidos na vida da sua terra e que, por isso, não podem deixar de ser considerados nesta reflexão.

Tenho, desde há muito, defendido que a política não pode ser o primeiro emprego de alguém – tenho a certeza que, quem nunca trabalhou, jamais poderá ser um bom político: o filho do ainda Presidente de Gaia é um exemplo esmagador. Por outro lado, tenho imensa dificuldade em aceitar que alguém pretenda gerir uma realidade que desconhece. Não faz sentido algum que eu, eleitor em Gaia, residente e cidadão do Grande Porto, me candidate a deputado em Viana do Castelo ou em Faro, para depois nas autárquicas seguintes me ir apresentar a Beja ou à Maia. Não faz, ainda que a publicidade partidária tente argumentar em sentido contrário. Gosto, por isso, da forma como o Marco Martins, em Gondomar, e o Eduardo Vítor, em Gaia, se apresentam. São pessoas das suas comunidades, envolvidos e dedicados às pessoas das suas terras. Não estão, nem de passagem, nem de visita, nem tão pouco a tapar um buraco que outros abriram.

Posteriormente, o artigo procura resolver uma contradição que, parece-me, não é real: por um lado questiona as qualidades e as competências do Professor Eduardo Vítor Rodrigues (PS), apontando a sua falta de mediatismo. Por outro lado, atira-se a um dos candidatos do PSD, acusando-o de só ser mediático. Além de utilizador de adereços mais usados em atividades relacionadas com saltos de avião. [Read more…]

Eles andam aqui

Com amigos destes, ninguém precisa de inimigos.

Eleitores burros

Acreditam em candidatos espertos.

É uma teoria que tenho vindo a desenvolver com todo o enquadramento científico.

Existe um Governo e uma maioria, além de um Presidente, o marido da Maria, que não sabemos bem para que serve, mas que anda por aí, calado. Felizmente, digo eu!

Há um Primeiro-ministro, Vítor Gaspar e um conjunto de deputados que me fazem lembrar aquele cachorrinho que o sr. Amorim tinha no carro, um Fiat 127 dos velhinhos.

Um ou outro – Miguel Frasquilho, por exemplo – conseguem apoiar o SEU governo, mas conseguem ter a capacidade de ver e falar para além do óbvio. Não conheço muitos outros exemplos. Que me recorde nenhum Deputado do PSD, no Parlamento, que tenha tido uma intervenção, uma frase, uma palavra para questionar alguma das medidas estúpidas deste governo e, sabemos todos, não foi por falta de motivos. [Read more…]